A Árvore
Histórias pequenas de gente pequena
As violetas
Do outro lado da porta
Uma escritora na escola
Os livros têm boca
Conversinhas no jardim
Ler+Ler Melhor
Na RTP-de segunda a sexta, duas vezes por dia, no horário 12h50 e 19h50.
«(...) o programa tem como objectivo promover a leitura e divulgar todas as novidades da edição livreira nos mais diversos géneros e para todas as idades.
(...) "LER +, Ler Melhor ouve a opinião de especialistas ligados ao livro e à literatura, desde os escritores aos editores, passando naturalmente pelos críticos.»
Esta comemoração tem como objetivo promover um uso mais responsável e seguro das tecnologias em linha e dos telemóveis, especialmente entre as crianças e os jovens de todo o mundo.
Este ano o tema do SID é “Aproximar Gerações” e o slogan “Descobrir o mundo digital em conjunto… com segurança!”
“Connecting generations and educating each other”- ”Discover the digital world together… safely!”
As Metas de Aprendizagem na área das Tecnologias da Informação e Comunicação * para o Ensino Básico (1.º Ciclo, 2º ciclo e 3º ciclo) distribuídas por 4 domínios:
*«Ainda que da responsabilidade de uma equipa de especialistas em TIC, o desenvolvimento das metas na área das TIC foi equacionado numa perspectiva transversal e em estreita articulação com as restantes áreas científicas, tanto do ponto de vista horizontal, como em termos de sequência e progressão ao longo dos quatro períodos considerados, aliás de acordo com a filosofia explicitamente assumida no Currículo Nacional do Ensino Básico (Dec-Lei 6/2001 de 18 de Janeiro >) – as TIC como “formação transdisciplinar”. » (MA)
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Ver a proposta para as MA das TIC , da autoria de Fernando Albuquerque Costa (Coordenador da equipa responsável pela elaboração das Metas da Aprendizagem nesta área)
«A Hemeroteca Digitalsítio da Hemeroteca Municipal de Lisboa (HML), tem por objectivo a construção duma biblioteca digital de jornais e revistas caídos em domínio público. Com este projecto pretende-se criar um sítio de referência para a consulta em linha e difusão pública do universo fascinante da imprensa periódica portuguesa.» (via a Educação do meu umbigo > )
“O primeiro de uma série de artigos sobre o modo com a Internet e outras dinâmicas tecnológicas e sociais estão a mudar a maneira como as pessoas lêem.” via a educação do meu umbigo
Para saber mais sobre o projecto CRIE na Escola consultar o blogue CRIEBEIRIZ – AGRUPAMENTO CAMPO ABERTO mantido pela profª de Físico-Química Cátia Costa.
FOTO: alguns computadores do CRIE (acrónimo para Computadores, Rede e Internet nas Escolas) têm sido requisitados e usados na BE para a elaboração de trabalhos, sendo dos recursos mais utilizados pelos alunos.
No jornal Público de hoje em destaque: “Plágio com recurso à Internet é problema nas escolas portuguesas” > (por Bárbara Wong ):«Está ao alcance dos dedos. Basta aceder a um site, copiar e colar. O método começa a ser usado aos 10 anos e pode continuar por toda a vida académica. » (ler transcrição da notícia completa aqui)
“O fenómeno preocupa docentes de todo o mundo“
“Na Wikipédia está tudo tão bem escrito que não vale a pena mudarmos nada“> (por Andreia Sanches) :«Os sites de tradução automática servem para fazer os trabalhos de Inglês. Há sites para todos os temas escolares imagináveis. E há quem se limite a fazer “corta e cola” da Wikipedia.»(ler transcrição da notícia completa aqui)
“A Internet torna mais fácil copiar, mas a tecnologia também tornou muito mais fácil detectar as cópias.”(ler transcrição de parte da notícia aqui)
Acções de promoção do livro e da leitura -no Bibliotequices
«Promover o “consumo” de um livro implica, em diferentes fases e níveis de actuação, diversas acções:
Promover a leitura em termos de técnica da leitura: desenvolver técnicas para ir desde o b-a-bá até à leitura de livros científicos.
Exibir o livro de forma apelativa e criativa
Facilitar o seu acesso ao livro, nas suas diferentes formas de apresentação e versões (desde o livro de edição de luxo à edição de bolso, desde o braille ao e-book e ao audiobook).
Desenvolver a paixão pela leitura, desde os exemplos de referência, ao grupo de pares e à promoção mediática da leitura.
Identificar os interesses do leitor que revela vontade de ler e desenvolver esses interesses através da orientação para a diversidade de géneros e autores de forma a desenvolver noções de cultura universal através da leitura.
Focalizar o trabalho no leitor individual, identificar quem poderá ter interesse num determinado livro e então fazer chegar essa informação ao interessado de uma forma apelativa.
Orientar acções para quem não revela interesse na leitura descobrindo que portas (ou janelas) se poderão utilizar como entrada para a leitura .
Criar nos promotores de leitura a noção de que os indivíduos não serão conquistados para a leitura todos da mesma forma, muito menos da forma que nos conquistou.
Abrir horizontes dos próprios promotores de leitura: existem novos géneros, novos autores, novos fenómenos literários. Nós não lemos apenas por prazer, também é uma profissão pelo que não existem géneros nem autores proscritos.»
É o título da peça publicada no suplemento DIGITAL do jornal Público de hoje em que são sugeridos, com as devidas especificações, alguns programas ou serviços de acesso gratuito. Desde processadores de texto a editores de imagem, passando por obras de referência e programas interactivos de âmbito disciplinar, a lista é bastante abrangente e a sua publicação oportuna.
Para já, aqui ficam apenas os apontadores dos programas e serviços referidos: