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Posted by Manuela DLRamos em Agosto 31, 2010

Quem não conhece esta fórmula que deriva o seu nome das iniciais das palavras inglesas Who?  What?  Where?  When? Why? How?  (Quem? O quê? Onde?  Quando? Porquê? Como?)

O artigo da Wikipedia (em inglês) sobre este método de planificação e/ou resolução de problemas – usado em todas as áreas, do jornalismo à educação, da investigação policial à gestão empresarial- é bastante interessante, fazendo de um modo sucinto a história deste conjunto de perguntas.

Há quem lhe chame o método de Kipling ou as perguntas de Kipling por este autor, no conto “The Elephant’s Child” do seu livro Just So Stories ** (1902) ter escrito o poema conhecido por I Keep six honest serving-men…

I Keep six honest serving-men:
(They taught me all I knew)
Their names are What and Where and When
And How and Why and Who.
I send them over land and sea,
I send them east and west;
But after they have worked for me,
I give them all a rest. 

I let them rest from nine till five,
For I am busy then,
As well as breakfast, lunch, and tea,
For they are hungry men.
But different folk have different views;

I know a person small—
She keeps ten million serving-men,
Who get no rest at all!

She sends’em abroad on her own affairs,
From the second she opens her eyes—
One million Hows, two million Wheres,
And seven million Whys!

The Elephant’s Child ( fonte)

Para saber mais:

(post em construção)

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“Primavera” de Guerra Junqueiro

Posted by bibliobeiriz em Abril 11, 2010

Namorou-se uma princesa
Dum pajem loiro e gentil;
Chama-se ela – Natureza,
Chama-se o pajem – Abril.

A Primavera opulenta,
Rica de cantos e cores,
Palpita, anseia, rebenta
Em cataclismos de flores.

(…)
Tudo ri e brilha e canta
Neste divino esplendor:
O orvalho, o néctar da planta
O aroma, a língua da flor.

Enroscam-se aos troncos nus
As verdes cobras da hera.
Radiosos vinhos de luz
Cintilam pela atmosfera.

Entre os loureiros das matas,
Que crescem para os heróis,
Dá o luar serenatas
Com bandas de rouxinóis.

É a terra um paraíso,
E o céu profundo lampeja
Com o inefável sorriso
Da noiva ao sair da igreja.

Guerra Junqueiro
in Tesouro Poético para a Infância, antologia – org. Antero de Quental-1877

 

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