no Bibliotequices, o que escreve de Paulo Izidoro a propósito da intervenção de José Luís Ramos do Centro de Investigação em Educação e Psicologia da Universidade de Évora sobre o Plano Tecnológico da Educação, no 1º Fórum da RBE.
Excerto:
«(…) A revolução tecnológica está aí, não é um brinquedo e é preciso utilizar. É certo que muitos professores e funcionários necessitam de formação em elementos específicos de utilização, mas não há formação que consiga dar a volta a anos de desinteresse pelas novas tecnologias. E isso é uma questão de atitude, um problema individual com consequências no grupo e na sociedade. Salva-se o facto de que muitos professores não precisam de formação, apenas da certificação dos seus conhecimentos (que também vem aí, no próximo ano, pelo PTE).
Resta agora o eixo dos conteúdos, o principal pilar deste modelo. Tudo pode funcionar, se este eixo não funcionar a tecnologia não será ligada à pedagogia e assim não se poderá falar de um plano tecnológico da educação, mas apenas de um plano tecnológico geral (que também existe!).
Quando falamos em conteúdos, falamos em disponibilização de informação, de materiais, de portefólio do aluno, de realização de tarefas com recurso a plataformas digitais.(…)» ler mais