BiblioBeiriz

Serviços de Biblioteca – Agrupamento de Escolas Campo Aberto – Escola E.B. 2/3 de Beiriz

Archive for Dezembro, 2009

Citação

Posted by bibliobeiriz em Dezembro 31, 2009

«Aquilo que uma Escola pensa da sua Biblioteca é uma medida daquilo que pensa sobre a educação»
Harold Howe

(fonte: Quotations about how Library Media Centers & Specialists Impact Student Achievement)

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“O Inverno” – poema de Eugénio de Andrade

Posted by Manuela DLRamos em Dezembro 21, 2009

Velho, velho, velhoinverno_alfredomartins
Chegou o Inverno.

Vem de sobretudo,
Vem de cachecol,

O chão onde passa
Parece um lençol.

Esqueceu as luvas
Perto do fogão:

Quando as procurou,
Roubara-as um cão.

Com medo do frio
Encosta-se a nós:

Dai-lhe café quente
Senão perde a voz.

Velho, velho, velho.
Chegou o Inverno.

Eugénio de Andrade (1923 –2005)  in Aquela nuvem e outras  (fonte)

Ilustração de Alfredo Martins para a edição de 1999 * (Editora Campo das Letras ISBN 972-6102-21-9)

 

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Boas Festas

Posted by bibliobeiriz em Dezembro 18, 2009

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Carta ao Pai Natal- Boss AC

Posted by Manuela DLRamos em Dezembro 15, 2009


in “Ritmo, Amor e Palavras – R.A.P” – 2005

Olá Pai Natal
É a primeira vez que escrevo para ti
Venho de Lisboa e o pessoal chama-me AC
Desculpa o atrevimento mas tenho alguns pedidos
Espero que não fiquem nalguma prateleira esquecidos
Como nunca te pedi nada
Peço tudo duma vez e fica a conversa despachada
Talvez aches os pedidos meio extravagantes
Queria que pusesses juízo na cabeça destes governantes
Tira-lhes as armas e a vontade da guerra
É que se não acabamos a pedir-te uma nova Terra
Ao sem-abrigo indigente, dá-lhe uma vida decente
E arranja-lhe trabalho em vez de mais uma sopa quente
E ao pobre coitado, e ao desempregado
Arranja-lhe um emprego em que ele não se sinta explorado
E ao soldado, manda-o de volta para junto da mulher
Acredita que é isso que ele quer
Vai ver África de perto, não vejas pelos jornais
Dá de comer às crianças ergue escolas e hospitais
Cura as doenças e distribui vacinas
Dá carrinhos aos meninos e bonecas às meninas
E dá-lhes paz e alegria
Ao idoso sozinho em casa, arranja-lhe boa companhia
Já sei que só ofereces aos meninos bem comportados
Mas alguns portam-se mal e dás condomínios fechados
Jactos privados, carros topo de gama importados
Grandes ordenados, apagas pecados a culpados
Desculpa o pouco entusiasmo, não me leves a mal
Não percebo como é que isto se tornou um feriado comercial
Parece que é desculpa para um ano de costas voltadas
E a única coisa que interessa é se as prendas tão compradas
E quando passa o Natal, dás à sola?
Há quem diga que tu não existes, quem te inventou foi a Coca-Cola
Não te preocupes, que eu não digo a ninguém
Se és Pai Natal é porque és pai de alguém
Para mim Natal é a qualquer hora, basta querer
Gosto de dar e não preciso de pretextos para oferecer
E já agora para acabar, sem querer abusar
Dá-nos Paz e Amor e nem é preciso embrulhar
Muita Felicidade, saúde acima de tudo
Se puderes dá-nos boas notas com pouco estudo
Desculpa o incómodo e continua com as tuas prendas
Feliz Natal para ti e já agora baixa as rendas
(letra daqui)

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Canções e poemas de Natal

Posted by Manuela DLRamos em Dezembro 8, 2009

Recursos on line:

Atualização (2013)

………………………..

  • Ver todas as entradas no blogue sobre o NATAL

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“O Poder dos Livros”

Posted by bibliobeiriz em Dezembro 2, 2009

A (re)ler: a entrevista de Anne Rapin a Daniel Pennac (em 2000), publicada no blogue Revisitar a Educação (e de que o Rerum Natura publicou ontem um extracto).   

Destaques (sugeridos por colega bibliotecário > ):
«[..]Regra número um: não envergonhar os iletrados. [..]

 A leitura, além disso, é para elas algumas vezes ameaçada pela maneira como a escola a apresenta, que é puramente “médico-legal” e que funciona muito bem com “os que sabem ler”, mas não com as crianças em dificuldade escolar. […]

Nós, professores, temos tendência, para nosso próprio conforto metodológico e para atingir os objectivos “rentáveis” que nos são determinados, a comportar-nos como usurários: é preciso que haja rendimento, e o mais rápido possível! Eu ensino-lhe uma lição hoje à tarde e você tem de a recitar amanhã. Isto, evidentemente, é necessário para criar nas crianças o hábito da regularidade no trabalho, mas é perfeitamente insuficiente para me dar a garantia de que essa lição será assimilada e que restará alguma coisa dela em dez anos. Da mesma forma, para fabricar verdadeiros leitores é preciso de vez em quando recorrer à informalidade. [..]»

Entrevista orginal:”Le pouvoir des livres, entretien avec Daniel Pennac.”

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