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Conferência UNESCO “Educação, Artes e Bibliotecas”

Posted by Manuela DLRamos em Maio 21, 2018

Conferência UNESCO “Educação, Artes e Bibliotecas”
22 de Maio 2018 | 14h – 18h
Biblioteca Municipal Rocha Peixoto – Póvoa de Varzim
Semana da Educação Artística da UNESCO – 19 a 26 de Maio de 2018

«A Comissão Nacional da UNESCO convidou o Município da Póvoa de Varzim para assinalar a Semana da Educação Artística da UNESCO, de 19 a 26 de Maio, realizando atividades em parceria com as Escolas e as Associações do Concelho e acolhendo uma conferência UNESCO sobre Educação, Artes e Bibliotecas.

Esta celebração, proclamada em 2011 pela Conferência-Geral da UNESCO, visa promover a partilha de experiências, a nível local, em todos os Estados-Membros, durante a quarta semana de Maio, destacando a acção das bibliotecas públicas e das bibliotecas escolares.

A Comissão Nacional da UNESCO e a Câmara Municipal da Póvoa de Varzim promovem, na tarde de 22 de Maio de 2018, a conferência “Educação, Artes e Bibliotecas”, a ter lugar na Biblioteca Municipal Rocha Peixoto. (ver programa)

A conferência visa debater o papel das bibliotecas públicas e das bibliotecas escolares na promoção da educação artística. Esta conferência destina-se a bibliotecários, docentes, artistas e mediadores culturais envolvidos em projetos educativos.» Fonte Biblioteca Municipal Rocha Peixoto

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Mês Internacional das Bibliotecas Escolares

Posted by Manuela DLRamos em Outubro 9, 2017

Tema de 2017: Ligando comunidades e culturas

*Baseado no tema anual para a Conferência da International Association of School Librarianship (IASL): Aprender sem fronteiras.

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Com este tema pretende-se chamar a atenção para «o papel cada vez mais determinante das bibliotecas escolares na criação e dinamização de comunidades de leitores, de práticas e de aprendizagem, criando pontes e valorizando a diversidade cultural neste mundo globalizado.» (fonte RBE).

  • A origem: Criado em outubro de 1999, pela iniciativa da IASL (International Association of School Librarianship) a comemoração do Dia Internacional da Biblioteca Escolar  passou a Mês Internacional das Bibliotecas Escolares, em 2008, dando liberdade a que cada país escolhesse o  seu dia. Este ano, a Rede de Bibliotecas Escolares  estabeleceu  23 de outubro como Dia da Biblioteca Escolar em Portugal.
  • O objetivo desta comemoração: «O objetivo é que em OUTUBRO, os responsáveis pelas bibliotecas escolares em todo o mundo escolham um dia (ou mais do que um dia…), uma semana ou todo o mês para celebrar a importância das bibliotecas no desenvolvimento das novas competências da literacia e a consciência da sua importância na afirmação de uma cultura pedagógica que atenda às necessidades dos alunos no século XXI, para além da literacia da informação, promoção da leitura, literacia digital, formação de leitores críticos, construção da cidadania, reforço da inclusão social, cultural, desenvolvimento de boas práticas, sustentabilidade e modelos de colaboração assentes na interdisciplinaridade entre bibliotecários e professores.» (RBE)

 

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Dia da Biblioteca Escolar

Posted by Manuela DLRamos em Outubro 24, 2011

Hoje, 24 de Outubro, celebra-se o Dia da Biblioteca Escolar.

Na Escola, assinala-se esta data com a exposição “A nossa Biblioteca Imaginária”, resultante do trabalho articulado entre a BE, Língua Portuguesa, Estudo Acompanhado e EVT, no 5º ano.

Aqui no Blogue, publicamos na íntegra a entrevista à Drª Teresa Calçada, coordenadora da RBE, transcrita da Revista Visão de 20 de Outubro de 2011 >

Teresa Calçada – “Ninguém nasce leitor”
«Uma revolução silenciosa ocorre hoje nas escolas, graças às bibliotecas escolares e aos professores bibliotecários. Portugal conseguiu pela primeira vez, em 2010, atingir a média dos países da OCDE em literacia de leitura. No Mês Internacional da Biblioteca Escolar, Teresa Calçada, coordenadora da Rede de Bibliotecas Escolares (RBE) desde 1996, comissária adjunta do Plano Nacional de Leitura (PNL), deita contas às actividades das 2277 escolas integradas na RBE, que servem 1,1 milhões de alunos.

O que é hoje uma Biblioteca Escolar?
É, como sempre foi, um lugar de procura de saber. Mas hoje o que se procura, o que se encontra, o modo como se opera para encontrar, as tecnologias que usamos, não são apenas a tecnologia do livro – temos recursos em suporte papel e em suporte digital. E as bibliotecas escolares são também os professores bibliotecários. São eles os orientadores, quem transmite aos miúdos uma consciência dos méritos e das vantagens acrescidas, mas não escondendo os seus perigos – no sentido da ilusão de que tudo o que está na internet é verdadeiro. A era da web não pode viver só da destreza, tem de viver de competências que não são inatas. Nenhum leitor nasce leitor. E isso é válido tanto para a tecnologia do livro como para o ambiente digital. Os leitores fazem-se com trabalho, com produção, com prática continuada.

Segundo o último estudo do PNL, o interesse dos jovens pela leitura aumentou e 52, 4 % consideram-na agora muito importante. As bibliotecas escolares tiveram um papel nessa mudança de atitude?
Quero crer que sim. O estudo demonstra que há um trabalho de retaguarda da Rede de Bibliotecas Escolares, que há mais miúdos a frequentá-las, uma melhor qualificação e que a oferta se vem adequando aos tempos. Costumo dizer que as bibliotecas escolares são uma espécie de tosco, são a infraestrutura, e o PNL, uma espécie de supraestrutura, que trouxe uma narrativa construída para divulgar a leitura como um bem, valorizá-la socialmente, torná-la uma imagem de marca. Os miúdos habituam-se a que “LeR+” não é uma coisa “cota”, os pais associam “LeR+” a uma marca de qualidade, e isso trouxe, objectivamente, como verifica este estudo, uma valorização da leitura.

O que é ler com competência?
Primeiro, é ganhar o código de leitura. Tal como andar de bicicleta ou nadar, o que exige tempo e persistência. Depois, é necessário ter mecanismos para perceber o que os miúdos, mesmo lendo com destreza, não entendem porque ler é interpretar. Muitos meninos acabam o 4º ano sem essa competência bem cimentada. Estão condenados a serem maus leitores, logo maus alunos, em muitos casos reproduzindo a exclusão que transportavam à entrada da escola. Os estudos do PISA demonstram que em Potugal a escola é inclusiva, e a biblioteca ajuda também nesse trabalho. Tendo em conta que quando entra na escola um menino de uma família mais letrada está logo condenado a ler melhor porque tem o triplo do vocabulário de outra criança de famílias menos letradas, percebe-se a importância do trabalho da escola e da biblioteca.

Em época de crise, o papel das bibliotecas é ainda mais importante?
Acho que sim. Falamos sempre das bibliotecas como locais de inclusão, quer pelos recursos que têm quer pelo facto de quem as governa desempenhar um trabalho que muitas vezes as famílias não fazem porque não sabem ou porque não podem. Quanto mais vivemos no mundo da informação (e hoje a atravessar momentos de menor abundância), mais as bibliotecas, como lugar de abundância, devem ser usadas em rede. Tenho consciência de que, no caso das bibliotecas escolares, o que verdadeiramente faz a diferença é ter lá pessoas que governam as bibliotecas. Se assim não for, são subaproveitadas.»

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