BiblioBeiriz

Biblioteca da Escola E.B. 2,3 de Beiriz na WWW

Arquivos para a Categoria ‘2º ciclo’

Uma árvore de Natal especial…

Publicado por bibliobeiriz em Dezembro 16, 2010

mesmo muito especial, a que os meninos e meninas das turmas dos 5º A e B ofereceram à Biblioteca: uma árvore enfeitada com alguns dos animais do charco e seus amigos. Atrás da árvore podem ver-se em exposição  uns lindíssimos marcadores feitos pelo 5º E.

E mais! Reparem bem: instalada ao sol, ao pé da árvore quem é que vêem ? Uma rãzita com asas que nos disse que queria passar um tempo connosco.  (Não acham que parece um autêntico anjinho?)  Deu-nos também uma belíssima notícia!

 .

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a ler- Metas de aprendizagem- TIC

Publicado por Manuela DL Ramos em Outubro 3, 2010

As Metas de Aprendizagem na área  das Tecnologias da Informação e Comunicação * para o Ensino Básico (1.º Ciclo,  2º ciclo e 3º ciclo) distribuídas por 4  domínios:

  1. Informação;
  2. Comunicação;
  3. Produção;
  4. Segurança.

*«Ainda que da responsabilidade de uma equipa de especialistas em TIC, o desenvolvimento das metas na área das TIC foi equacionado numa perspectiva transversal e em estreita articulação com as restantes áreas científicas, tanto do ponto de vista horizontal, como em termos de sequência e progressão ao longo dos quatro períodos considerados, aliás de acordo com a filosofia explicitamente assumida no Currículo Nacional do Ensino Básico (Dec-Lei 6/2001 de 18 de Janeiro >) – as TIC como “formação transdisciplinar”. » (MA)

……………………
Ver a proposta para as MA das TIC , da autoria de Fernando Albuquerque Costa (Coordenador da equipa responsável pela elaboração das Metas da Aprendizagem nesta área)

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Prova de aferição do 2º ciclo – os textos

Publicado por bibliobeiriz em Maio 5, 2010

Da prova de Língua Portuguesa do 6º ano, disponível no GAVE 

TEXTO A

«Promontório de Sagres. […]
Ao fundo, sozinho, voltado para o mar, vestido de escuro […], o Infante [D. Henrique]. Está sentado numa pedra, ligeiramente curvado para a frente, com o queixo apoiado na mão direita e o cotovelo direito apoiado no joelho direito […].
No primeiro plano […] falam e movem-se as outras personagens. […] Entra uma mulher com uma criança (que é um rapazinho de sete anos).

CRIANÇA (apontando com o dedo o Infante) – Mãe, o Infante, o que é que ele está ali a fazer, sozinho, a olhar para o mar?
MULHER – Está a ver.
CRIANÇA – Mas não se vê nada. É só mar.
MULHER – Ele vê melhor do que nós.
CRIANÇA – Ah? Eu pensava que ele não via. No outro dia encontrei-o no caminho e disse: “Bom dia, meu Senhor”. Mas ele não me viu.
MULHER – Ele vê bem o que está longe.

(Enquanto acabam de falar entra um velho com barbas compridas e brancas.)

VELHO – Era melhor que visse o que está perto. […] Do mar não vem nem glória nem proveito.

(Entra um rapaz de vinte anos que ouve a última frase.)

RAPAZ – Tens a certeza, Velho?
VELHO – Todos os anos ele manda para o Sul as suas barcas. E diz aos capitães: “Ide mais longe.” Mas já ninguém pode ir mais longe.
RAPAZ – Tens a certeza, Velho?
VELHO – […] Nunca ninguém passou além do cabo Bojador.
CRIANÇA – Onde é o Bojador?
VELHO (sentando-se numa pedra e apontando vagamente para o mar) – Além, ao Sul, na costa de África, no mar.
CRIANÇA – E não se pode ir além do Bojador?
VELHO – Não.
CRIANÇA – Porquê?
VELHO – Porque é ali que acaba o Mundo. Do outro lado do Cabo, o calor é tanto que as águas fervem e se transformam em lama. É ali que começa o mar Tenebroso. O ar está cheio de nevoeiros negros. Não se vê a luz do Sol. E ondas de lodo estão cheias de grandes monstros marinhos.
RAPAZ – Isso são lendas inventadas pelo medo dos Mouros.
VELHO – Mas também nos livros antigos de Ptolomeu e nos livros dos Romanos está escrito que ninguém pode passar além do Bojador.
RAPAZ – Isso dizem os Antigos. Temos que ir nós próprios saber o que é verdade.
VELHO – Mas, que diz a experiência dos mareantes das Espanhas? Que dizem todos os navegadores? […] Dizem […] que barco que ali chegue logo será devorado pelos abismos do mar.
RAPAZ – Velho, e eu digo-te isto: Gil Eanes, com a sua barca, passará além do Bojador.
MULHER – Então por que recuaram eles, no ano passado?
VELHO – Porque havia a bordo homens de experiência e juízo que não quiseram avançar para a morte certa.
RAPAZ – Porque pararam primeiro nas Canárias e gente dessa ilha lhes contou velhas histórias fantásticas e mentirosas.
MULHER – Dizem que o Infante repreendeu muito Gil Eanes?
RAPAZ – O Infante repreendeu-o por ele ter recuado em frente de umas lendas boas para assustar crianças.
CRIANÇA – E que fez Gil Eanes?
RAPAZ – Este ano partiu outra vez.
MULHER – E dizem que à partida jurou que só voltaria a Portugal quando tivesse dobrado o Cabo.
VELHO – E por causa dessa promessa ele nunca voltará a Portugal. Há já muito tempo que partiram. Com certeza Gil Eanes já cumpriu a sua palavra. A esta hora já ele dobrou o Cabo. E já as ondas de lodo engoliram a sua barca e já as serpentes verdes do Tenebroso o comeram, a ele e aos seus homens. Fez-se a vontade do Infante. Mas Gil Eanes nunca voltará a Portugal.   (O velho levanta-se e dá um passo em frente.)
Nunca ninguém voltou do Bojador.

CRIANÇA (puxando a saia da mãe e apontando o mar, com o braço estendido) – Mãe, mãe, olha, além no mar, toda branca, uma barca. Vem uma barca no mar.
RAPAZ (dá uns passos em frente e olha o mar) – É Gil Eanes. Voltou.
(Cai o pano.)

Sophia de Mello Breyner Andresen, O Bojador, Lisboa:  Editorial Caminho, 2000
(texto com supressões)

——————————
TEXTO B

«COM CORES LUSAS DARÁ A VOLTA AO MUNDO
Apoiada pela Marinha, a regata Portugal Ocean Race levará sete meses a cruzar oceanos. A sua «madrinha» é a fadista Mafalda Arnauth.

O objectivo é ambicioso, mas, ao mesmo tempo, concretizável. Trata-se de criar, em 2011, a regata mais popular de todas, a nível mundial, dispondo para tal de um orçamento reduzido. Promovido pelo velejador Ricardo Diniz – associado a Brian Hancock, que já participou em três regatas à volta do mundo –, este projecto é apoiado pela Marinha Portuguesa e recorrerá a veleiros de 12 metros (os Class 40), fabricados com tecnologias acessíveis (utilizando fibra de vidro). «Serão, por isso, fáceis de construir nos estaleiros2 portugueses», admite Ricardo Diniz.
A regata – cujo percurso será Portugal , África do Sul, Nova Zelândia, Brasil,
Portugal – contará com um mínimo de 20 veleiros. Esta prova será disputada em três categorias: velejador solitário, dois velejadores e tripulação de equipa.
A logística3, a segurança, as reparações e as comunicações serão apoiadas pela organização. O evento terá cobertura4 dos media. »

                                                                     Expresso, 3 de Outubro de 2009 (texto adaptado)

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“Brincar com Tradição”- livro digital

Publicado por Manuela DL Ramos em Janeiro 19, 2010

Divulgação de uma preciosidade :

«62 Jogos Tradicionais
Para Jogar
Para Aprender a Viver
Para redescobrir os jogos da nossa infância
Para juntar as famílias e as gerações


Elaborado no âmbito do projecto de estágio profissional de Educação Física e Desporto de Patrícia Pereira, na Câmara Municipal de S. Brás de Alportel, o livro contém 62 diferentes jogos tradicionais portugueses. É o resultado de uma vasta pesquisa dos jogos das suas regras, elaborada através de investigação de documentos e de questionários junto dos alunos e das famílias nas escolas do ensino básico do município.(…) »

Disponível para download (em formato pdf) no site da Câmara Municipal S. Brás de Alportel

(sugestão de  Carlos A. Silva Professor bibliotecário da BECRE
do Agrupamento de Escolas de Porto de Mós)

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