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Archive for the ‘Manuel António Pina’ Category

Os Piratas de Manuel António Pina

Posted by Manuela DLRamos em Maio 2, 2015

piratasPortoEditora imagemPiratasAfrontamento Livro aconselhado pelo PNL, destinado a leitura orientada na sala de aula para o 6º ano – Grau de Dificuldade III (lista de julho 2011), posteriormente indicado como leitura “obrigatória” nas novas metas curriculares, também para o 6º ano.

As imagens reproduzem as capas da última edição, da Porto Editora (2014) ilustrada por Carla Manso e a da edição de 1997, da  Afrontamento, atualmente esgotada.

Trata-se da adaptação para teatro (em nove cenas) da novela homónima de Manuel António Pina, adaptação que, de acordo com a sinopse da editora, «foi feita pelo próprio autor, que acompanhou a montagem da peça no Teatro Pé de Vento, e por isso está recheada de preciosas indicações de cena.» (fonte ).

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piratasManuelaBacelarpiratasEmidioOriginalmente publicada pela Areal Editores, em 1986, com ilustrações de Manuela Bacelar (ver) a novela é reeditada em 2003, pelas Edições Asa, desta vez ilustrada pelo pintor José Emídio, estando ambas as edições esgotadas.

Trata-se de uma das mais complexas (e sombrias) obras de Manuel António Pina, com personagens ambíguas e uma trama narrativa indefinida (ler artigo e recensão de Sara Reis da Silva no fim do post).

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Mais uma escolha que deixará alguns professores e pais perplexos. Porquê esta obra na sua adaptação teatral? Uma obra previamente considerada difícil pelo PNL, instituída agora em leitura obrigatória (nas Metas curriculares)? Não sendo sequer incluída no número daquelas para as quais é dada uma alternativa, como no caso, por exemplo, de Ulisses de Maria Alberta Menéres que alterna com Contos Gregos de António Sérgio.

Não faltam no entanto, verdade seja dita, guiões e itinerários de leitura. Aqui ficam apontadores para alguns, os très primeiros sobre a adaptação teatral, os outros dois sobre a novela original.

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Recensão de Sara Reis da Silva in Casa da Leitura: «Um dos títulos mais marcantes da original obra de M. A. P., esta novela, escrita na primeira pessoa, é emoldurada pelo mistério, pela hesitação entre o real e o onírico e pela memória. Esta é a história de Manuel, um rapaz de 8 anos, que vive numa ilha e que, de repente, se vê envolvido na tragédia de um naufrágio e, ainda, num episódio (verdadeiro ou sonhado?) de um ataque de piratas. Nesta narrativa, assiste-se à ficcionalização de elementos que se situam no universo da memória historico-literária portuguesa ou de tópicos como, por exemplo, a vocação atlântica ou as aventuras marítimas (os perigos, por exemplo, da pirataria, os naufrágios, a protagonização masculina, a solidão e a espera femininas, a incerteza, entre outros) e a literatura de viagens. Este é um texto que suscita um conjunto de leituras intertextuais e em que o histórico e o imaginário se cruzam significativamente, sendo diversas as alusões a lendas ou a mitos, bem como a reminiscências de natureza geográfica e histórica portuguesas, aspectos que acabam por se revestir de uma importante funcionalidade na própria construção ficcional.»

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Adenda : Por curiosidade, refira-se a ligação que esta obra tem com os trabalhos do realizador chileno Raul Ruiz (« um telefilme em três episódios, intitulado Manuel na Ilha das Maravilhas/ Manoel dans l’île des Merveilles (1984), e, mais tarde, o filme Les Destins de Manoel(1985).» (cf Sara Reis da Silva in “Vivo numa ilha, ou uma ilha vive em mim”: A novela Os Piratas, de Manuel António Pina”– forma breve, 2013 pp 59-76)

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“História com Reis, Rainhas, Bobos, Bombeiros e Galinhas” de Manuel António Pina

Posted by Manuela DLRamos em Dezembro 12, 2014

Início da peça*

«Os atores entram em cena e cantam:

Nós somos os trampolineiros ,
os faz-tudo, os pantomineiros ,
saltimbancos , aventureiros,
falsos fingidores verdadeiros,
atores, imitadores, tocadores,
historiasdcomreisrainhasbobosbombeirosegalinhasdançadores, cantadores, contadores
de histórias de reis e de rainhas,
de bobos, de bombeiros, de galinhas,
histórias de trampolineiros,
de faz-tudo, de pantomineiros,
saltimbancos, aventureiros,
falsos fingidores verdadeiros,
atores, imitadores, tocadores,
dançadores, cantadores, contadores
de histórias de reis e de rainhas,
de bobos, de bombeiros, de galinhas, etc…

REI
Foi numa noite de Natal.
Estávamos em maio mas não fazia mal,
tinha havido uma avaria no calendário
e naquele ano saiu tudo ao contrário:
o Natal em maio, a primavera em novembro,
o 1.º de abril a 22 de setembro.
Eu que tenho mais de mil anos anos não me lembro
de ter feito tanto calor como em dezembro.
Houve semanas com 5 dias, outras inteiras,
(uma em julho teve 16 segundas-feiras!)
Até houve a semana dos 9 dias,
muitas promessas foram naquele ano cumpridas!
Foi um ano tão maluco, tão completamente bissexto,
que para muitos serviu de pretexto
para trocar as voltas ao Calendário
e festejar todos os dias o aniversário.
Naquele ano espantoso cada um podia
ter à vontade as suas manias
porque todos os dias eram todos os dias…
Eu que não sou menos que os demais,
naquele ano tive 20 natais!
Esta História de Natal
passou-se num desses natais.[…]»

* A primeira peça do livro História com Reis, Rainhas, Bobos, Bombeiros e Galinhas e A Guerra do Tabuleiro de Xadrez de Manuel António Pina

Capa edição Porto Editora , 2014

Recensão Casa da Leitura  por Sara Reis da Silva: «Neste volume, ressurgem duas peças breves, editadas, pela primeira vez, pela Pé de Vento, Companhia responsável pela sua encenação, nos anos 80. O primeiro título, arquitectado, a partir de segmentos de outros textos já levados à cena pela Companhia referida, é dominado pelo nonsense e pelo burlesco, um espaço povoado de bobos, tropelias, trampolineiros, pantomineiros, “dançadores, cantadores” e tantos outros. (…)»  (ver capa)

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Para Saber + (profs): «Se calhar nem mesmo teatro»: o texto dramático para a infância de Manuel António Pina por Sara Reis da Silva (pdf)

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Manuel António Pina: “As palavras criam mundos…”

Posted by Manuela DLRamos em Novembro 18, 2013

Em data de comemoração do nascimento deste escritor, sugerimos a leitura desta interessante entrevista feita por Maria Luísa Perestrelo, Mariana Oliveira, Mariana Pinto e acessível (sob outro nome) no Correio do Porto  (o texto terá sido originalmente publicada no JN em junho de 2011)

«Existe uma grande preocupação com as letras… Por que razão?
Letras e palavras, não é? Por um lado, porque gosto de palavras e de letras, e por outro… Por que gosto de palavras? Desde pequenino sempre tive uma relação muito próxima com as palavras e descobri desde miúdo que as palavras têm um poder fantástico, maravilhoso… As palavras não servem só para dizermos coisas, para descrevermos coisas e os nossos sentimentos… As palavras criam mundos… As palavras não servem só para dizer “o gravador, o papel, a caneta, a Luísa, a Mariana, a Mariana”. Dá-me para eu inventar a Mariana três e a Mariana quatro, pôr o papel a escrever na caneta… Não só servem para dizer, descrever o Mundo, mas também para criar mundos… E descobri isso quando era muito miúdo, mais novo até que vocês. Eu fazia jogos e brinquedos com casca de pinheiros da mesma maneira que com as palavras inventava coisas. Sempre gostei muito das palavras… (…) E depois tive uma sorte enorme – que espero que vocês também tenham -, toda a minha vida, profissionalmente, acabei por trabalhar com palavras. Trabalho aqui há 40 anos, se calhar é a idade dos vossos pais. O meu trabalho é com palavras… Tive essa sorte. Trabalhar com uma coisa de que gostava e é natural que eu goste de fazer jogos de palavras

A fazer jogos de palavras encontram-se coisas fantásticas, há palavras que são amigas umas das outras, que se dão bem umas com as outras e gostam de estar juntas, há palavras que se detestam, outras que funcionam mal, que estão sempre a acotovelar-se… E isso é um Mundo fantástico, um mundo maravilhoso e ao mesmo tempo misterioso… Às vezes – e tenho quase a certeza de que já vos aconteceu -, as nossas palavras dizem coisas que nós não queremos dizer, como se começassem a falar sozinhas… Falam pelos seus próprios meios e isso é também uma aventura permanente. Não podemos dominá-las muito, ficam tristes… Como vocês, se começarem a controlar muito a vossa vida diária, ficam tristes, deprimidas… Com as palavras é igual, é preciso dar-lhes liberdade, mas também não se pode deixá-las a falar sozinhas ou começam a dizer o que não queremos, em vez de falarmos nós.  (…)

Ler-uma-maneira-deOs nossos professores costumam dizer-nos que para sermos escritores temos, primeiro, de ser bons leitores. Concorda?

Concordo… Ler é uma maneira de escrever e de nos escrevermos naquilo que lemos e de nos inscrevermos naquilo que lemos. Por exemplo, se forem ver o mesmo filme ou lerem o mesmo livro, há cenas que vêem de forma diferente, cenas que impressionam mais umas que outras… o que lemos, lemos connosco mesmo, com a nossa cultura, a nossa sensibilidade, a nossa experiência, com a nossa memória… É assim que lemos. As culturas, experiências, sensibilidades e memórias são diferentes de pessoa para pessoa. Tem a ver até com a nossa predisposição do momento…  Quando entrei para aqui (JN) , entrei para a secção de Grande Porto e fiz muitas vezes notícias de crianças atropeladas e de acidentes com crianças… E fazia-as normalmente, como as outras notícias. Mas a partir do momento em que nasceram as minhas filhas, essas notícias começaram a provocar-me uma angústia imensa. E antes não me acontecia aquilo… E ler é a mesma coisa… Quando lemos, estamos a ler-nos a nós mesmo no que lemos e a reescrevermo-nos no que lemos, a reescrever em nós. Ler é também uma forma de escrever. Por outro lado, escrever é também uma forma de ler…Quem escreve, como eu escrevo, estou a ler-me a mim, à minha sensibilidade, à forma como vejo as coisas que me rodeiam, as minhas memórias… Quando estou a escrever estou a ler-me e a ver o Mundo através da cor dos meus olhos. Entre ler e escrever há relações muito íntimas, de grande intimidade. A escrita também é ritmo e tem ritmos diferentes. Quando escrevemos, a escrita também tem um ritmo e intuitivamente aprendemos os ritmos, as palavras e as técnicas de outros… Sem estudar, naturalmente e isso acaba por nos influenciar. Os livros que li foram importantíssimos para a minha escrita, as maiores emoções – desastres, mortes, amores fatais – foi em livros que li que vivi.  (…)» (ler toda a entrevista e ver fotografias aqui)

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Entrevistas a Manuel António Pina

Posted by Manuela DLRamos em Outubro 20, 2013

Duas entrevistas para relembrar um escritor muito querido por todos nós que faleceu há um ano.

A primeira é para todos, uma das conversas filmadas datada de Julho de 2011, publicada no Cata Livros
ver também no Scoop.it – LIVROS e LEITURAS

2ª parte da conversa  ;  Texto da entrevista aqui

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A segunta entrevista é para os mais crescidos:

Fonte Página Literária do Porto

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Porquê ler Livros? A Palavra a Manuel António Pina

Posted by Manuela DLRamos em Outubro 22, 2012

Fonte: UCUP Projecto Fénix,   A Palavra a … Manuel António Pina

«Ler um livro não é mais importante que ver, por exemplo, um filme, é apenas diferente.  Só que é nessa “diferença” que está tudo, ou quase tudo.

Não só a liberdade de leres o livro como quiseres, de trás para diante ou de diante para trás, de voltares ao princípio ou de o fechares e recomeçares a lê-lo no dia seguinte, mas também a liberdade de te leres a ti mesmo nele, de imaginares tu (por mais pormenorizadamente que o autor os descreva) cada personagem, cada lugar, cada acontecimento. E de, nele, viajares, na companhia das palavras do escritor, por mundos reais e imaginários, dentro e fora de ti, que só a ti pertencem, indo e vindo como e quando quiseres entre esses mundos e o teu mundo de todos os dias.

Porque, num livro, só aparentemente é o escritor quem conduz a história, na realidade tu é que vais ao volante, a história ou poema que lês é mais teu e dos teus sentimentos e tuas emoções que dos do escritor. De tal modo que, se voltares a ler o mesmo livro passado muito tempo, o livro já se transformou, já é outro, só porque tu também já te transformaste e já és também outro.

É por isso que se diz que todos os livros são sempre muitos diferentes livros, tantos quantos as pessoas que os lerem ou tantos quantas as vezes que uma mesma pessoa os ler. E isso é uma coisa maravilhosa, descobrir que nós, com a nossa imaginação e o nosso coração, é que estamos a escrever os livros que lemos.»

via VoxNostra

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Canção dedicada a um Amigo

Posted by Manuela DLRamos em Outubro 21, 2012

Quand il est mort, le poète, 

Quand il est mort, le poète,
Tous ses amis,
Tous ses amis,
Tous ses amis pleuraient.

Quand il est mort le poète,
Quand il est mort le poète,
Le monde entier,
Le monde entier,
Le monde entier pleurait.

On enterra son étoile,
On enterra son étoile,
Dans un grand champ,
Dans un grand champ,
Dans un grand champ de blé.

Et c’est pour ça que l’on trouve,
Et c’est pour ça que l’on trouve,
Dans ce grand champ,
Dans ce grand champ,
Dans ce grand champ, des bleuets.

La, la, la…

Esta canção de Gilbert Bécaud (1927-2001) foi criada em homenagem a Jean Cocteau (1889-1963), artista fancês que sobre os gatos escreveu: «Se prefiro os gatos aos cães é porque não há gatos polícia.»  e «Pouco a pouco, os gatos tornam-se a alma da casa.»
Manuel António Pina (1943-2012) decerto concorda (ria)

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Imagem: reprodução de detalhe de uma  parede da Capela de Saint-Blaise des Simples, decorada por Jean Cocteau em 1958.
Fonte 

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Inventão, conta uma história…

Posted by Manuela DLRamos em Maio 13, 2011

 «Inventão, conta uma história,pina-manuel-antonio-inventao
Inventa uma aventura qualquer.

– A verdade é tão ilusória!
– Só em histórias se pode crer!
Conta a do Rei Ninguém, a da Rainha Nenhuma,
a do Capitão, a do Ladrão, qualquer uma!
.
Era uma vez um Rei…
(A do rei era bonita mas não a sei!)
Era uma vez uma Rainha…
(A da Rainha é tão pequenina!)
Era uma vez um Gigante…
(A do Gigante é tão grande!)
Era uma vez um Português & um Chinês…
(Não me façam contar a do Chinês outra vez!)
Era uma vez uma Cabra…
(A da Cabra nunca mais acaba!)
Era uma vez um Animal…
(A do Animal acaba tão mal!)
Que história contarei?
Tem que ser uma história que eu saiba,
Que não seja muito pequena mas que caiba,
Uma história simples (a da Fada é tão complicada!)
Que acabe bem
E se possível que comece bem também.
Tinha pensado na história do Cão…
Mas a história do Cão é tão! (…)» 

MAP, “Anão Anão & Assim Assim” in O Inventão (1987)

Aqui deixamos, em jeito de homenagem, um excerto de um dos textos de Manuel António Pina mais apreciados  na nossa BE, justamente o que dá nome ao livro que, nas palavras de Álvaro Magalhães, «… é talvez o melhor livro de sempre na literatura infantil» (citado por Rita Pimenta in Público de 13 de Maio de 2011).

Parabéns Manuel António Pina pelo Prémio Camões 2011!  >

  • «O Prémio Camões (…) instituído pelos governos do Brasil e de Portugal em 1988, é atribuído aos autores que tenham contribuído para o enriquecimento do património literário e cultural da língua portuguesa.Este prémio é considerado o mais importante prémio literário destinado a galardoar um autor de língua portuguesa pelo conjunto da sua obra.» (fonte)

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Semana da Leitura

Posted by bibliobeiriz em Abril 16, 2010

Decorreram ontem as primeiras actividades da Semana da Leitura que terminará na próxima sexta-feira,  Dia Mundial do Livro.

Neste primeiro dia, recebemos as turmas dos 2º,3º e 4º anos da Escola EB1 de Paranhos, do nosso Agrupamento.

 Na Biblioteca, os mais novos deliciaram-se com o conto do Povo das Histórias (a partir d’ O último Grimm de Álvaro Magalhães), encenado  pelo 9ºE num tapete narrativo;  no auditório, foi a vez dos mais velhos ouvirem e participarem na narração de duas engraçadas histórias, em inglês, “The very hungry caterpillar” & “A cheese and a tomato spider”, narradas por três alunas e a professora do 9º F .

 Em seguida, lemos e comentámos o livro O Tesouro, de Manuel António Pina, disponível na Biblioteca de Livros Digitais.  

Foi uma tarde bem passada.

 

(Pode ver-se os programas completos das actividades aqui e aqui)

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25 de Abril

Posted by bibliobeiriz em Abril 25, 2009

O tesouro / Manuel António Pina. [Lisboa] : Assoc. 25 de Abril ; [s.n.] : Assoc. Política Regional de Intervenção Local, 1993.

tesourogcapaClicar na imagem para ler a 1ª edição de O Tesouro de Manuel antónio Pina. Ler na  Biblioteca de Livros Digitais  a última versão desta obra.

Alguns apontadores externos sobre o Dia da Liberdade

Poemas e canções

Compilação das entradas anteriores relacionadas com esta data:

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O Tesouro de Manuel António Pina

Posted by bibliobeiriz em Abril 16, 2008

Hoje lemos – com a turma do 4º ano A da EB1 de Beiriz que nos veio visitar- O Tesouro de Manuel António Pina.

Este livro, belíssimamente ilustrado por Evelina Oliveira na sua edição pela Campo das Letras, integra a lista de livros recomendados pelo PNL e está acessível em linha na sua Biblioteca de Livros Digitais.

A primeira edição da obra data de 1994,  pela Associação 25 de Abril e pela APRIL e essa versão integral  também está acessível  (com ilustrações de Manuela Bacelar), no arquivo electrónico do Centro de Documentação 25 de Abril da Universidade de Coimbra.

Refira-se, por curiosidade, que em 1999, assinalando os 25 anos do 25 de Abril, este livro deu origem ao filme Se a memória existe    >,   de João Botelho.

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Encontros interturmas- Semana da Leitura

Posted by bibliobeiriz em Março 7, 2007

O InventãoO gato do chapeu alto

Prontos para entrar em acção, os membros das equipas d’ O Inventão e d’ O Gato do Chapéu Alto fizeram questão de posar com as suas “armas”: os livros que tanto os têm divertido.

Os encontros interturmas do 2º ciclo- para leitura de textos, declamação de poemas e dramatizações- já estão marcados:

  • quarta-feira, dia 7- às 11 horas e 55 m.- turmas dos 5ºs A, B e E.*
  • quinta-feira, dia 8- às 13 horas e 30 m. – turmas dos 6ºs B e G ; às 15 horas e 15 m. – turmas dos 6ºs E e F.
  • sexta-feira, dia 9- às 8.30 – turmas dos 5ºs C,D e F.;às 15.15 – turmas dos 6ºs A, C e D.

* Nesta sessão proceder-se-á também à entrega dos prémios > aos “top leitores” do 2º ciclo : os alunos nº 7 e nº 4 do 5º A,  e nº 4 do 5º B.

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Leitura partilhada- Semana da Leitura

Posted by Manuela DLRamos em Março 4, 2007

Anão Anão & Assim Assim- lido pelo 6º FNa passada sexta-feira, entre o almoço na cantina, o saltar à corda e outras brincadeiras, de vez em quando alguns alunos apareciam de roldão na biblioteca para treinarem a leitura do texto que vão apresentar na Semana da Leitura. E logo se aquietavam com os livros entre mãos.

Pode ver-se aqui um desses momentos de leitura partilhada*: os alunos do 6º F a ler algumas passagens do delicioso texto “Anão Anão & Assim Assim”,  in  O Inventão > de Manuel António Pina, uma das obras escolhidas no âmbito do Plano Nacional da Leitura .

* Momento apanhado”pela “repórter sempre de serviço”  (por acaso editora também deste blogue) que  não deixou escapar o momento, precioso, no seu entender. Espero que a publicidade assim feita ao livro compense, ou melhor, anule alguma eventual infracção de direitos de autor...

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