BiblioBeiriz

Serviços de Biblioteca – Agrupamento de Escolas Campo Aberto – Escola E.B. 2/3 de Beiriz

Archive for Maio, 2010

Anda COMIGO PràEscola- reportagens

Posted by bibliobeiriz em Maio 31, 2010

…sobre a grande festa da leitura da passada sexta-feira:

  • “Anda COMIGO PràEscola”  Numa noite primaveril de encantos vários, onde a poesia se fez de sentidos, emoções e partilhas… (no VoxNostra)
  • Anda COMIGO pràEscola ver-me crescer! –  O (Re)Leituras também esteve no “Anda COMIGO pràEscola” e estava todo ‘babado’ por ver o que estava a acontecer. Os nossos meninos (Re)Leituras, os seus professores, encarregado de educação e familiares fortaleceram a nossa convicção: a Escola é de todos e para todos quando a família está com ela. (no Vox Nostra)
  • Uma Festa da Leitura, da Poesia, da Dramatização e da Dança – Ontem em Beiriz, com lideranças inspiradoras, a dedicação e profissionalismo de muitos professores, largas dezenas de alunos, centenas de pais: evidências claras e quentes de uma comunidade sempre em construção, numa noite de primavera.(no Terrear)

Posted in aLeR+, Anda COMIGO PràEscola, Leitura, O (Re)Leituras | 1 Comment »

Anda COMIGO PràEscola

Posted by bibliobeiriz em Maio 27, 2010

Um Convívio de Muitas Letras (clicar no cartaz para aumentar)

No próximo dia 28 de Maio, pelas 19h e 30m, decorrerá na Escola EB2,3 de Beiriz uma actividade aberta à comunidade integrada no projecto “Anda COMIGO P’ràEscola”.

Este convívio pretende ser um projecto aglutinador de três subprojectos desenvolvidos ao longo deste ano lectivo, sendo eles: “A Feira do Livro Usado”, “Beiriz adopta um escritor” e “N’O(Re)Leituras com um escritor”, tendo como principal destaque uma apresentação de todos os trabalhos realizados pelos alunos, professores e encarregados de educação, no propósito de se envolver toda a comunidade educativa numa iniciativa conjunta à volta da leitura.

Desta festa da leitura, destacam-se as presenças dos amigos escritores Álvaro Magalhães e Vergílio A. Vieira.

Para complementar este momento de convívio os alunos de CEF e a Associação de Pais venderão petiscos.

No propósito de se desenvolver uma interacção entre todos os elementos da comunidade educativa, serão presença obrigatória a boa disposição e o convívio entre todos.
A Equipa Coordenadora do Projecto

Posted in "Beiriz adopta um escritor", aLeR+, Anda COMIGO PràEscola, Álvaro Magalhães, O (Re)Leituras | Com as etiquetas : | 1 Comment »

“Um Músico Professor” – Entrevista

Posted by bibliobeiriz em Maio 22, 2010

«Guilherme Madureira nasceu no Porto em 1964. Tem o curso do Conservatório de Música do Porto, dá aulas de saxofone na Escola de Música da Póvoa de Varzim, desde 1989, e lecciona música na Escola EB 2,3 de Beiriz.
Durante 10 anos tocou no Casino da Póvoa, com o grupo de baile Contratempo. Actualmente é o responsável pelo grupo Quorum Ensemble, com Paula Páscoa e Diana Sampaio nos clarinetes, Pedro Fonte, João Cancela e João Rodrigues nos saxofones .»
 
Ler a entrevista no jornal A Voz da Póvoa

Posted in Guilherme Madureira, Imprensa, Música | Com as etiquetas : | 2 Comments »

“Plágios, cópias e outras fraudes”- por Nuno Crato

Posted by bibliobeiriz em Maio 17, 2010

Para reflexão
Nuno Crato no Expresso desta semana (escrevendo a propósito do caso da docente que plagiou a tese de doutoramento): «Com a insistência em trabalhos “investigativos”  que têm como pretexto desenvolver a criatividade dos estudantes, mas que os transformam em praticantes do corte-e-cola da Internet, começa-se a dar a impressão de que “investigar” é copiar.

Claro que os trabalhos livres são educativos, desde que em moderação e com assistência do professor. Só com adequado acompanhamento se pode perceber se o aluno aprende alguma coisa, reinterpreta alguma coisa ou se tudo se limita a ser uma iniciação ao plágio. (…)»

…………………………………..

Ler entradas publicadas aqui no blogue sobre o tema do plágio :

……………………………….

Posted in copy/paste, Imprensa, Opinião, Plágio | Leave a Comment »

O dia de Enid Blyton

Posted by bibliobeiriz em Maio 16, 2010

Ontem celebrou-se em Inglaterra o Dia de Enid Blyton, a famosa autora dos Livros dos Cinco, dos Sete e do … Noddy.
Digam lá se o Bilhete / Programa do evento  não é lindíssimo?! Será que vamos ter também um no “Anda COMIGO prà Escola?”

Posted in Enid Blyton | Leave a Comment »

“Uma visita mais do que inesperada!”

Posted by bibliobeiriz em Maio 16, 2010

A ler aqui o relato da visita que o Gato das Botas fez a casa da professora Gisela. O mais provável é que a torne a visitar (ou será que vai telefonar?) pois esqueceu-se dos seus apontamentos sobre a Semana da Leitura.

Posted in aLeR+, Gisela Silva, O (Re)Leituras, Semana da Leitura | Leave a Comment »

“Estafeta Nacional Pobreza e Exclusão: Eu Passo!”

Posted by bibliobeiriz em Maio 10, 2010

«Desde o dia 13 de Abril e até 21 de Maio, está decorrer uma Estafeta Nacional, não competitiva, designada por Pobreza e Exclusão: Eu Passo!, que pretende sensibilizar para os problemas da pobreza e da exclusão social entre os jovens.

Esta iniciativa é organizada pelo Programa para Inclusão e Cidadania (PIEC), no âmbito do Plano Nacional do Ano Europeu do Combate à Pobreza e à Exclusão Social.

A Estafeta envolve cerca de 2100 jovens dos 142 grupos-turma da Medida PIEF (Programa Integrado de Educação Formação) que, juntamente com todos os cidadãos que queiram participar (a título individual ou enquanto elemento de uma instituição social que se queira associar), vão percorrer todo o país e passar o testemunho ao longo de 1800 quilómetros. (…)» Continuar a ler no Portal das Escolas

Posted in PIEFF | Leave a Comment »

“Estudo diz que ler contos infantis às crianças melhora as suas notas na escola”

Posted by bibliobeiriz em Maio 9, 2010

Mais um estudo que frisa o que para nós é óbvio:Ler com eles compensa!
«Estudo diz que ler contos infantis às crianças melhora as suas notas na escola (por Anabela Ferreira, hoje no DN) : Ler uma história ao seu filho traz mais vantagens do que simplesmente fazê-lo adormecer mais depressa. Pode ajudá-lo a ser bem- sucedido na escola, de acordo com uma investigação levada a cabo pela Universidade de Oxford.

O estudo inglês indica que as crianças a quem os pais lêem histórias têm melhores resultados escolares. Enquanto aquelas a quem os pais nunca leram um livro infantil apresentam maior dificuldade em contar e escrever histórias na escola. Efeitos para os quais especialistas portugueses também chamam a atenção.

“Os miúdos que têm este tipo de actividades com os pais têm melhores condições para desenvolver as suas competências”, reconhece o psicólogo educacional José Morgado . Uma vantagem que a socióloga Maria Manuel Vieira explica pelo facto de a escola se basear numa cultura escrita. “A chave do sucesso escolar é a leitura e a escrita e se isso faz parte da rotina da criança antes desta entrar na escola, aumentam as hipóteses de ela ter sucesso”, explica a socióloga da Educação. “Assim, quando chegam à escola as crianças já viram livros e já estão habituadas a manuseá-los”, acrescenta a socióloga. Por outro lado, “ouvir e ler histórias é um incentivo à imaginação. O texto escrito funciona como ponto de partida para a imaginação”, defende Maria Manuel Vieira.

Além do desenvolvimento cognitivo, José Morgado sublinha o reforço da ligação entre os pais e as crianças, durante a leitura de histórias. “Esta actividade, como qualquer outra que ponha os pais em contacto com os filhos e os estimule, é boa”, lembra o psicólogo educacional.

Para as crianças mais pequenas, ouvir as histórias contadas pelos pais ajuda-os “a dissipar alguns medos e inquietações, porque aprendem a lidar com as situações”, refere José Morgado. O professor do Instituto Superior de Psicologia Aplicada Educacional (ISPAE)  adianta ainda que o hábito da leitura ajuda “a motivar para a aprendizagem”.

Apesar de reconhecer os benefícios da leitura de histórias infantis, José Morgado sublinha que “o facto de os meninos não terem lido ou ouvido histórias antes de irem para a escola, não os condena ao fracasso”. Da mesma forma que uma criança a quem os pais leram muito pode não ter sucesso, acrescenta Maria Manuel Vieira. Ou seja, “não basta ter os meios culturais, também depende de factores, como o tempo que os pais passam com os filhos”, diz.

José Morgado frisa ainda que se deve incentivar a leitura, mas “sem culpar os pais, porque eles às vezes não têm muito tempo para fazer todas as actividades com os filhos”.»

——————————————-

Link directamente relacionado:  Many parents failing to read to children, survey shows (no Guardian):  «Research shows that children who are read to on a regular basis before they start school are most likely to succeed. “It’s a key predictor in terms of educational success,” said Corbett.
Being told stories boosts language and, by feeding the child’s imagination, develops abstract thought.
“Children who are told stories are the ones who first form abstract concepts across the curriculum – in other words, being read to makes you brainy,” Corbett said. “The best writers in the class are always those who are avid readers.” He said parents needed to get the message that reading really matters. “It may be parents have lost faith with this idea, but education is a way out of poverty.”»

———————————–

A propósito:

  • Ler + em família-  Plano Nacional de Leitura
  • Crescer a Ler – in APEI 
  • “Ajude os seus filhos a gostar de ler” in Site Junior, Gerais – Pais e Educadores
  • ————————————

    Posted in Leitura, Ler com eles compensa, Pais e EE, Plano Nacional de Leitura | Leave a Comment »

    Feira do Livro Usado – um convívio de muitas letras

    Posted by bibliobeiriz em Maio 8, 2010

        «Avisam-se todos os alunos, professores e assistentes operacionais do Agrupamento que nos dias 27 (todo o dia) e 28 (tarde e noite) do mês de Maio vai decorrer a “Feira do Livro Usado” (a cargo do 7º B) que estará integrada no projecto “Anda COMIGO prà Escola!” . (clicar)

             (…)   Como se trata de uma feira do livro usado onde se pretende a participação de toda a comunidade educativa, solicita-se que todos os alunos, professores e assistentes operacionais tragam livros usados (sem estarem muito estragados/manchados) que tenham em casa ou que possam solicitar a outros familiares e/ou amigos.

                Os livros:

    • Podem ser de carácter técnico-informativo (dicionários; dicionários ilustrados, prontuários, gramáticas (portuguesa ou de língua estrangeira, francesa, espanhola ou inglesa, por exemplo), enciclopédias (1 ou + exemplares), contos, romances, diários, poesia, etc.; (nota: também se aceitam revistas como por exemplo a revista informativa “Super interessante”, desde que estejam em boas condições).
    • Devem ser entregues na biblioteca.

    Solicita-se uma participação massiva de todo o Agrupamento para que seja possível, a partir da venda dos livros, angariar fundos que visam a construção de um viveiro de pássaro, que ficará a cargo dos alunos da Educação Especial.»

     (imagem daqui –vale a pena espreitar;-)

        Desde meados de Março que se encontra afixado este aviso na entrada da Escola.  Têm trazido livros? Não se esqueçam! Participem!

    Posted in "Beiriz adopta um escritor", Anda COMIGO PràEscola, Feira do Livro, O (Re)Leituras | Leave a Comment »

    “Uma visita inusitada e cheia de promessas!”

    Posted by bibliobeiriz em Maio 8, 2010

    «Ontem, bem cedinho, com as golas rendadas mal engomadas e os botões da jaqueta de veludo meios desapertados, bateu-nos à porta da Biblioteca o Gato das Botas.Eu e a professora Teresa ficámos admiradas pois ele estava algo descomposto para um animal de tal linhagem, mas não dissemos nada, não fosse ficar magoado ou envergonhado, afinal ele era sempre tão elegante! “Deve passar-se alguma coisa”, disse-me logo a voz perspicaz da Teresa ao ouvido, de forma discreta.
    Mal abri a boca para lhe perguntar a que se devia tão honrosa visita, ali, na nossa modesta biblioteca ficámos a saber que lá, no Povo das Histórias, o corvo tinha contado tudo à raposa que, a passos ligeiros, tinha ido a correr falar com o Coelho Branco que, por sua vez, tinha ido de imediato ter com o escrivão da Rainha de Copas. Esta dissera logo, saindo da sala do trono aos gritos, que iam “rolar cabeças”! Arregalei os olhos e perguntei a causa de semelhante agitação. O que tinha contado o corvo? A Teresa, malandra, ria-se.(…)»

    Continuar a ler aqui

    Posted in aLeR+, O (Re)Leituras, Semana da Leitura | Leave a Comment »

    Prova de aferição do 2º ciclo – os textos

    Posted by bibliobeiriz em Maio 5, 2010

    Da prova de Língua Portuguesa do 6º ano, disponível no GAVE

    TEXTO A

    «Promontório de Sagres. […]
    Ao fundo, sozinho, voltado para o mar, vestido de escuro […], o Infante [D. Henrique]. Está sentado numa pedra, ligeiramente curvado para a frente, com o queixo apoiado na mão direita e o cotovelo direito apoiado no joelho direito […].
    No primeiro plano […] falam e movem-se as outras personagens. […] Entra uma mulher com uma criança (que é um rapazinho de sete anos).

    CRIANÇA (apontando com o dedo o Infante) – Mãe, o Infante, o que é que ele está ali a fazer, sozinho, a olhar para o mar?
    MULHER – Está a ver.
    CRIANÇA – Mas não se vê nada. É só mar.
    MULHER – Ele vê melhor do que nós.
    CRIANÇA – Ah? Eu pensava que ele não via. No outro dia encontrei-o no caminho e disse: “Bom dia, meu Senhor”. Mas ele não me viu.
    MULHER – Ele vê bem o que está longe.

    (Enquanto acabam de falar entra um velho com barbas compridas e brancas.)

    VELHO – Era melhor que visse o que está perto. […] Do mar não vem nem glória nem proveito.

    (Entra um rapaz de vinte anos que ouve a última frase.)

    RAPAZ – Tens a certeza, Velho?
    VELHO – Todos os anos ele manda para o Sul as suas barcas. E diz aos capitães: “Ide mais longe.” Mas já ninguém pode ir mais longe.
    RAPAZ – Tens a certeza, Velho?
    VELHO – […] Nunca ninguém passou além do cabo Bojador.
    CRIANÇA – Onde é o Bojador?
    VELHO (sentando-se numa pedra e apontando vagamente para o mar) – Além, ao Sul, na costa de África, no mar.
    CRIANÇA – E não se pode ir além do Bojador?
    VELHO – Não.
    CRIANÇA – Porquê?
    VELHO – Porque é ali que acaba o Mundo. Do outro lado do Cabo, o calor é tanto que as águas fervem e se transformam em lama. É ali que começa o mar Tenebroso. O ar está cheio de nevoeiros negros. Não se vê a luz do Sol. E ondas de lodo estão cheias de grandes monstros marinhos.
    RAPAZ – Isso são lendas inventadas pelo medo dos Mouros.
    VELHO – Mas também nos livros antigos de Ptolomeu e nos livros dos Romanos está escrito que ninguém pode passar além do Bojador.
    RAPAZ – Isso dizem os Antigos. Temos que ir nós próprios saber o que é verdade.
    VELHO – Mas, que diz a experiência dos mareantes das Espanhas? Que dizem todos os navegadores? […] Dizem […] que barco que ali chegue logo será devorado pelos abismos do mar.
    RAPAZ – Velho, e eu digo-te isto: Gil Eanes, com a sua barca, passará além do Bojador.
    MULHER – Então por que recuaram eles, no ano passado?
    VELHO – Porque havia a bordo homens de experiência e juízo que não quiseram avançar para a morte certa.
    RAPAZ – Porque pararam primeiro nas Canárias e gente dessa ilha lhes contou velhas histórias fantásticas e mentirosas.
    MULHER – Dizem que o Infante repreendeu muito Gil Eanes?
    RAPAZ – O Infante repreendeu-o por ele ter recuado em frente de umas lendas boas para assustar crianças.
    CRIANÇA – E que fez Gil Eanes?
    RAPAZ – Este ano partiu outra vez.
    MULHER – E dizem que à partida jurou que só voltaria a Portugal quando tivesse dobrado o Cabo.
    VELHO – E por causa dessa promessa ele nunca voltará a Portugal. Há já muito tempo que partiram. Com certeza Gil Eanes já cumpriu a sua palavra. A esta hora já ele dobrou o Cabo. E já as ondas de lodo engoliram a sua barca e já as serpentes verdes do Tenebroso o comeram, a ele e aos seus homens. Fez-se a vontade do Infante. Mas Gil Eanes nunca voltará a Portugal.   (O velho levanta-se e dá um passo em frente.)
    Nunca ninguém voltou do Bojador.

    CRIANÇA (puxando a saia da mãe e apontando o mar, com o braço estendido) – Mãe, mãe, olha, além no mar, toda branca, uma barca. Vem uma barca no mar.
    RAPAZ (dá uns passos em frente e olha o mar) – É Gil Eanes. Voltou.
    (Cai o pano.)

    Sophia de Mello Breyner Andresen, O Bojador, Lisboa:  Editorial Caminho, 2000
    (texto com supressões)

    ——————————
    TEXTO B

    «COM CORES LUSAS DARÁ A VOLTA AO MUNDO
    Apoiada pela Marinha, a regata Portugal Ocean Race levará sete meses a cruzar oceanos. A sua «madrinha» é a fadista Mafalda Arnauth.

    O objectivo é ambicioso, mas, ao mesmo tempo, concretizável. Trata-se de criar, em 2011, a regata mais popular de todas, a nível mundial, dispondo para tal de um orçamento reduzido. Promovido pelo velejador Ricardo Diniz – associado a Brian Hancock, que já participou em três regatas à volta do mundo –, este projecto é apoiado pela Marinha Portuguesa e recorrerá a veleiros de 12 metros (os Class 40), fabricados com tecnologias acessíveis (utilizando fibra de vidro). «Serão, por isso, fáceis de construir nos estaleiros2 portugueses», admite Ricardo Diniz.
    A regata – cujo percurso será Portugal , África do Sul, Nova Zelândia, Brasil,
    Portugal – contará com um mínimo de 20 veleiros. Esta prova será disputada em três categorias: velejador solitário, dois velejadores e tripulação de equipa.
    A logística3, a segurança, as reparações e as comunicações serão apoiadas pela organização. O evento terá cobertura4 dos media. »

    Expresso, 3 de Outubro de 2009 (texto adaptado)

    Posted in Sophia de Mello Breyner Andresen | Com as etiquetas : , , | Leave a Comment »

    Prova de aferição do 1º ciclo- os textos

    Posted by bibliobeiriz em Maio 5, 2010

    Da prova de Língua Portuguesa do 4º ano,  disponível no GAVE :

    TEXTO A

    «No momento em que o Homem chegou à Lua, a Lua estava a dormir profundamente, depois de ter passado várias noites agitada por estranhos pesadelos.
    Quando acordava, não conseguia recordar-se deles, mas sentia o desconforto que os sonhos maus costumam deixar-nos no corpo, na memória e até à flor da pele.
    Quando o Homem pisou o seu solo áspero e poeirento, a Lua sentiu que qualquer coisa rara e importante estava a acontecer, pois, desde sempre, o Homem pousara nela os seus olhos curiosos e brilhantes sem descobrir a maneira de chegar tão longe e tão alto, talvez para a beijar ou para a abraçar.
    Durante milhares de anos, houvera entre ambos uma espécie de longo namoro à distância, sem troca de cartas nem de promessas de amor eterno. O Homem, porém, nunca deixou de lhe dedicar belos poemas, para que a Lua jamais pudesse imaginar que caíra no seu esquecimento.
    Por sua vez, mesmo nas noites mais escuras e enevoadas, a Lua procurou sempre enviar-lhe as suas centelhas de luz, como se quisesse dizer-lhe:
    – Sabes onde estou e sabes também que podes contar comigo.
    O Homem nunca teve dúvidas a esse respeito, mas, como uma viagem até à Lua não passava de um sonho praticamente impossível de realizar, ele preferia vê-la como se fosse um cavaleiro errante, observando à distância uma princesa encantada na torre mais alta de um castelo inatingível. Sonhavam um com o outro, de noite e de dia, mas nunca ousavam dar o passo seguinte, já resignados com a sorte que o destino lhes reservara.
    Por isso, quando o Homem pôs pela primeira vez os pés no solo lunar, a Lua
    sentiu-se, ao mesmo tempo, alegre e triste. Alegre, por ver que o seu namorado de sempre ganhara finalmente coragem para a visitar; triste, por não ter sido avisada com tempo suficiente, para se embelezar e poder recebê-lo.
    E o que tinha para lhe mostrar? A solidão das suas crateras, o deserto das suas planícies e a luz pálida das suas vigílias nocturnas. Nada mais. Mas ela queria estar bela e sedutora no momento desse encontro tantas vezes imaginado.
    A Lua, como qualquer mulher que cuida da sua imagem, sempre soubera que a distância favorece o jogo do enamoramento, pois mantém pouco visíveis as rugas, as madeixas desalinhadas e outras pequenas e grandes imperfeições que, vistas de perto, costumam agigantar-se de repente.
    Por seu lado, o Homem, na estranha crueza do seu fato espacial, lamentava não poder mostrar o rosto à sua eterna namorada nem ter o atrevimento de a tentar abraçar. A falta de oxigénio, caso retirasse o equipamento de cosmonauta, seria, pela certa, o seu fim. E ele, já que ali chegara, não estava disposto a morrer, nem mesmo caído nos braços da Lua.»

    José Jorge Letria, Quando o Homem Beijou a Lua,
    Alfragide: Oficina do Livro, 2009 (texto com supressões)

    —————————————————-

    TEXTO B

    «A FORÇA DA GRAVIDADE
    A força da gravidade puxa todos os objectos na vertical, para baixo, em direcção ao centro da Terra. Podes perguntar: e então a Lua não está sujeita à força da gravidade? Sim, claro que está. Mas então porque é que a Lua não cai sobre a Terra?
    Para descobrires porque é que a Lua não cai, vais fazer uma experiência bastante engraçada. Vais fazer girar um copo com feijões, sem que os feijões caiam!
    Para isso, tens de abrir dois buracos na boca de um copo de plástico e passar por eles um fio, de modo a fazeres uma asa (como se fosse um pequeno balde). Deita uma mão cheia de feijões no copo e, agarrando pela asa, põe o copo a girar. Os feijões caem durante o movimento?
    Da mesma maneira que os feijões não caem quando pões o copo a girar, também a Lua não cai. Tal como o copo, a Lua não está parada: ela gira em volta da Terra, demorando 27 dias (ou melhor, 27 dias, 7 horas e 43 minutos) a dar uma volta completa.
    Sabes a que velocidade a Lua se move em torno da Terra? Move-se a quase 4000 km por hora! »

    Constança Providência, Nuno Crato, Manuel Paiva, Carlos Fiolhais,
    Ciência a Brincar 4: Descobre o Céu! , Lisboa, Editorial Bizâncio,
    2005 (texto adaptado)

    Posted in José Jorge Letria, Língua Portuguesa, Provas de aferição | Com as etiquetas : , | Leave a Comment »

    Provas de Aferição de Língua Portuguesa – 2010

    Posted by bibliobeiriz em Maio 5, 2010

    Já disponíveis no GAVE ,  juntamente com os respectivos critérios e grelhas de classificação.

    • 1º Ciclo -Língua Portuguesa  Prova de  2010 (pdf)
    • 2º Ciclo -Língua Portuguesa -Prova de  2010  (pdf)

    Posted in Língua Portuguesa, Provas de aferição | Leave a Comment »

    Semana da Leitura em Paçô

    Posted by bibliobeiriz em Maio 3, 2010

    Depois das actividades realizadas, e do registo que delas se faz, há ainda a tarefa (quantas vezes adiada por falta de tempo) de se editarem e divulgarem esses registos.

    Da preenchida Semana da Leitura deste ano, e depois de termos oportunamente anunciado o programa aqui e aqui ,  já divulgámos algumas das actividades: Semana da Leitura (1º dia); Liberdade -canção ; O Rapaz da Bicicleta Azul e  ContosQueres? No 1º Ciclo (via VN).

    Também a compilação e publicação dos 25 poemas e canções para o 25 de Abril fez parte integrante do programa da SL (numa colaboração activa da BE com o Grupo de Educação Musical na comemoração dos 80 anos do Zeca Afonso).

    Hoje chegou finalmente a vez de se mostrar um pouco do que se passou na EB1 /JI de Paçô.   Aos prezados colegas de Paçô, as nossas veementes desculpas pelo atraso, mas depressa e bem… ;- )

    Posted in EB1 de Paçô, Semana da Leitura | Com as etiquetas : , | Leave a Comment »

    “Balada do Sino”

    Posted by bibliobeiriz em Maio 1, 2010

     Zeca Afonso interpretado pelos alunos dos 9º A , C e E (opção de música)


    Uma barquinha
    Lá vem lá vem
    Dim Dem
    Na barquinha de Belém

    Senhor Barqueiro
    Quem leva aí
    Dão Dim
    Na barquinha d’Aladim

    Levo a cativa
    Duma só vez
    Dois, três
    Na barquinha do Marquês

    Ao romper d’alva
    Casada vem
    Dim Dem
    Na barquinha é que vai bem

    Se a tem guardada
    Deixe-a fugir
    Dão Dim
    Na barquinha do Vizir

    Lá vai roubada
    Lá vai na mão
    Dim Dão
    Na barquinha do ladrão

    Cantares de Andarilho-1968

    Posted in 80 anos Zeca Afonso, Bibliobeiriz, Canção, Música na Escola, Zeca Afonso | Com as etiquetas : , | 1 Comment »