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Posts Tagged ‘canção’

Vimos até à escola – lançamento

Posted by Manuela DLRamos em Novembro 30, 2012

convite-vimos até à escola (1)convite-vimos até à escola Lançamento de novo livro com CD audio!
Sábado, 1º dezembro, no Auditório Municipal da Póvoa de Varzim

Este projeto do professor Isaías Ramos e dos seus alunos de educação musical foi apresentado à comunidade no Diana Bar, no final do ano letivo passado, para encantamento de quem assistiu ao espetáculo (ler noticia).
A propósito dessa apresentação C.S. deixou o seguinte comentário no post que então publicámos: «Uma festa encantadora e inesquecível! A beleza das músicas e o brilho dos alunos que as interpretaram encheram de orgulho os pais e todos quantos as foram ver e ouvir.
Parabéns aos alunos. Parabéns ao Prof. Isaías (que depois do “Peixe de papel” prepara um novo projecto) e a todos quantos contribuíram para que este Concerto fosse possível.
(…)
É melhor escutarmos o que dizem as crianças (é pena não se ouvir a música):
“Branca cor da paz
amarela, cor do sol
Para mim tanto faz,
a amizade é meu farol” C.S. »

Agora, todos poderão levar para casa esta “festa encantadora e inesquecível”, para desfrutar e oferecer aos familiares e amigos! 

Entretanto pode deliciar-se ouvindo algumas das canções aqui.

…………….
Adenda: contato p.campoaberto arroba gmail.com

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Peixe de Papel – apresentação na FNAC

Posted by Manuela DLRamos em Novembro 16, 2012

Amanhã,  sábado  17 de novembro, pelas 11.30 no Fórum FNAC  do Norte Shopping,  apresentação do livro+cd com oito canções originais da autoria de alunos do 5º ano e do professor de Educação Musical, Isaías Ramos,  ilustrado  sob a orientação da professora de EVT Inês Vilar.

Um trabalho fruto do tema “Charcos com vida” desenvolvido nas aulas de Área de Projeto em 2010-2011, no âmbito da Campanha Nacional de Conservação de Anfíbios e do Ano Internacional da Biodiversidade.

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Lenda de S. Martinho- canta o Galo Gordo

Posted by Manuela DLRamos em Novembro 9, 2012

Canção Lenda de S. Martinho  do álbum Canta o Galo Gordo de Inês Pupo e Gonçalo Prata.  Temos este livro (com CD) na BE!

Ia o s. Martinho no seu cavalinho,
Viu um rapazinho a tremer de frio;
Assim que o viu saltou para o chão,
Apertou-lhe a mão, deu-lhe a sua capa.

Tapa as costas tapa, não fiques molhado!
– Disse o S. Martinho desagasalhado

A chuva no céu ao ver esta cena
Sentiu muita pena decidiu parar.
O sol estava perto, veio devagarinho
Parecia verão, Verão de S. Martinho.

Neste vídeo com a canção que acima transcrevemos aparecem muitas ilustrações das outras canções deste álbum.  Aqui podes ouvir/ouvir  um excerto de todas as canções.

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Clica aqui para ficares a saber mais sobre o S. Martinho, e as tradições e lendas associadas à comemoração deste santo!

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Canção dedicada a um Amigo

Posted by Manuela DLRamos em Outubro 21, 2012

Quand il est mort, le poète, 

Quand il est mort, le poète,
Tous ses amis,
Tous ses amis,
Tous ses amis pleuraient.

Quand il est mort le poète,
Quand il est mort le poète,
Le monde entier,
Le monde entier,
Le monde entier pleurait.

On enterra son étoile,
On enterra son étoile,
Dans un grand champ,
Dans un grand champ,
Dans un grand champ de blé.

Et c’est pour ça que l’on trouve,
Et c’est pour ça que l’on trouve,
Dans ce grand champ,
Dans ce grand champ,
Dans ce grand champ, des bleuets.

La, la, la…

Esta canção de Gilbert Bécaud (1927-2001) foi criada em homenagem a Jean Cocteau (1889-1963), artista fancês que sobre os gatos escreveu: «Se prefiro os gatos aos cães é porque não há gatos polícia.»  e «Pouco a pouco, os gatos tornam-se a alma da casa.»
Manuel António Pina (1943-2012) decerto concorda (ria)

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Imagem: reprodução de detalhe de uma  parede da Capela de Saint-Blaise des Simples, decorada por Jean Cocteau em 1958.
Fonte 

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Dia da Liberdade

Posted by Manuela DLRamos em Abril 25, 2012

 A nossa canção da LIBERDADE.


Ai que alegria ouvir-te tocar
Igual ao som de uma harpa
No meio desta correria
Surgiste tu, uma flor a crescer…

Canção criada pela turma do 6º C no ano letivo de 2009/2010 no âmbito do projecto “Beiriz adopta um escritor” com letra original e música adaptada do conhecido  “Pipes of Peace” do Paul McCartney.

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A Nau Catrineta que tem muito que contar

Posted by Manuela DLRamos em Janeiro 5, 2012

A Nau Catrineta que tem Muito que Contar de António Torrado, ilustrada por Paula Soares, numa edição escolar da Civilização Editora, foi o livrinho que oferecemos aos “top-leitores” do 1º período. (ver nota para professores)

«Quem lembra a Nau Catrineta
quem a chora e a lastima,
ondas do mar abaixo
ondas do mar acima?

Quem vira costas aos cais
que da espera se arruína,
ondas do mar abaixo
ondas do mar acima?

Quem, de janelas fechadas,
enlutadas, desanima,
ondas do mar abaixo
ondas do mar acima?

Neste silêncio de mais
pelo cais, onde a neblina
apaga esquinas, umbrais,
um velho arrais se aproxima..

A névoa que traz nos olhos
a névoa que o encortina
arranca flocos de névoa,
trovas de pranto em surdina:
“Eu sei da Nau Catrineta
que tem muito que contar,
Foi EI- Rei quem ordenou
que a fossem aparelhar.
O capitão a aparelha
nem mais tinha que esperar,
ao sair da barra fora
tudo era arrebicar. (…)”»
continuar a ler no blogue do Contador de Histórias

Para saber mais:

«A Nau Catrineta é um poema romanceado por um anónimo, relativo às viagens para o Brasil ou para o Oriente. Segundo Almeida Garrett, o romance popular A Nau Catrineta terá sido baseado no episódio sobre o Naufrágio que passou Jorge de Albuquerque Coelho, vindo do Brasil, no ano de 1565, que integra a História Trágico-Marítima. Este poema, que Garrett incluiu no seu Romanceiro  (1843-1851), foi bastante difundido pelos países setentrionais.
Diz a lenda que decorria o ano de 1565 quando saiu de Pernambuco a nau “Santo António” com destino a Lisboa, levando a bordo Jorge de Albuquerque Coelho, filho do fundador daquela cidade. Pouco depois de deixarem terra, avistaram uma embarcação que vinha na sua direção e que identificaram como um navio corsário francês, que pilhava os barcos naquelas paragens. Dado o alerta, pouco adiantou desfraldarem todas as velas, pois o “Santo António” tinha os porões demasiado carregados. A abordagem dos corsários foi rápida e eficaz: a nau foi saqueada com todos os seus haveres e deixada à deriva no mar sob o sol escaldante. Os tripulantes mais fracos ou feridos em combate foram morrendo de sede e de escorbuto e os que iam sobrevivendo não esperavam melhor sorte. O desespero apoderou-se dos marinheiros e um deles cheio de fome tentou arrancar pedaços de carne de um companheiro moribundo. Alertados pelos gemidos do homem, acercaram-se dele todos os sobreviventes, uns, para evitarem a ação desesperada, e outros, para nela participarem. Os ânimos estavam já muito exaltados, quando a voz de Jorge de Albuquerque Coelho se levantou, aconselhando-lhes calma e apelando para a sua dignidade de homens. Os marinheiros serenaram, enquanto a nau continuava à deriva. Por fim, foi avistada terra portuguesa, onde todos foram acolhidos e tratados. Conta-se que, muitos anos depois, Jorge de Albuquerque Coelho, já de idade avançada, se sentava em frente ao mar rodeado de amigos para contar a sua história que começava assim: “Lá vem a nau Catrineta, que tem muito que contar. Ouvi, agora, senhores, uma história de pasmar…”.»

A Nau Catrineta. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2012. [Consult. 2012-01-01]. Disponível na www: <URL: http://www.infopedia.pt/$a-nau-catrineta,2&gt;.

Imagem: tapeçaria de Portalegre reproduzindo “A Nau Catrineta” de Almada Negreiros,  executada a partir dos painéis da Gare Marítima de Alcântara. (Para ver fotos dos painéis pesquisar na Biblioteca de Arte / Fundação Calouste Gulbenkian)

                      .

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Notas para professores:

  • O texto de António Torrado não é de leitura fácil, com um vocabulário e construção frásica incomuns. Não se trata de uma adaptação para crianças, simplificada, mas sim de uma versão literária da lenda que narra as desventuras da nau quinhentista e dos seus tripulantes. Não creio que seja de todo apropriado para o 3º ano do 1º ciclo (como talvez por lapso vem aconselhado nas lista do PNL); para este nível etário seria mais apropriada a divertida Nau Mentireta de Luísa Ducla Soares com ilustrações de Manuela Bacelar (livro infelizmente esgotado, do qual possuímos apenas um exemplar e uma versão digitalizada), efetivamente aconselhada para o 2º ano- ver capa e texto aqui)
  • A ler: Nau Catarineta: Da Jornada Marítima à Literatura Infanto-Juvenil (pdf) por Rhea Sílvia Willmer (dissertação de mestrado) Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2009

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Então Bom Natal e um Ano Novo também

Posted by Manuela DLRamos em Dezembro 24, 2011

Coro dos Alunos da Escola E.B. 2,3 de Beiriz durante a Festa de Natal

«Então é Natal, e o que você fez?
O ano termina, e nasce outra vez
Então é Natal, a festa Cristã
Do velho e do novo, do amor como um todo
Então bom Natal, e um ano novo também
Que seja feliz quem, souber o que é o bem

Então é Natal, pro enfermo e pro são
Pro rico e pro pobre, num só coração
Então bom Natal, pro branco e pro negro
Amarelo e vermelho, pra paz afinal
Então bom Natal, e um ano novo também
Que seja feliz quem, souber o que é o bem. (…)»

Ver na Wikipedia os artigos sobre:
> a origem desta canção ;
> a história da canção original  “Happy Xmas (War Is Over)” de John Lennon e Yoko Ono

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PEIXE DE PAPEL – canções da biodiversidade

Posted by Manuela DLRamos em Novembro 17, 2011

Apresentação do livro+cd com oito canções originais da autoria dos alunos do 5º D  (2010-2011) e do professor de Educação Musical e Área de Projeto, Isaías Ramos.

Este trabalho é fruto do tema “Charcos com vida” desenvolvido nas aulas de Área de Projeto, no âmbito da Campanha Nacional de Conservação de Anfíbios e do Ano Internacional da Biodiversidade.

Depois de estudarem a vida nos charcos, os alunos recriaram essa biodiversidade com desenhos, poemas e músicas. Da compilação e arranjo dos trabalhos realizados sob a orientação da professora de EVT e Área de Projeto Inês Vilar, surgiu um livro com toda a informação científica e artística a que chamaram O povo charquês, destinado à Biblioteca da Escola.

Desse primeiro livro foi extraído um segundo, contendo apenas a componente artística intitulado Peixe de Papel  que agora aqui se apresenta.

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Atualização: 12 de Dezembro

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Lenda de S. Martinho

Posted by Manuela DLRamos em Novembro 11, 2011


Trabalho de Maria Jesus Sousa com imagens da Revista Coisas de Criança (nº 2)  e canção Lenda de S. Martinho  do álbum Canta o Galo Gordo de Inês Pupo e Gonçalo Prata. (ver aqui também)

Ia o s. Martinho no seu cavalinho
Viu um rapazinho a tremer de frio
Assim que o viu saltou para o chão
Apertou-lhe a mão, deu-lhe a sua capa.

Tapa as costas tapa, não fiques molhado
Disse o S. Martinho desagasalhado

A chuva no céu ao ver esta cena
Sentiu muita pena decidiu parar
O sol estava perto, veio devagarinho
Parecia verão, Verão de S. Martinho.

Clicar aqui  para ficar a conhecer outra razão para o chamado Verão S. Martinho.

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“Bolotinha”

Posted by Manuela DLRamos em Março 25, 2011

Canção da autoria do professor Isaías Ramos. O nosso novo Hino da Primavera!

Celebração do Dia Mundial da Árvore pelas turmas do 1º ciclo participantes no projecto  “(Re)Conhecer a diversidade arbórea e a biodiversidade…”   ( Fundação Ilídio Pinho “Ciência na Escola”)

Coro com alunos das turmas do 3ºA da EB1 de Cadilhe – Amorim;  4ºA da EB1 de Igreja –  Beiriz e 4ºA da EB1 de Paçô – Terroso e 3ºA da EB1 de Paçô – Terroso

BOLOTINHA
Bolotinha, bolotinha,
tu que tens uma capinha,
filha do bom carvalhinho,
sementinha em ti creio,
vais deixar o mundo cheio
de verdura e carinho.

Bolotinha, bolotinha,
dá um salto vem ao meio,
vem encher esta casinha
de frescura e asseio.

Vem encher a primavera,
que começa a despertar,
a floresta nos espera
na pureza do seu ar.

Vai chegar a moreninha
rebentando uma folhinha
em redor do meu quintal,
vai crescendo, vai crescendo,
semeando, semeando
a família vegetal.

Mas que linda avezinha
no carvalho altaneiro,
vem dizer à bolotinha
pra voar pelo mundo inteiro.

Voa, voa bolotinha
enche a vida de ternura,
no deserto, nas montanhas,
nasce, nasce com bravura.

Letra e Música -Isaías Ramos

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Festa na Escola- “Go Tell It on the Mountain…”

Posted by bibliobeiriz em Dezembro 18, 2010

Coro de Professores na Festa de Natal
Início da comemoração dos 15 anos da Escola

“Go Tell It on the Mountain…”- Célebre espiritual Af­ro-Amer­i­cano com letra de John Wesley Work, Jr.
Uma canção com História -ver aqui e aqui

Refrão
Go, tell it on the mountain,
Over the hills and everywhere
Go, tell it on the mountain,
That Jesus Christ is born.
Down in a lowly manger
The humble Christ was born
And God sent us salvation
That blessed Christmas morn.
Refrão
While shepherds kept their watching
o’er silent flocks by night,
Behold, throughout the heavens
There shone a holy light
Refrão (…)

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“Noël des enfants du monde”

Posted by bibliobeiriz em Dezembro 3, 2010

Porque o Natal está aí à porta, porque já neva no blogue, porque “o melhor do mundo são as crianças”, porque nos apetece cantar, porque…

Enfants de Palestine ou enfants d’Israël
D’Amérique ou de Chine en ce jour de Noël
Que ton regard se pose
Sur la Terre ou le Ciel
Ne retiens qu’une chose
Il faut croire à Noël

Matin couleur de cendre ou matin d’arc-en-ciel
Qu’importe il faut attendre en ce soir de Noël
Que les fusils se taisent et répondent à l’appel
De cette parenthèse
Qui s’appelle Noël

Un jour viendra peut-être
Un jour au goût de miel
Où l’on verra paraître un oiseau dans le ciel
Aux plumes de lumière
Un oiseau éternel
Colombe pour la terre
Un oiseau de Noël

Auteur et compositeur: Jacques Lafont, 1987

(via Fora da Estante )

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“Balada do Sino”

Posted by bibliobeiriz em Maio 1, 2010

 Zeca Afonso interpretado pelos alunos dos 9º A , C e E (opção de música)


Uma barquinha
Lá vem lá vem
Dim Dem
Na barquinha de Belém

Senhor Barqueiro
Quem leva aí
Dão Dim
Na barquinha d’Aladim

Levo a cativa
Duma só vez
Dois, três
Na barquinha do Marquês

Ao romper d’alva
Casada vem
Dim Dem
Na barquinha é que vai bem

Se a tem guardada
Deixe-a fugir
Dão Dim
Na barquinha do Vizir

Lá vai roubada
Lá vai na mão
Dim Dão
Na barquinha do ladrão

Cantares de Andarilho-1968

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Liberdade -canção- Semana da Leitura

Posted by bibliobeiriz em Abril 28, 2010

25 poemas e canções para o 25 de Abril

No âmbito do projecto “Beiriz adopta um escritor” , este ano todas as turmas do 6º ano leram O Rapaz da Bicicleta Azul de Álvaro Magalhães, dando em seguida asas à imaginação com a criação orientada de textos, ilustrações, maquetes (etc),  que apresentaram e/ou expuseram durante a Semana da Leitura .

Apresentamos aqui a canção criada pela turma do 6º C, com letra original e música  adaptada do conhecido  “Pipes of Peace” do Paul McCartney.


Ai que alegria ouvir-te tocar
Igual ao som de uma harpa
No meio desta correria
Surgiste tu, uma flor a crescer…

Em todo mundo
Liberdade gostava que existisse
Igual à paz, à amizade, ao amor
E juntos cantaremos.

Ei, aqui estou
A procurar a liberdade que eu senti
Deixem-nos todos voar,
A pedalar
voar até aqui…

Instrumental…

Ei, donde vens?
Faz-me sentir o que de bom eu senti
Deixem-nos todos voar,
A pedalar
Voar até aqui…

Ooh, ooh…

Porque cantei?
Alcancei aquilo que persegui
Percebeste o que eu queria dizer, então?
Vale a pena sonhar…

(…)

Ai que alegria…

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Grândola, vila morena

Posted by bibliobeiriz em Abril 25, 2010

Zeca Afonso                                                               25 poemas e canções para o 25 de Abril

Grândola, vila morena
Terra da fraternidade
O povo é quem mais ordena
Dentro de ti, ó cidade

Dentro de ti, ó cidade
O povo é quem mais ordena
Terra da fraternidade
Grândola, vila morena

Em cada esquina um amigo
Em cada rosto igualdade
Grândola, vila morena
Terra da fraternidade

Terra da fraternidade
Grândola, vila morena
Em cada rosto igualdade
O povo é quem mais ordena

À sombra duma azinheira
Que já não sabia a idade
Jurei ter por companheira
Grândola a tua vontade.
Fonte  ; Ouvir
Para saber mais:

  • Canção publicada  no álbum Cantigas do Maio, 1971 > «O mais histórico e o mais referencial de todos os discos da música popular portuguesa. Gravado no Strawberry Studio, de Michel Magne, em Herouville (França), entre 11 de Outubro e 4 de Novembro de 1971, com arranjos e direcção musical a cargo de José Mário Branco, este disco assinala a primeira viragem de fundo na revolução musical iniciada por Zeca uma dúzia de anos antes. (…) Um tema, no entanto, bastaria para fazer de Cantigas do Maio um marco da história portuguesa: Grândola vila morena*, escolhida em 1974 como senha* para o arranque do Movimento dos Capitães, que em 25 de Abril derrubou a ditadura fascista.» Viriato Teles  in Discografia  na AJA)
  • Grândola vila morena” como senha de Abril– nas palavras de Zeca Afonso – no canal do YouTube da Associação José Afonso
  • Senhas Musicais do 25 de Abril*;
  • Artigo sobre esta canção na wikipedia
  • «Foi o capitão de fragata Almada Contreiras, (…), quem teve a ideia de se usar a canção Grândola, Vila Morena, da autoria de José Afonso (1929-1987) como senha radiofónica para o início das operações no dia 25 de Abril. Tinha-se primeiro pensado numa outra composição de José Afonso, eventualmente mais revolucionária, Venham Mais Cinco, mas Carlos Albino, jornalista do República e responsável pelo programa de rádio Limite, da Rádio Renascença, informou de que tal não seria possível, porque a canção estava proibida pela censura interna dessa estação de rádio. Almeida Contreiras sugeriu então que se passasse Grândola, Vila Morena, cujo texto salientava os valores da igualdade e da fraternidade. A proposta foi aceite e às 0h20 do dia 25 de Abril Grândola, Vila Morena ouviu-se no programa Limite, uma produção independente diariamente apresentada na emissora católica Rádio Renascença.» in Centro de Língua Portuguesa em Hamburgo: núcleos temáticos: 25 de Abril (Instituto Camões)

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Alunos da opção de Música dos 9ºs A, C e E cantam “Grândola, vila morena”- actividade musical integrada na comemoração  ” Oitenta Anos de Zeca Afonso ou a Liberdade não tem idade”- dia 23 de Abril 2010

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