A Árvore
Histórias pequenas de gente pequena
As violetas
Do outro lado da porta
Uma escritora na escola
Os livros têm boca
Conversinhas no jardim
Ler+Ler Melhor
Na RTP-de segunda a sexta, duas vezes por dia, no horário 12h50 e 19h50.
«(...) o programa tem como objectivo promover a leitura e divulgar todas as novidades da edição livreira nos mais diversos géneros e para todas as idades.
(...) "LER +, Ler Melhor ouve a opinião de especialistas ligados ao livro e à literatura, desde os escritores aos editores, passando naturalmente pelos críticos.»
Ai que alegria ouvir-te tocar Igual ao som de uma harpa No meio desta correria Surgiste tu, uma flor a crescer…
Canção criada pela turma do 6º C no ano letivo de 2009/2010 no âmbito do projecto“Beiriz adopta um escritor”com letra original e música adaptada do conhecido “Pipes of Peace” do Paul McCartney.
O Dia Mundial do Livro Infantil - que hoje se comemora - é também um dia de homenagem a Hans Christian Andersen, o escritor dinamarquês nascido a 2 de Abril de 1805.
Sem posses e tendo como única herança do avô e do pai o bichinho de ouvir e contar histórias, HCA mostra toda a sua enorme determinação ao viajar sozinho para tentar a sua sorte no Teatro Real de Copenhague com 14 anos apenas. O relato da sua vida extrordinária já foi tema de biografias e obras cinematográficas >, e o próprio escritor intitulou uma das suas autobiografias, Mit Livs Eventyr (1855), traduzida por The Fairy Tale of My Life, O Conto de Fadas da Minha Vida.
Hans Christian Andersen inicia a publicação dos seus célebres contos de fadas em 1835, tendo escrito ao todo 156, até 1872. (1 e 2)
Em Portugal, que visitou em 1866, os seus “contos de encantar” também são publicados e traduzidos por nomes conhecidos da Literatura Portuguesa como Guerra Junqueiro (logo em 1877), Maria Amélia Vaz de Carvalho e Gonçalves Crespo e mais tarde, Ana Castro Osório, Cabral do Nascimento, Herberto Helder, Ilse Losa, Ricardo Alberty entre outros. (3 e 4)
Os contos mais conhecidos de HCA podem ser lidos nas várias antologias que temos na Biblioteca e também nos seguintes sítios:
Curto (o.47) tributo cinematográfico com algumas das personagens dos contos de Andersen em versão Disney. Tributo original mais longo (mais de 7m.) aqui.
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e ainda: Exposição Hans Christian Andersen comissariada por Niels Fischer na Amadora, patente até 30 Junho 2012. (programa/pdf)
Literatura Infantil Portuguesa (googlebook) mostra da obra de HCA a propósito da comemoração pela BN do Dia Int. do Livro Infantil em 1980, e dos 175 anos do nascimento de HCA
A ÁRVORE DOS ABRAÇOS POÉTICOS, que ajudámos a construir durante o mês de Março, constitui o nosso contributo para a iniciativa ÁRVORES DE TODOS PARA TODOS, proposta da equipa da BE do agrupamento de escolas de A-Ver-O-Mar a todos os agrupamentos do Concelho da Póvoa de Varzim, com o objetivo de comemorar o DIA MUNDIAL DA POESIA.
Num ritual que todos os anos se repete e se renova, revisitámos em conjunto os poetas e os seus poemas e deixamo-nos enlevar e inspirar. Sob o lema da solidariedade e cooperação – aproveitando a sugestão do Plano Nacional de Leitura para a Semanada Leitura, os alunos criaram os seus poemas tendo como mote um ou mais versos de poetas da lusofonia. O resultado foi por vezes surpreendente e sempre compensador, como o pode ser um abraço cheio de significado e memória.
Cumpriu-se plenamente o objectivo desta actividade: «LEMBRAR À COMUNIDADE QUE TODOS OS POETAS ESTÃO VIVOS, QUE TODOS OS ALUNOS SÃO POETAS» citando o texto enviado à comunicação social pela equipa promotora.
A amostra do trabalho realizado nas escolas esteve presente de 21 a 26 de Março no Diana-Bar, no âmbito da comemoração do Dia Mundial da Poesia promovida pela Câmara Municipal
Os poemas criados pelos alunos podem ser lidos no blogue ÁRVORE DOS ABRAÇOS POÉTICOS .
Nota: Como sabemos que alguns se atrasaram no envio dos poemas, aproveitamos para informar que continuamos à espera ;-) pois ainda virão a tempo.
A comunidade educativa aderiu entusiasmada à atividade de encerramento do 2º período proposta e coordenada pelo Grupo de EMRC. Todas as turmas elaboraram um pequeno tapete de flores utilizando os materiais tradicionais que incluem, para além das flores e verduras, areia, serrim e sal.
Houve tapetes para todos os gostos e a tradição aliou-se à inovação e criatividade.
Publicado por Manuela DL Ramos em Fevereiro 24, 2012
Literalmente…
Porque o sol entrava indiscreto pelo auditório encenando em contra-luz os escritores; porque estes falaram de modo brilhante das palavras e do seu poder transformador; porque demonstraram de forma clara que os textos não precisam necessariamente de ser complicados para nos tocarem, nos surpreenderem, nos ajudarem a “ler” o mundo, os outros, nós mesmos.
Aqui fica aqui o registo de um desses momentos: Sandro William Junqueira diz “A propósito de Estrelas” poema de Adília Lopes (in Um Jogo Bastante Perigoso, 1985)
…
A propósito de estrelas
Não sei se me interessei pelo rapaz
por ele se interessar por estrelas
se me interessei por estrelas por me interessar
pelo rapaz hoje quando penso no rapaz
penso em estrelas e quando penso em estrelas
penso no rapaz como me parece
que me vou ocupar com as estrelas
até ao fim dos meus dias parece-me que
não vou deixar de me interessar pelo rapaz
até ao fim dos meus dias
nunca saberei se me interesso por estrelas
se me interesso por um rapaz que se interessa
por estrelas já não me lembro
se vi primeiro as estrelas
se vi primeiro o rapaz
se quando vi o rapaz vi as estrelas
Adília Lopes Um Jogo Bastante Perigoso, 1985 (fonte)
(Ler apontamento da profª Gisela Silva e ver mais imagens do evento aqui)
Publicado por Manuela DL Ramos em Janeiro 31, 2012
«Neste vídeo animado poderá ficar a conhecer de um modo divertido a vida e os feitos do primeiro rei de Portugal D. Afonso Henriques.
Este trabalho, com argumento e realização da autoria de Pedro Lino, resulta de uma parceria conjunta entre o Museu Alberto Sampaio e a Câmara Municipal de Guimarães, tendo sido desenvolvido no âmbito das Comemorações dos 900 Anos do Nascimento do primeiro monarca português.
Da Batalha de S. Mamede à Bula Manifestis Probatum, do casamento à sucessão… nada é esquecido neste filme que estamos certos fará as delícias de miúdos e graúdos!» Fonte Museu Albert0 Sampaio
Testa aqui os teus conhecimentos sobre o fundador do reino de Portugal
Um dos 24 títulos desta coleção que a nossa escola recebeu, no ano passado, no âmbito do Concurso «Quem Conta um Conto… acrescenta um ponto» (organizado pelo semanário Sol em parceria com o Plano Nacional de Leitura). Deste livro recebemos 18 exemplares.
PARA SABER MAIS
«Foi inspirado pelas suas próprias desventuras amorosas e pela peça de Shakespeare, Romeu e Julieta, que Camilo Castelo Branco escreveu Amor de Perdição, o seu romance mais famoso. Obra emblemática do Romantismo português, Amor de Perdição conta-nos a história de Simão Botelho e Teresa de Albuquerque, dois jovens que pertencem a famílias distintas de Viseu. Entre ambos nasce um amor que são obrigados a calar pois as suas famílias são rivais e tudo farão para os separar. Mas os amantes acabarão por mostrar através do mais dramático dos actos, que nada, nunca, destruirá o sentimento que os une.» in Camilo Castelo Branco- Amor de Perdição- blogue da editora Leya sobre a obra.
«Amor de Perdição - Novela composta em 1861, por Camilo Castelo Branco, durante o tempo em que o autor esteve preso por adultério na cadeia da Relação do Porto. Foi baseada num episódio real da vida de um tio seu, Simão Botelho, que lhe teria sido contado por uma tia, e cujo registo o autor teria encontrado nos livros de assentamentos da cadeia (…). Continuar a ler In Infopédia[Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2012. [Consult. 2012-01-14]. Disponível na www: <URL: http://www.infopedia.pt/$amor-de-perdicao>.
A Nau Catrineta que tem Muito que Contar de António Torrado, ilustrada por Paula Soares, numa edição escolar da Civilização Editora, foi o livrinho que oferecemos aos “top-leitores” do 1º período. (ver nota para professores)
«Quem lembra a Nau Catrineta quem a chora e a lastima, ondas do mar abaixo ondas do mar acima?
Quem vira costas aos cais que da espera se arruína, ondas do mar abaixo ondas do mar acima?
Quem, de janelas fechadas, enlutadas, desanima, ondas do mar abaixo ondas do mar acima?
Neste silêncio de mais pelo cais, onde a neblina apaga esquinas, umbrais, um velho arrais se aproxima..
A névoa que traz nos olhos a névoa que o encortina arranca flocos de névoa, trovas de pranto em surdina: “Eu sei da Nau Catrineta que tem muito que contar, Foi EI- Rei quem ordenou que a fossem aparelhar. O capitão a aparelha nem mais tinha que esperar, ao sair da barra fora tudo era arrebicar. (…)”»
continuar a ler no blogue do Contador de Histórias
Para saber mais:
«A Nau Catrineta é um poema romanceado por um anónimo, relativo às viagens para o Brasil ou para o Oriente. Segundo Almeida Garrett, o romance popular A Nau Catrineta terá sido baseado no episódio sobre o Naufrágio que passou Jorge de Albuquerque Coelho, vindo do Brasil, no ano de 1565, que integra a História Trágico-Marítima. Este poema, que Garrett incluiu no seu Romanceiro (1843-1851), foi bastante difundido pelos países setentrionais.
Diz a lenda que decorria o ano de 1565 quando saiu de Pernambuco a nau “Santo António” com destino a Lisboa, levando a bordo Jorge de Albuquerque Coelho, filho do fundador daquela cidade. Pouco depois de deixarem terra, avistaram uma embarcação que vinha na sua direção e que identificaram como um navio corsário francês, que pilhava os barcos naquelas paragens. Dado o alerta, pouco adiantou desfraldarem todas as velas, pois o “Santo António” tinha os porões demasiado carregados. A abordagem dos corsários foi rápida e eficaz: a nau foi saqueada com todos os seus haveres e deixada à deriva no mar sob o sol escaldante. Os tripulantes mais fracos ou feridos em combate foram morrendo de sede e de escorbuto e os que iam sobrevivendo não esperavam melhor sorte. O desespero apoderou-se dos marinheiros e um deles cheio de fome tentou arrancar pedaços de carne de um companheiro moribundo. Alertados pelos gemidos do homem, acercaram-se dele todos os sobreviventes, uns, para evitarem a ação desesperada, e outros, para nela participarem. Os ânimos estavam já muito exaltados, quando a voz de Jorge de Albuquerque Coelho se levantou, aconselhando-lhes calma e apelando para a sua dignidade de homens. Os marinheiros serenaram, enquanto a nau continuava à deriva. Por fim, foi avistada terra portuguesa, onde todos foram acolhidos e tratados. Conta-se que, muitos anos depois, Jorge de Albuquerque Coelho, já de idade avançada, se sentava em frente ao mar rodeado de amigos para contar a sua história que começava assim: “Lá vem a nau Catrineta, que tem muito que contar. Ouvi, agora, senhores, uma história de pasmar…”.»
A Nau Catrineta. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2012. [Consult. 2012-01-01]. Disponível na www: <URL: http://www.infopedia.pt/$a-nau-catrineta,2>.
Imagem: tapeçaria de Portalegre reproduzindo “A Nau Catrineta” de Almada Negreiros, executada a partir dos painéis da Gare Marítima de Alcântara. (ver fotos dos painéisaqui)
Ler a versão popularizada por Almeida Garrett aqui e cantada por Fausto
.
(Nota para professores: o texto de António Torrado não é de leitura fácil pois caracteriza-se por um vocabulário e construção frásica incomuns. Não se trata de uma adaptação para crianças, simplificada, mas sim de uma versão literária da lenda que narra as desventuras da nau quinhentista e dos seus tripulantes. Não creio que seja de todo apropriado para o 3º ano do 1º ciclo (como talvez por lapso vem aconselhado nas lista do PNL); para este nível etário é mais apropriada a divertida Nau Mentireta de Luísa Ducla Soares, (infelizmente esgotada), efetivamente aconselhada para o 2º ano)
Publicado por Manuela DL Ramos em Dezembro 24, 2011
Coro dos Alunos da Escola E.B. 2,3 de Beiriz durante a Festa de Natal
«Então é Natal, e o que você fez?
O ano termina, e nasce outra vez
Então é Natal, a festa Cristã
Do velho e do novo, do amor como um todo
Então bom Natal, e um ano novo também
Que seja feliz quem, souber o que é o bem
Então é Natal, pro enfermo e pro são
Pro rico e pro pobre, num só coração
Então bom Natal, pro branco e pro negro
Amarelo e vermelho, pra paz afinal
Então bom Natal, e um ano novo também
Que seja feliz quem, souber o que é o bem. (…)»
Publicado por Manuela DL Ramos em Novembro 17, 2011
Apresentação do livro+cd com oito canções originais da autoria dos alunos do 5º D (2010-2011) e do professor de Educação Musical e Área de Projeto, Isaías Ramos.
Depois de estudarem a vida nos charcos, os alunos recriaram essa biodiversidade com desenhos, poemas e músicas. Da compilação e arranjo dos trabalhos realizados sob a orientação da professora de EVT e Área de Projeto Inês Vilar, surgiu um livro com toda a informação científica e artística a que chamaram O povo charquês, destinado à Biblioteca da Escola.
Desse primeiro livro foi extraído um segundo, contendo apenas a componente artística intitulado Peixe de Papel que agora aqui se apresenta.