A Árvore
Histórias pequenas de gente pequena
As violetas
Do outro lado da porta
Uma escritora na escola
Os livros têm boca
Conversinhas no jardim
Ler+Ler Melhor
Na RTP-de segunda a sexta, duas vezes por dia, no horário 12h50 e 19h50.
«(...) o programa tem como objectivo promover a leitura e divulgar todas as novidades da edição livreira nos mais diversos géneros e para todas as idades.
(...) "LER +, Ler Melhor ouve a opinião de especialistas ligados ao livro e à literatura, desde os escritores aos editores, passando naturalmente pelos críticos.»
Finalmente alguma disponibilidade para editar e divulgar mais actividades da Semana da leitura deste ano!
1- Vídeo com alguns momentos dos habituais encontros entre turmas do 2º ciclo.
O programa incluíu: visionamento do Filme Oficial do Ano Internacional das Florestas (legendado em português ) depois de uma pequena reflexão sobre a comemoração e a temática da Semana da Leitura deste ano; leitura de poemas dedicados às árvores, alguns de autores consagrados, outros originais (ver também aqui); leitura das Cartas às Árvores (selecção de alguns dos textos escritos no âmbito do Concurso “A Melhor Carta” ) e divulgação da canção “Bolotinha” (da autoria do prof. Isaías Ramos) cantada por meninos e meninas das Escolas do 1º ciclo do Agrupamento que participaram no projecto FIP , muitos deles familiares dos alunos do 2º ciclo da Escola.
Como sempre, estes encontros foram uma festa …da leitura!
2- Slideshows com fotografias das árvores realizadas sob a orientação dos professores de EVT e com a colaboração dos professores de Língua Portugesa, participantes na Floresta de Leituras, que, recordamos, foi o título abrangente para as actividades desenvolvidas durante a Semana da leitura.
3- Fotos de algumas actividades realizadas para o Pré-Escolar e 1º ciclo por alunos do 2º e 3º ciclos sob a orientação das respectivas professoras do EE, de Educação Tecnológica e de Língua Inglesa, partindo do livrinho de Eileen Brown, Handa’s Surprise / A Surpresa de Handa .
A tua criatividade e originalidade são o passaporte para o mundo da música, dos filmes, dos livros, dos media, e de toda a cultura que te inspira.
A cultura também vive em objectos. Objectos que contêm as músicas, os filmes, os textos e as imagens, que tu amas. Criar estes objectos requer um talento e muito trabalho. É uma viagem que te queremos proporcionar.
Ao participar estás a criar e a aprender sobre o que está por trás de todo o trabalho de criação de uma obra, seja ela em que área for! O que está em causa é a originalidade e a protecção do teu trabalho!
Baseada na Declaração Universal dos Direitos Humanos
Trabalho de Área de Projecto- turma do 7º B, orientada pela profª Isabel Morais Silva.
Projecto aLeR+
Hoje às 14. 30, na Biblioteca, os alunos do 9º ano tornam-se mediadores de leitura para os alunos do 1º Ciclo do Ensino Básico e apresentam o reconto do “Povo das Histórias” de O Último Grimm de Álvaro Magalhães, contado no “tapete narrativo” : Era uma vez…O Povo das Histórias em tapete.
Trata-se de um subprojecto das “Heranças de Leitura” que tem vindo a ser desenvolvido pelo 9ºA na disciplina de Área de Projecto, sob a orientação da profª Gisela Silva.
Estarão presentes o 3º ano da escola EB1 de Amorim, o professor titular da turma e os professores envolvidos no projecto, esperando-se ainda a presença de alguns encarregados de educação.
As belas pinturas que ornamentam a entrada da Biblioteca e se estendem até à porta do corredor ilustram precisamente o fabuloso mundo do “Povo das Histórias”. Quem as pintou? Ora adivinhem lá. Pista: já não é a primeira nem a segunda vez que nos delicia com portas de encantar.
Baseada na Declaração Universal dos Direitos Humanos
Direitos:
Todos os leitores nascem livres e iguais em dignidade e direitos.
Todos os leitores podem invocar os direitos e as liberdades de escolher, sem distinção alguma, livros de aventuras, rimas, poesias, anedotas, entre outros.
Todos os leitores têm direito ao livro.
O livro não será mantido em escravatura ou em servidão; a escravatura e o tratamento de leitores escravos, sob todas as formas são proibidos.
Ninguém será submetido a tortura nem a penas ou tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes, ao ler um livro.
Todos os leitores têm direito ao conhecimento de todas as edições.
Todos os livros são iguais perante a lei e, sem distinção, têm direito a igual protecção do leitor.
Todo o livro tem direito a recurso efectivo, contra os actos que violem a sua dignidade reconhecida pelos leitores.
O livro não pode arbitrariamente estar preso numa biblioteca, detido numa estante e exilado num caixote de lixo; tem o direito de ser lido pelo leitor.
Todo o livro tem o direito de ser julgado publicamente por um leitor independente e imparcial, que respeite as suas ideias, histórias ou até ideologia política ou religiosa.
Esta original declaração dos direitos do livro e dos leitores foi elaborada pelos alunos do 7º B, em Área de Projecto sob a orientação da profª Isabel Morais.
Mais uma participação no concurso BiblioFilmes: Livros, Bibliotecas, Acção! na categoria “Vídeo de aula/actividade escolar para promover a leitura”. Relembramos que o “BiblioFilmes Festival – Baseado no Livro” é «um conjunto de iniciativas para a Comunidade da Língua Portuguesa usando um novo conceito de promoção do livro, da biblioteca e da leitura através das novas tecnologias e do cinema.» como se pode ler no respectivo blogue
O vídeo enviado para o concurso e publicado no Youtube é uma versão abreviada da peça encenada no fantocheiro. Durante a semana da leitura, que decorrerá entre 27 e 30 de Abril, será apresentada a versão completa. Trata-se de uma actividade desenvolvida por um grupo de alunos da turma do 7º A, em Área de Projecto, com a orientação da profª Fátima Nogueira e em colaboração com a Biblioteca, no âmbito do Projecto aLeR+ .
Foram pontos de partida para esta actividade- para além da apelativa proposta de participação num vídeo a publicar no YouTube- a motivação de alguns alunos pelo trabalho com fantoches (sementes deixadas pelo prof. Fernando Nunes que no ano passado esteve à frente do projecto da Trupe de Beiriz -ver aqui e aqui) e o gosto que lhes dá ler as pequenas peças do divertido livro Teatro do Gato do Chapéu Alto de Natércia Rocha, autora prolífera já desaparecida.