BiblioBeiriz

Serviços de Biblioteca – Agrupamento de Escolas Campo Aberto – Escola E.B. 2/3 de Beiriz

Archive for the ‘José Jorge Letria’ Category

Dia da Criança

Posted by Manuela DLRamos em Junho 1, 2014

O Dia da Criança

É um dia em que cabem
todos os dias do ano
e as coisas mais bonitas
que não podem causar dano:
os sonhos e os brinquedos,
as festas, as guloseimas,
a sombra de alguns medos,
a casmurrice das teimas
e também, com fartura,
o afecto e o carinho
com que se faz a ternura,
para mostrar ao mundo
que a guerra é uma loucura
e que o gosto de ser menino
é o nosso eterno destino.

José Jorge Letria- in O Livro dos Dias

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Boas Férias!

Posted by Manuela DLRamos em Dezembro 14, 2012

Painel de Natal

Painel de Natal com desenhos de todos os alunos do 2º ciclo de EV – profª Teresa Lares

Brinquem, descansem, leiam, visitem o blogue da BE  ;-) e deixem-se levar pelo Espírito do Natal… que, como escreve José Jorge Letria no seu poema:

«Ninguém sabe que forma tem,
se é magrinho ou anafado,
se tem perfume de sândalo
ou bigodinho aparado.

Ninguém sabe se é menino
ou se é um Pai Natal,
se tem voz doce e timbrada
ou um tom mais gutural.

Ninguém sabe bem o que é
esse espírito de que se fala,
se vem dentro de um trenó
ou no forro de uma mala.

Ninguém sabe se é brinquedo
ou objeto de valor,
se tem nome e morada
ou se é coisa de sonhador.

Ninguém sabe que cor tem,
se é vermelho ou amarelo,
se tem caracóis prateados
ou flores azuis no cabelo.

Só de uma coisa há certeza
e é rara e especial:
aquilo de que falamos
é o Espírito de Natal.

E esse Espírito do Natal
que trabalha sem horário
é doce, quente e fraterno,
amigo e solidário.»

José Jorge Letria in O Livro do Natal (Há na BE)

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Natal à porta…

Posted by Manuela DLRamos em Dezembro 4, 2012

da BE e lá dentro também!

Fora da Biblioteca Escolar (BE) encontram-se três painéis alusivos ao Natal.

«N’O Livro de Natal os animais também têm voz! Para! Escuta! Olha! Não ouviste nada?! Então lê!» é o que está apelativamente escrito no painel onde se reproduzem algumas páginas do delicioso livro de José Jorge Letria e Afonso Cruz (ver), decididamente um nosso favorito!

E que tal entrarem na BE para ler todos os poemas do livro e admirar as suas ilustrações, confortavelmente sentados nos sofás como fizeram a Mafalda e a Ana ;-) ?

Lerem este e muitos mais livros que se encontram numa das estantes das Exposições Temporárias.  Num outro painel podem ver-se justamente as capas de muitos destes livros com as respetivas sinopses.  Ao lado já estão expostos alguns textos dos alunos que participaram na proposta que a BE faz:
livrosnatal«Estes são alguns livros que contam a magia do Natal.
O Pai Natal, agora, precisa da vossa ajuda.
Não é nada de difícil, devem apenas:
1º – Escolher um dos títulos destes livros;
2º – Escrever uma frase poética, um parágrafo, uma quadra natalícia ou uma pequena poesia onde usem o título escolhido.
Às três melhores participações o Pai Natal e a equipa da biblioteca oferecerão uma pequena lembrança… natalícia.»

No terceiro painel, também ele decorado pelas nossas designers de serviço (adivinhem quem são, adivinhem … os nomes começam por G… e por S…), um engraçado Pai Natal de meias altas chama a atenção para o conhecido poema de Luísa Ducla Soares “Eu queria ser  Pai Natal” do livro Poemas da Mentira e da Verdade  >  (que também há na BE).

Pois é, o Natal está à porta e que bom é podermos ler e reler estes poemas e histórias inspiradores!

Ver “Natal no blogue”

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O Canteiro dos Livros

Posted by bibliobeiriz em Novembro 6, 2010

«O Canteiro dos Livros, de José Jorge Letria chegou-nos mais uma vez à biblioteca trazido da vontade de também se fazer contos cheios de imaginação. E a pergunta inicial, à qual não faltaram mãos no ar, estimulou logo a primeira leitura.

Se a actividade se iniciou já no início de Outubro com a análise da obra O meu Livro de Rui Reisinho (que levou os meninos (Re)Leituras a imaginarem um título para depois realizarem a história), hoje ela conclui-se com o entusiasmo das duas turmas do segundo ano de Beiriz que vieram colocar as suas histórias no canteiro das hortênsias do Francisco. Aí, o espanto dele ainda foi maior quando conseguiu ler os títulos todos que lhe escaparam no sonho. Havia uns que falavam de coisas quase impossíveis. Mas, desculpem, tratando-se da imaginação trabalhada, as coisas não são assim tão impossíveis, senão vejamos: A Estrela Mágica, da Maria Francisca; A Árvore do Céu, da Sofia Barroso, A Mesa Voadora, do Sérgio Miguel; O Livro Mágico, da Raquel Pereira; O Tapete Mágico, do João; Os Brinquedos (e que brinquedos!), de Beatriz Ferreira; Os Três Porquinhos foram ao Cinema (eu até os vi. Estavam muito bem arranjadinhos!), do David Silva; O Mundo das Estrelas, do Francisco Oliveira.

Houve ainda títulos em maior conformidade com o nosso empírico-real, mas os textos não deixaram a imaginação por mãos alheias, Querem ver? O Palhaço distraído, da Margarida Peniche; Eu na Biblioteca, da Mafalda Figueiredo (com um maroto de um cão e tudo!); A Cor, da Mara André (e se o mundo fosse mesmo brilhante da cor amarela?); O Cãozinho Trapalhão, do Júlio Pedro Rocha; A ovelha marota, da Inês Freitas; O Macaco foi ao Circo, da Sara Costa (e não era um macaco qualquer, pois fazia truques de magia como ninguém!); Era uma Vez uma Quinta, do José Santos; O Rei e a Rainha, da Paula Patrícia (e imaginem só, tão constipados. Será que alguém lhes valeu?); Eu vou para a Escola, do Rodrigo Mesquita (afinal não é na escola que muita coisa acontece?); O Rui e o seu cão, Joel Neves.

No fim, feitas e ouvidas todas as leituras, fomos relembrar o PowerPoint que deu origem a tudo isto. Tirou-se uma fotografia para “mais tarde recordar”, e foi bom!

O (Re)Leituras agradece o empenho dos professores, dos encarregados de educação e familiares envolvidos, não esquecendo claro a turma do 2º ano de Paçô que também está a preparar um trabalho para apresentar!

Gisela Silva e Teresa Lares. »

Publicado também aqui

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Dia da Criança – dois poemas

Posted by Manuela DLRamos em Junho 1, 2010

Hoje é Dia da Criança

Hoje é Dia da Criança
e eu quero dar-te a Lua.
Mas há meninos sem nada
que dormem sós numa rua.

Hoje é Dia da Criança,
na aula lês teus direitos.
Mas há meninos nas obras,
a mando de alguns sujeitos.

Hoje é Dia da Criança
saboreias chocolate.
Mas há meninos raptados
que sonham com o resgate.

Hoje é Dia da Criança
em todo o Planeta Terra.
Mas há meninos que morrem
em combates, numa guerra.

Hoje é Dia da Criança,
tu brincas, cantas, sorris.
Um dia, cada criança
como tu será feliz.

Luísa Ducla Soares -in O Livro das Datas

O Dia da Criança

É um dia em que cabem
todos os dias do ano
e as coisas mais bonitas
que não podem causar dano:
os sonhos e os brinquedos,
as festas, as guloseimas,
a sombra de alguns medos,
a casmurrice das teimas
e também, com fartura,
o afecto e o carinho
com que se faz a ternura,
para mostrar ao mundo
que a guerra é uma loucura
e que o gosto de ser menino
é o nosso eterno destino.

José Jorge Letria- in O Livro dos Dias

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clicar aqui para saber mais sobre o Dia Mundial da Criança

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Prova de aferição do 1º ciclo- os textos

Posted by bibliobeiriz em Maio 5, 2010

Da prova de Língua Portuguesa do 4º ano,  disponível no GAVE :

TEXTO A

«No momento em que o Homem chegou à Lua, a Lua estava a dormir profundamente, depois de ter passado várias noites agitada por estranhos pesadelos.
Quando acordava, não conseguia recordar-se deles, mas sentia o desconforto que os sonhos maus costumam deixar-nos no corpo, na memória e até à flor da pele.
Quando o Homem pisou o seu solo áspero e poeirento, a Lua sentiu que qualquer coisa rara e importante estava a acontecer, pois, desde sempre, o Homem pousara nela os seus olhos curiosos e brilhantes sem descobrir a maneira de chegar tão longe e tão alto, talvez para a beijar ou para a abraçar.
Durante milhares de anos, houvera entre ambos uma espécie de longo namoro à distância, sem troca de cartas nem de promessas de amor eterno. O Homem, porém, nunca deixou de lhe dedicar belos poemas, para que a Lua jamais pudesse imaginar que caíra no seu esquecimento.
Por sua vez, mesmo nas noites mais escuras e enevoadas, a Lua procurou sempre enviar-lhe as suas centelhas de luz, como se quisesse dizer-lhe:
– Sabes onde estou e sabes também que podes contar comigo.
O Homem nunca teve dúvidas a esse respeito, mas, como uma viagem até à Lua não passava de um sonho praticamente impossível de realizar, ele preferia vê-la como se fosse um cavaleiro errante, observando à distância uma princesa encantada na torre mais alta de um castelo inatingível. Sonhavam um com o outro, de noite e de dia, mas nunca ousavam dar o passo seguinte, já resignados com a sorte que o destino lhes reservara.
Por isso, quando o Homem pôs pela primeira vez os pés no solo lunar, a Lua
sentiu-se, ao mesmo tempo, alegre e triste. Alegre, por ver que o seu namorado de sempre ganhara finalmente coragem para a visitar; triste, por não ter sido avisada com tempo suficiente, para se embelezar e poder recebê-lo.
E o que tinha para lhe mostrar? A solidão das suas crateras, o deserto das suas planícies e a luz pálida das suas vigílias nocturnas. Nada mais. Mas ela queria estar bela e sedutora no momento desse encontro tantas vezes imaginado.
A Lua, como qualquer mulher que cuida da sua imagem, sempre soubera que a distância favorece o jogo do enamoramento, pois mantém pouco visíveis as rugas, as madeixas desalinhadas e outras pequenas e grandes imperfeições que, vistas de perto, costumam agigantar-se de repente.
Por seu lado, o Homem, na estranha crueza do seu fato espacial, lamentava não poder mostrar o rosto à sua eterna namorada nem ter o atrevimento de a tentar abraçar. A falta de oxigénio, caso retirasse o equipamento de cosmonauta, seria, pela certa, o seu fim. E ele, já que ali chegara, não estava disposto a morrer, nem mesmo caído nos braços da Lua.»

José Jorge Letria, Quando o Homem Beijou a Lua,
Alfragide: Oficina do Livro, 2009 (texto com supressões)

—————————————————-

TEXTO B

«A FORÇA DA GRAVIDADE
A força da gravidade puxa todos os objectos na vertical, para baixo, em direcção ao centro da Terra. Podes perguntar: e então a Lua não está sujeita à força da gravidade? Sim, claro que está. Mas então porque é que a Lua não cai sobre a Terra?
Para descobrires porque é que a Lua não cai, vais fazer uma experiência bastante engraçada. Vais fazer girar um copo com feijões, sem que os feijões caiam!
Para isso, tens de abrir dois buracos na boca de um copo de plástico e passar por eles um fio, de modo a fazeres uma asa (como se fosse um pequeno balde). Deita uma mão cheia de feijões no copo e, agarrando pela asa, põe o copo a girar. Os feijões caem durante o movimento?
Da mesma maneira que os feijões não caem quando pões o copo a girar, também a Lua não cai. Tal como o copo, a Lua não está parada: ela gira em volta da Terra, demorando 27 dias (ou melhor, 27 dias, 7 horas e 43 minutos) a dar uma volta completa.
Sabes a que velocidade a Lua se move em torno da Terra? Move-se a quase 4000 km por hora! »

Constança Providência, Nuno Crato, Manuel Paiva, Carlos Fiolhais,
Ciência a Brincar 4: Descobre o Céu! , Lisboa, Editorial Bizâncio,
2005 (texto adaptado)

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“O Dia da Liberdade”

Posted by bibliobeiriz em Abril 25, 2010

25 poemas e canções para o 25 de Abril

O Dia da Liberdade
25 de Abril

Este dia é um canteiro
com flores todo o ano
e veleiros lá ao largo
navegando a todo o pano.
E assim se lembra outro dia febril
que em tempos mudou a história
numa madrugada de Abril,
quando os meninos de hoje
ainda não tinham nascido
e a nossa liberdade
era um fruto prometido,
tantas vezes proibido,
que tinha o sabor secreto
da esperança e do afecto
e dos amigos todos juntos
debaixo do mesmo tecto.

José Jorge Letria in O livro dos dias (AMBAR)

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“Os Livros”

Posted by Manuela DLRamos em Abril 23, 2010

Os Livros – José Jorge Letria

Apetece  chamar-lhes irmãos,
tê-los ao colo,
afagá-los com as mãos,
abri-los de par em par,
ver o Pinóquio a rir
e o D. Quixote a sonhar
e a Alice do outro lado
do espelho a inventar
um mundo de assombros
que dá gosto visitar.
Apetece chamar-lhe irmãos
e deixar brilhar os olhos
nas páginas das suas mãos.

José Jorge Letria in Poetas de hoje e de ontem

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Poema

Posted by bibliobeiriz em Fevereiro 26, 2009

Nós somos o chão e a pedra,
A igreja e o convento,
A muralha da cidadela
O cais de onde partiu
Certo dia a caravela.

O forte e pelourinho
Que por vezes encontramos
No meio de um caminho,
Mas também a velha anta
pré–histórica e soberana
Que ganhou verdete e fama
E a pegada do dinossáurio
Ou um teatro romano
Numa rua de Lisboa.

Os monumentos e os sítios
existem para nos lembrar
que foi longa a caminhada
que fizemos para aqui chegar
tendo pouco para esquecer
E tanta coisa para lembrar.

“Dia dos Monumentos e sítios”  de  José Jorge Letria in O livro dos dias (AMBAR)

A propósito da exposição “Os monumentos do nosso concelho” com maquetes elaboradas pelos alunos do Curso de Educação e Formação de Adultos (nível B3) representando alguns dos monumentos mais importantes do concelho. Patente na sala de convívio dos alunos.
efab3monumentos09-2 efab3monumentos09-23 efab3monumentos09-29 Ver mais fotos aqui

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“O Dia dos Direitos do Homem”- poema

Posted by bibliobeiriz em Dezembro 10, 2008

Mostra-nos sempre imperfeitos
este dia que revela
os nossos muito defeitos,
já que a justiça do mundo
por igual deve servir
os homens e as mulheres
sem ninguém querer excluir.
E se os direitos são humanos,
da igualdade hão-de fazer
a regra que nos imponha
os princípios a valer,
que são sempre os que mais contam,
aconteça o que acontecer.

José Jorge Letria in O livro dos dias (AMBAR)

Entradas sobre Direitos Humanos no blogue

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Dia Mundial da Criança

Posted by Manuela DLRamos em Junho 1, 2007

Livro do dia:

Cem Poemas Portugueses Sobre a Infância > , de José Fanha, José Jorge Letria. Terramar, Lisboa 2004

………………………………………
“Dia Mundial da Criança”  explicado às… crianças   > no Site Junior, TE

Outros apontadores aqui

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Um livro: Zeca Afonso e a Malta das Cantigas

Posted by bibliobeiriz em Abril 25, 2007

> José Jorge Letria, Terramar , 2002
Zeca Afonso e a Malta das Cantigas >, José Jorge Letria  (Terramar, 2002)«Disse-vos que um dia vos contaria uma história que aconteceu antes de vocês nascerem, num tempo difícil e incerto. É o que vou fazer em seguida, como quem remexe num velho álbum de fotografias sem temer o que a memória, em exercício de revisitação, pode trazer à superfície.

Vou falar-vos de um tempo em que este País até medo tinha de pronunciar a palavra “liberdade”, por ser considerada subversiva e ameaçadora para a ditadura. Não havia partidos nem liberdade de associação e de reunião porque o regime político que governava Portugal receava as ideias novas e as mudanças que elas podiam provocar.

Tudo era vigiado e controlado. O medo morava em toda a parte e as paredes tinham ouvidos atentos e olhos vigilantes. Havia uma guerra em África onde se era ferido e se morria sem se saber muito bem como nem porquê. Era muito elevada a taxa de analfabetismo, porque ler era saber mais e e ganhar o gosto de ser perguntador. A pobreza nos campos levava muitos milhares de pessoas a emigrarem. Outros partiam por não quererem fazer uma guerra com que não concordavam e levavam consigo a inteligência e a generosidade da juventude. O exílio era o seu destino  e a sua amarga sina.

E, contudo, apesar do medo que espalhava os seus múltiplos tentáculos, havia quem tivesse a coragem de erguer a voz e de cantar contra a máquina de opressão e do silêncio. Assim nasceu, na ausência da liberdade e da democracia, a canção política e com ela, o coro do descontentamento e da revolta que , em 25 de Abril de 1974, se tornaria imensa festa a encher as ruas e as praças. (…)»  in  Zeca Afonso e a Malta das Cantigas >, José Jorge Letria >  (Terramar > , 2002)

Apontadores relacionados:

  • Memória de um Tempo em que a Poesia também Cantava  > 
  • Arquivo de Som >  do Centro de Documentação do 25 de Abril >

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