«Ser mãe é o trabalho mais difícil do mundo. Mas também é o melhor.
Este comercial da P&G honra todo o esforço que todas as mães fazem para ajudar seus filhos a alcançar o sucesso, mostrando as incríveis mães que existem por trás de um atleta Olímpico dos jogos de Londres de 2012. O trabalho mais difícil do mundo é com certeza o melhor trabalho do mundo.»
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“O melhor trabalho do mundo…”
Publicado por Manuela DL Ramos em Maio 6, 2012
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Hans Christian Andersen
Publicado por Manuela DL Ramos em Abril 2, 2012
O Dia Mundial do Livro Infantil - que hoje se comemora - é também um dia de homenagem a Hans Christian Andersen, o escritor dinamarquês nascido a 2 de Abril de 1805.
Sem posses e tendo como única herança do avô e do pai o bichinho de ouvir e contar histórias, HCA mostra toda a sua enorme determinação ao viajar sozinho para tentar a sua sorte no Teatro Real de Copenhague com 14 anos apenas. O relato da sua vida extrordinária já foi tema de biografias e obras cinematográficas >, e o próprio escritor intitulou uma das suas autobiografias, Mit Livs Eventyr (1855), traduzida por The Fairy Tale of My Life, O Conto de Fadas da Minha Vida.
Hans Christian Andersen inicia a publicação dos seus célebres contos de fadas em 1835, tendo escrito ao todo 156, até 1872. (1 e 2)
Em Portugal, que visitou em 1866, os seus “contos de encantar” também são publicados e traduzidos por nomes conhecidos da Literatura Portuguesa como Guerra Junqueiro (logo em 1877), Maria Amélia Vaz de Carvalho e Gonçalves Crespo e mais tarde, Ana Castro Osório, Cabral do Nascimento, Herberto Helder, Ilse Losa, Ricardo Alberty entre outros. (3 e 4)
Os contos mais conhecidos de HCA podem ser lidos nas várias antologias que temos na Biblioteca e também nos seguintes sítios:
> Contos de Hans Christian Andersen (in Era uma Vez) do Centro de Competência Nónio Séc. XXI da ESE de Santarém. Para ler e ouvir!
> Páginas da Biblioteca Nacional dedicadas ao autor (a propósito do bicentenário do seu nascimento).
- OUTRAS SUGESTÕES:
- Visita virtual ao Museu de Hans C. Andersen, em Odense
- Curto (o.47) tributo cinematográfico com algumas das personagens dos contos de Andersen em versão Disney. Tributo original mais longo (mais de 7m.) aqui.
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- e ainda: Exposição Hans Christian Andersen comissariada por Niels Fischer na Amadora, patente até 30 Junho 2012. (programa/pdf)
Referências bibliográficas:
- Centro Hans Christian Andersen
- Hans Christian Andersen- Wikipedia
- Literatura Infantil Portuguesa (googlebook) mostra da obra de HCA a propósito da comemoração pela BN do Dia Int. do Livro Infantil em 1980, e dos 175 anos do nascimento de HCA
- Andersen em Portugal: das Traduções às Recriações (pdf) por Leonor Riscado
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Inventão, conta uma história…
Publicado por Manuela DL Ramos em Maio 13, 2011
«Inventão, conta uma história,
Inventa uma aventura qualquer.
– A verdade é tão ilusória!
– Só em histórias se pode crer!
Conta a do Rei Ninguém, a da Rainha Nenhuma,
a do Capitão, a do Ladrão, qualquer uma!
.
Era uma vez um Rei…
(A do rei era bonita mas não a sei!)
Era uma vez uma Rainha…
(A da Rainha é tão pequenina!)
Era uma vez um Gigante…
(A do Gigante é tão grande!)
Era uma vez um Português & um Chinês…
(Não me façam contar a do Chinês outra vez!)
Era uma vez uma Cabra…
(A da Cabra nunca mais acaba!)
Era uma vez um Animal…
(A do Animal acaba tão mal!)
Que história contarei?
Tem que ser uma história que eu saiba,
Que não seja muito pequena mas que caiba,
Uma história simples (a da Fada é tão complicada!)
Que acabe bem
E se possível que comece bem também.
Tinha pensado na história do Cão…
Mas a história do Cão é tão! (…)»
MAP, ”Anão Anão & Assim Assim” in O Inventão (1987)
Aqui deixamos, em jeito de homenagem, um excerto de um dos textos de Manuel António Pina mais apreciados na nossa BE, justamente o que dá nome ao livro que, nas palavras de Álvaro Magalhães, «… é talvez o melhor livro de sempre na literatura infantil» (citado por Rita Pimenta in Público de 13 de Maio de 2011).
Parabéns Manuel António Pina pelo Prémio Camões 2011! >
- «O Prémio Camões (…) instituído pelos governos do Brasil e de Portugal em 1988, é atribuído aos autores que tenham contribuído para o enriquecimento do património literário e cultural da língua portuguesa.Este prémio é considerado o mais importante prémio literário destinado a galardoar um autor de língua portuguesa pelo conjunto da sua obra.» (fonte)
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Obrigada, Ilse Losa
Publicado por Manuela DL Ramos em Março 20, 2011
Pelo Manuel e o Faísca, pelo Estrelinhas e oTristão, pela Beatriz e o seu Plátano, pelo Duque, e por todos os outros amigos e amigas (sem esquecer Anne Frank, cujo diário traduziste) que nos preencheram, desde o momento em que os conhecemos, os nossos corações. Sem ti, e sem eles, sentir-nos-íamos mais solitários e sem este enorme orgulho de os termos, e de te termos tido a escrever na nossa língua e a viver entre nós. Obrigada!
foto da escritora retirada daqui
- Hoje, faria 98 anos -
- Ilse Losa: breve perfil de uma autora a ler e reler
- Ilse Losa- Biobibliografia (Boletim da Biblioteca de Alpiarça)
- Sobre os Contos de Anne Frank
- Ilse Losa aqui no Blogue
- Beatriz e o Plátano (no slideshare)
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Citação – poesia
Publicado por Manuela DL Ramos em Dezembro 11, 2010
«Nobody reads poetry, we are told at every inopportune moment. I read poetry. I am somebody. I am the people, too.[...] If I wanted to understand a culture, my own for instance, and if I thought such an understanding were the basis for a lifelong inquiry, I would turn to poetry first. For it is my confirmed bias that the poets remain the most ‘stunned by existence,’the most determined to redeem the world in words´. » — in Carolyn D. Wright quotes
Post dedicado a Liu Xiaobo, Prémio Nobel da Paz 2010
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Canção de embalar
Publicado por bibliobeiriz em Julho 6, 2010
para MATILDE ROSA ARAÚJO (1921- 2010)
Dorme em meus braços sonhando
O filho que nunca tive
Ele acorda perguntando
- Minha mãe onde é que vive?
Dorme em meus braços sonhando
Menino do meu bem-querer:
Não te sei dizer quando
Um dia eu vou responder.
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PROFESSOR! PROFESSOR!
Publicado por bibliobeiriz em Outubro 5, 2009
Aproveitando a onda da Mónica e da sua turminha ; -) aqui vai mais uma cançãozinha.
Nota: a letra da canção estã reproduzida em comentário.
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Maria Keil homenageada
Publicado por bibliobeiriz em Julho 14, 2009
Com esta imagem sugestiva -e muito apropriada para as férias (ilustração de Maria Keil para a capa do livro O Verão é o Tempo Grande de Maria Isabel César Anjo)- associamo-nos à homenagem a uma das nossas ilustradoras preferidas, no dia em que lhe foi entregue o Grande Prémio Aquisição /2009 - “um galardão que distingue, anualmente, um artista com obra representativa na pintura, escultura e arquitectura” (fonte) – atribuído em Abril, pela Academia Nacional de Belas Artes .
Apontadores:
-Notícia no Público e entrada no blogue Letra pequena sobre o evento.
-”Artista ou operária?” entrevista por Rita Pimenta (Pública, 15 de Julho de 2007)
-Artigo sobre esta multifacetada artista -”pintora, ilustradora, decoradora de interiores, designer de mobiliário, ceramista, cenógrafa e figurinista, autora de tapeçarias e de composições azulejares“- no tipografos.net
-Páginas dedicadas à obra infantil da ilustradora, na BN.
………………………………….
Na nossa BE temos os seguintes livros com a marca de Maria Keil
(ordenação cronológica por data de edição, via BN):
- Os presentes / Maria Keil. Lisboa : Livros Horizonte, 1979.
- Lote 12, 2o frente / Alice Vieira ; il. Maria Keil. 2a ed. Lisboa : Caminho, 1983.
- O gato dourado / Matilde Rosa Araújo ; il. Maria Keil. Lisboa : Horizonte, 1985.
- O palhaço verde : novela infantil / Matilde Rosa Araújo ; il. Maria Keil. 5a ed. Lisboa : Livros Horizonte, 1995.
- O livro de Marianinha : lengalengas e toadilhas em prosa rimada / Aquilino Ribeiro ; il. Maria Keil. 2a ed. Venda Nova : Bertrand, 1993.
- A abelha Zulmira / Teresa Balté ; il. Maria Keil. 3a ed. Porto : Asa, 1998
- As cançõezinhas da Tila / textos Matilde Rosa Araújo ; il. Maria Keil ; partituras Fernando Lopes Graça. 1a ed. Porto : Civilização, 1998.
- Segredos e brinquedos / Matilde Rosa Araújo ; il. Maria Keil. Lisboa : Caminho, 2000.
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“A única prisão real é o medo. E a única liberdade real é a liberdade de não ter medo.”
Publicado por bibliobeiriz em Setembro 28, 2007
- Aung San Suu Kyi (Wikipedia)
Aung San Suu Kyi- The Nobel Peace Prize 1991
…
Ler na Imprensa:
Lágrimas de Aung San Suu Kyi
Burma’s silent symbol of hope
….,,
Unplayed Piano por Damien Rice e Lisa Hannigan
>Ouvir aqui (excerto 1′, 28- fonte Free Aung San Suu Kyi )
>Ver e ouvir aqui (YouTube)
«Come and see me
Sing me to sleep
Come and free me
Hold me if i need to weep
Maybe it’s not the season
Maybe it’s not the year
Maybe there’s no good reason
Why i’m locked up inside
Just cause they wanna hide me
The moon goes bright
The darker they make my night
Unplayed pianos
Are often by a window
In a room where nobody loved goes
She sits alone with her silent song
Somebody bring her home
Unplayed piano
Still holds a tune
Lock on the lid
In a stale, stale room
Maybe it’s not that easy
Or maybe it’s not that hard
Maybe they could release me
Let the people decide
I’ve got nothing to hide
I’ve done nothing wrong
So why have i been here so long?
Unplayed pianos
Are often by a window
In a room where nobody loved goes
She sits alone with her silent song
Somebody bring her home
Unplayed pianos
Are often by a window
In a room where nobody loved goes
She sits alone with her silent song
Somebody bring her home
Unplayed piano
Still holds a tune
Years pass by
In the changing of the moon. » (ver tradução em br.)
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