Para reflexão
Nuno Crato no Expresso desta semana (escrevendo a propósito do caso da docente que plagiou a tese de doutoramento): «Com a insistência em trabalhos “investigativos” que têm como pretexto desenvolver a criatividade dos estudantes, mas que os transformam em praticantes do corte-e-cola da Internet, começa-se a dar a impressão de que “investigar” é copiar.
Claro que os trabalhos livres são educativos, desde que em moderação e com assistência do professor. Só com adequado acompanhamento se pode perceber se o aluno aprende alguma coisa, reinterpreta alguma coisa ou se tudo se limita a ser uma iniciação ao plágio. (…)»
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Ler entradas publicadas aqui no blogue sobre o tema do plágio :
- A ler na imprensa: plágio e internet na escola
- A moda do “copy/paste” ou a “questão do plágio e do copianço”
- A ler na imprensa: No Jornal de Notícias > «O QUE É PLAGIAR?
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