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Serviços de Biblioteca – Agrupamento de Escolas Campo Aberto – Escola E.B. 2/3 de Beiriz

Posts Tagged ‘livro’

Histórias pela Paz

Posted by Manuela DLRamos em Setembro 20, 2017

Entre os vários livros expostos na BE- a propósito da comemoração do Dia Internacional da Paz através das histórias –  em que os temas da Paz e Tolerância são abordados, os seguintes têm tido a preferência dos professores que aderiram à iniciativa (carregar nas imagens para saber mais):

Ver também na prateleira virtual do goodreads da BE

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Dois livros, dois autores, duas mensagens- CNL

Posted by Manuela DLRamos em Maio 18, 2017

Já estão disponíveis para requisição os dois livros que, este ano, foram de leitura obrigatória para os concorrentes à fase distrital do Concurso Nacional de Leitura realizada na passada semana na Biblioteca Municipal Almeida Garrett.

São eles O pintor debaixo do Guarda-Loiças de Afonso Cruz, e Bicicleta à chuva de Margarida Fonseca Santos.
A propósito desta escolha os respetivos autores enviaram umas mensagens para serem então divulgadas.

clica nas imagens das capas dos livros  acederes para às respetivas sinopses e à opinião de alguns leitores

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Reproduzimos a seguir as mensagens e deixamos apontadores para a estante virtual do nosso “GoodRead” com os livros destes autores que podes encontrar na BE.

clica nas imagens para aumentar

«Dar e receber parecem ações opostas. No entanto, a dádiva, é, à partida, uma forma de receber. No ato de dar está incluída uma recompensa que não necessita de nenhum gesto do outro. As nossas vidas dependem daquilo que partilhamos. Um livro é um cadáver até ser lido. Mas os seres humanos não são muito diferentes. Precisamos dos outros para estarmos verdadeiramente vivos.
Quando os meus avós esconderam um pintor debaixo do laiva -loiças, estavam a fazer literalmente, algo muito simples: a salvar a vida de alguém. E, ao mesmo tempo, algo muito profundo: salvar as próprias vidas. É através do gesto que não procura uma recompensa (porque a tem em si mesmo) que vivemos verdadeiramente.
Fazêmo-lo através da amizade, do amor, da solidariedade. Não é preciso ser um grande herói épico, bastam pequenos gestos, uns detalhes aparentemente insignificantes, sem alarde, por vezes invisíveis. Não é preciso um grande campo de batalha, basta o espaço de um lava-loiças. É assim que nos vamos tornando humanos.
Muito obrigado por permitirem que o livro O Pintor Debaixo do Guarda Loiças possa ao ser lido, viver. »
Afonso Cruz

Livros de Afonso Cruz

« Queridos leitores de “Bicicleta à Chuva”
Queridos amigos da Biblioteca Almeida Garrett/ Porto
«(…) “Bicicleta à Chuva” é para mim duplamente importante. Primeiro que tudo, porque dá início a uma coleção onde concretizo um sonho: poder escrever sobre problemas concretos e difíceis, deixando pistas para esboços de soluções, mas também para reencontrar a esperança e consolidar a amizade. Acredito que, sem esperança e sem amigos, a vida é quase impossível. Contudo, e por isso aqui fica um agradecimento à casa destes livros, a Booksmile, não foi fácil encontrar um editor que acreditasse neles quanto eu.
O segundo motivo, prende-se com uma história real, que me foi contada no fim de uma sessão de autor numa escola. A história de uma menina, observadora impotente numa família destroçada por um pai violento. Esta rapariga nunca foi agredida, mas viu serem agredidos a mãe e o irmão de três anos. E a sua grande preocupação era o irmão: mordia os colegas no infantário, o que seria dele no futuro? Penso que todos sabem que a preocupação desta irmã é tão válida quanto urgente.
As pessoas violentas por perturbações mentais são poucas: Nesse dia, soube que teria de escrever a duas vozes, com dois narradores, vítima e agressor, para que os entendêssemos a partir do que pensam, sentem e temem, pois nada nestes conflitos é simples, para que entendêssemos a partir do que pensam, sentem e teme, pois nada destes conflitos é simples, para entendêssemos os dois lados da questão.
Por isso aqui vos deixo um apelo: não deixem de olhar para os assuntos sob várias perspetivas. Não se deixem enganar com uma solução óbvia e única. Vistam a pele dos vários intervenientes quando surge um problema. Quando o assunto é muito sério, os envolvidos podem não conseguir pedir ajuda, e é aí que entra a amizade, o respeito, a aceitação e, quem sabe, a solução.
Um grande abraço a todos, e um profundo agradecimento pela vossa leitura.   Margarida Fonseca Santos»

Livros de Margarida Fonseca Santos

 

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“A Várias Mãos”- Projeto concelhio de escrita colaborativa em livro

Posted by Manuela DLRamos em Abril 18, 2017

No último dia de março, teve lugar no auditório da Biblioteca Municipal o lançamento do livro A várias Mãos,  anteriormente apenas disponível em formato digital e apresentado agora numa belíssima edição em papel realizada com o apoio da CMPV.

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Estiveram presentes os alunos participantes (ou os seus representantes, no caso do 1º ciclo), respetivos docentes e encarregados de educação, e para além dos professores bibliotecários de todas as escolas, os representantes das respetivas Direções,  a profª Fernanda Freitas, coordenadora interconcelhia da Rede de Bibliotecas Escolares, o Diretor da Biblioteca Municipal, Dr. Manuel Costa, coordenador da publicação juntamente com a profª Ana Simão e o Dr. Luís Diamantino, Vice-Presidente da Câmara.

Este livro resultou de um projeto de escrita colaborativa realizado no ano transato com a participação de todos os Agrupamentos/ Escolas não agrupadas do concelho. Foram escritos e ilustrados quatro contos (um por ciclo), em que a introdução comum a todos foi da autoria do Dr. Luís Diamantino.

No 1.º ciclo o conto intitula-se “Baú de Histórias”, no 2.º ciclo  “Descobre os teus sonhos“, no 3.º cicloVenturas e desventuras de um poveiro” e “Perdido na América” no Secundário.
avariasmaoscolagemEsta iniciativa  foi da responsabilidade dos professores bibliotecários que articularam em cada caso com os docentes titulares de turma (no 1º ciclo) e com os professores de Português para o processo de escrita colaborativa e dos professores de Educação Visual para a ilustração da história, nos 2º e 3º ciclo e Secundário.

Na nossa escola os livros serão divulgados ( e distribuídos aos alunos que não puderam estar presentes) na nossa Semana de Leitura que se avizinha.

O lançamento do livro abriu a sessão “O Prazer de Ler”, que contou  com a participação do ator Eduardo Faria, do Varazim Teatro, que leu o “Manifesto Anti Leitura” de José Fanha; a entrega de prémios aos top leitores de cada escola, a apresentação do resultado de um  inquérito levado a cabo em todos os Agrupamentos sobre os livros preferidos dos alunos e dos pais e avós, e finalizando, uma interessante a tertúlia intitulada “O livro da minha vida” com a participação de um encarregado de educação de cada agrupamento.

(ver notícia  e  galeria de fotos no portal da CMPV)

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Coleção Formiguinha – Editorial Majora

Posted by Manuela DLRamos em Abril 17, 2017

Novidade na BE

São 60 os livrinhos- 16 páginas apenas e cerca de metade do tamanho A5- que constituem a Coleção Formiguinha que se pode agora ler na BE.

Em cada, uma história, resumo adaptado de contos tradicionais e de autores como C.Perrault, os Irmãos Grimm, H.C. Andersen, entre outros. A adaptação é da autoria de João Sereno e as ilustrações interiores de César Abbot, enquanto as capas são de Salvador.

Trata-se de uma coleção que muitos meninos e meninas, agora já com idade de serem avós e pais, leram e gostarão de recordar.

Aqui fica a lista das histórias:

Fonte das duas últimas imagens: blogue Santa Nostalgia

 

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“Bichos”: a arca de Noé de Miguel Torga

Posted by Manuela DLRamos em Março 1, 2017

Bichos, Miguel Torga from Companhia de Ideias on Vimeo.

«Neste primeiro livro de contos de Miguel Torga as personagens pertencem ao mundo animal e ao mundo humano. Bichos e homens revelam-se iguais nos dilemas, na luta pela sobrevivência e liberdade. No imaginário destas histórias encontramos o fio da realidade.
Na pequena arca de Noé de Miguel Torga, “há homens que são autênticos bichos, que pensam e agem como bichos, e há bichos que são seres pensantes, com sensibilidade, com alma”, sintetiza o escritor António Arnaut. Nestes contos encontramos a filosofia e a ética do autor, a sua relação difícil com Deus, o mundo agro-pastoril das terras transmontanas, região onde nasceu. Sobre a obra publicada em 1940, dirá Torga mais tarde que ficou ” contente por ter construído uma barcaça onde a nossa condição se encontra”.
O cão Nero, o gato Mago, o galináceo Tenório, o senhor Ramiro, o menino Jesus e o corvo Vicente, são algumas personagens das catorze histórias de “Bichos”, apresentadas neste excerto do documentário “Grandes Livros”.»
Fonte Ensina RTP

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Livro do dia

Posted by Manuela DLRamos em Outubro 4, 2016

O Dia Mundial do Animal celebra-se na dia de S. Francisco de Assis.
sfranciscoadasandorinhas

Na nossa Biblioteca podes ler um livro escrito por José Jorge Letria e ilustrado por Chico sobre este santo, protetor dos animais: uma bela narrativa em verso cujas primeiras estrofes transcrevemos:

«O homem sentou-se numa pedra,
exausto da longa caminhada,
e viu aves a voar, riachos a correr,
e rebanhos nas bermas da estrada.

Vinha de muito longe,
dos lugares da desavença
onde a guerra tudo queima
e onde campeia a doença,
e só trazia consigo o pão e a água
e o fogo de uma crença
que por ser grande e sentida
como o céu se torna imensa.

Ali ficou a descansar,
cabeça encostada ao bordão
enquanto uma andorinha
vinha pousar-lhe na mão
chilreando de alegria
e tremendo de emoção.

“As andorinhas, que eu saiba”,
disse o homem assombrado
“nunca nos poisam nas mãos
com o seu voo endiabrado”.

Ouvindo isto, a andorinha
levantou voo e partiu
passando bem rente às águas
claras do grande rio.
Passou-se isto em Alviano,
contou-me um franciscano,
numa tarde muito quente
com o sol lá no alto
ainda longe do poente.
Depois de matar a sede,
o homem, que era pregador,
dirigiu-se aos animais,
aos bravos e aos dos currais,
e também a um pastor
que ao escutar palavras tais
sentiu abrandar o calor,
reparando que os pardais,
vindos dos canaviais
também poisavam, aos casais,
para ouvir o orador.
(…)»
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Ver:

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Leituras em férias

Posted by Manuela DLRamos em Julho 14, 2016

Em férias há mais tempo para ler…
Aqui fica uma montagem com capas de livros que têm essa palavra mágica na capa. Já leram algum deles? Não apetece (re)ler todos?
O que andam a ler?
Boas Férias e Boas Leituras!

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Livros sobre livros, leitura, bibliotecas…

Posted by Manuela DLRamos em Abril 23, 2016

Os livros sobre livros, leitura, bibliotecas… têm um sabor especial para quem gosta, como nós gostamos, de … livros, leitura e bibliotecas.
A imagem reproduz justamente a capa de alguns desses livros que temos na BE,  e sobre os quais se podem informar na estante virtual do nosso Goodreads. .
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Especial Dia Mundial do Livro

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Dia Mundial do Livro e dos Direitos Autorais

Posted by Manuela DLRamos em Abril 23, 2016

«O Dia Mundial do Livro é comemorado, desde 1996 e por decisão da UNESCO, a 23 de Abril.

Esta data foi escolhida com base na lenda de S. Jorge e o Dragão, adaptada para honrar a velha tradição catalã segundo a qual, neste dia, os cavaleiros oferecem às suas damas uma rosa vermelha de S. Jorge (Sant Jordi) e recebem, em troca, um livro, testemunho das aventuras do heroico cavaleiro.

Em simultâneo, é prestada homenagem à obra de grandes escritores, como Shakespeare e Cervantes, falecidos em 1616, exatamente em abril.

dglabTambém a Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas,  em 2016, presta homenagem a alguns autores portugueses, cujos centenários de nascimento ou morte se assinalam: Bocage (as comemorações dos 250 anos do nascimento decorrem de setembro 2015 a setembro de 2016); Mário de Sá Carneiro (1890-1916 – centenário da morte); Mário Dionísio (1916-1993) e Vergílio Ferreira (1916-1996), autores de que se assinala o centenário do nascimento. » [fonte: DGLAB]

Nota: Cartaz português da editora lupadesign.pt (Danuta Wojciechowska)

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“Não há nada como um livro”- Mensagem da diretora-geral da UNESCO:

«Um livro é um elo entre o passado e o futuro. É uma ponte entre gerações e entre culturas. É uma força para a criação e a partilha de sabedoria e conhecimento.
Frank Kafka disse uma vez: “um livro deve ser um machado para quebrar os mares congelados dentro de nossa alma”.
Uma janela para a nossa vida interior, os livros também são a porta de entrada para o respeito mútuo e a compreensão entre as pessoas, através de todos os limites e de todas as diferenças. Existindo em todos os meios, os livros incorporam a diversidade do engenho humano, dando forma à riqueza da experiência humana e expressando a busca de sentido e de expressão que todas as mulheres e homens compartilham, que faz todas as sociedades avançarem. Os livros ajudam a entrelaçar a humanidade como uma única família, mantendo um passado em comum, uma história e um patrimônio, para criar um destino que é compartilhado, no qual todas as vozes sejam ouvidas no grande coro da aspiração humana.

Isso é o que nós celebramos no Dia Mundial do Livro e Dia dos Direitos Autorais, em parceria com a Associação Internacional de Editores, a Federação Internacional de Livreiros e a Federação Internacional de Associações e Instituições de Bibliotecas – o poder dos livros para estimular a criatividade e fazer avançar o diálogo entre mulheres e homens de todas as culturas. Agradeço a Wroclaw, na Polônia, como a Capital Mundial do Livro de 2016, por seu compromisso com a Mundial do Livro de 2016, por seu compromisso com a difusão desta mensagem em todo o mundo.

Isso nunca foi tão importante em um momento em que a cultura está sob ataque, quando a liberdade de expressão está ameaçada, quando a diversidade é desafiada pela intolerância crescente. Em tempos turbulentos, os livros incorporam a capacidade humana de evocar mundos reais e imaginários, assim como de expressá-los em vozes da compreensão, do diálogo e da tolerância. Eles são símbolos da esperança e do diálogo que devemos valorizar e defender.

Shakespeare faleceu no dia 23 de abril de 1616, precedido apenas um dia por Cervantes. Neste dia, eu chamo todos os parceiros da UNESCO para compartilhar a mensagem de que os livros são uma força para combater o que Shakespeare chamou de “a maldição comum da humanidade – loucura e ignorância”. » [Fonte: UNESCO ]
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Ver artigos no blogue sobre a comemoração que hoje se assinala

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Os Direitos das Mulheres- um livro e um vídeo

Posted by Manuela DLRamos em Março 8, 2016

A propósito da comemoração do DIA INTERNACIONAL DA MULHER, cujo tema este ano é “Planet 50-50 by 2030: Step It Up for Gender Equality” (“Planeta 50-50 até 2030: Fazer Avançar a Igualdade de Gênero”, em tradução livre). aqui fica a sugestão de um livro :  Os Direitos das Mulheres  de Victoria Parker, da Gradiva. Publicado em 2000,  é uma obra que, como é referido na contracapa, nos ajuda a reflectir criticamente sobre a questão da (des) igualdade dos géneros.

Na contracapa: «Este livro reflecte criticamente sobre um assunto que, quer gostes, quer não, afecta a TUA vida – o facto de seres homem ou mulher.
Não há nada que um homem faça que uma mulher não possa fazer (melhor!). Mas as mulheres têm que trabalhar o dobro do que os homens trabalham para atingirem os mesmos objectivos. PORQUÊ?
Não te parece injusto que as mulheres continuem, em muitos casos e em muitas sociedades, a ser discriminadas no emprego, que tenham de conciliar todo o trabalho doméstico com a carreira profissional, que o acesso a cargos de poder lhes seja dificultado ou que ocupem uma percentagem ínfima dos cargos governamentais? Por que razão distingue a nossa sociedade os indivíduos de acordo com o sexo e não de acordo com a competência?


Todas estas questões têm sido levantadas no percurso da luta pelos direitos das mulheres, pelo que o mundo de hoje é muito menos um mundo dos homens. É bem melhor ser mulher hoje em dia do que o foi durante muitos e muitos anos. Lê este livro e descobre PORQUÊ.»

*Na nossa Biblioteca há 25 exemplares deste livro de modo que a leitura e discussão de algumas passagens nas aulas é, para além de aconselhável… possível!

Sugestão de “trabalho” com base no livro: elaboração de indíces (temáticos, cronológicos, de autores, de acontecimentos históricos, de passatempos e outros assuntos abordados na obra) até porque esta carece, incompreensivelmente, de qualquer tipo de índice ou sumário ;-(

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O vídeo que te propomos, também tem a ver com a (des)igualdade dos géneros e o seu cariz cultural. Trata-se de uma publicidade idealizada pela Ariel (produtos de limpeza), em que mostra um avô/pai/marido a a tomar consciência do modo como a educação e a cultura são injustas ao determinar qual o papel das mulheres e dos homens na partilha das tarefas domésticas.

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Ver também: Lista de biografias e dicionário biográficos sobre mulheres existentes na BE

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A Surpresa de Handa no JI de Sejães

Posted by Manuela DLRamos em Outubro 26, 2015

Na passada sexta-feira a história de Handa fez a alegria das crianças (e adultos) do JI de Sejães em Terroso. A leitura deste luminoso livrinho escrito e ilustrado por Eileen Brown – publicado em 1995 pela Walker Books  e editado  em  2009 pela Caminho– ainda se torna mais aliciante com a ajuda dos bonequinhos elaborados nas aulas de ET pela  professora Helena (no ano de 2010/2011).

Depois  da leitura encenada do conto, as crianças fizeram umas bonitas ilustrações.

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 JISejaes_terrosoTambém tiramos uma fotografia de grupo e registamos alguns momentos e cantinhos deste belo jardim.

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Os Piratas de Manuel António Pina

Posted by Manuela DLRamos em Maio 2, 2015

piratasPortoEditora imagemPiratasAfrontamento Livro aconselhado pelo PNL, destinado a leitura orientada na sala de aula para o 6º ano – Grau de Dificuldade III (lista de julho 2011), posteriormente indicado como leitura “obrigatória” nas novas metas curriculares, também para o 6º ano.

As imagens reproduzem as capas da última edição, da Porto Editora (2014) ilustrada por Carla Manso e a da edição de 1997, da  Afrontamento, atualmente esgotada.

Trata-se da adaptação para teatro (em nove cenas) da novela homónima de Manuel António Pina, adaptação que, de acordo com a sinopse da editora, «foi feita pelo próprio autor, que acompanhou a montagem da peça no Teatro Pé de Vento, e por isso está recheada de preciosas indicações de cena.» (fonte ).

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piratasManuelaBacelarpiratasEmidioOriginalmente publicada pela Areal Editores, em 1986, com ilustrações de Manuela Bacelar (ver) a novela é reeditada em 2003, pelas Edições Asa, desta vez ilustrada pelo pintor José Emídio, estando ambas as edições esgotadas.

Trata-se de uma das mais complexas (e sombrias) obras de Manuel António Pina, com personagens ambíguas e uma trama narrativa indefinida (ler artigo e recensão de Sara Reis da Silva no fim do post).

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Mais uma escolha que deixará alguns professores e pais perplexos. Porquê esta obra na sua adaptação teatral? Uma obra previamente considerada difícil pelo PNL, instituída agora em leitura obrigatória (nas Metas curriculares)? Não sendo sequer incluída no número daquelas para as quais é dada uma alternativa, como no caso, por exemplo, de Ulisses de Maria Alberta Menéres que alterna com Contos Gregos de António Sérgio.

Não faltam no entanto, verdade seja dita, guiões e itinerários de leitura. Aqui ficam apontadores para alguns, os très primeiros sobre a adaptação teatral, os outros dois sobre a novela original.

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Recensão de Sara Reis da Silva in Casa da Leitura: «Um dos títulos mais marcantes da original obra de M. A. P., esta novela, escrita na primeira pessoa, é emoldurada pelo mistério, pela hesitação entre o real e o onírico e pela memória. Esta é a história de Manuel, um rapaz de 8 anos, que vive numa ilha e que, de repente, se vê envolvido na tragédia de um naufrágio e, ainda, num episódio (verdadeiro ou sonhado?) de um ataque de piratas. Nesta narrativa, assiste-se à ficcionalização de elementos que se situam no universo da memória historico-literária portuguesa ou de tópicos como, por exemplo, a vocação atlântica ou as aventuras marítimas (os perigos, por exemplo, da pirataria, os naufrágios, a protagonização masculina, a solidão e a espera femininas, a incerteza, entre outros) e a literatura de viagens. Este é um texto que suscita um conjunto de leituras intertextuais e em que o histórico e o imaginário se cruzam significativamente, sendo diversas as alusões a lendas ou a mitos, bem como a reminiscências de natureza geográfica e histórica portuguesas, aspectos que acabam por se revestir de uma importante funcionalidade na própria construção ficcional.»

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Adenda : Por curiosidade, refira-se a ligação que esta obra tem com os trabalhos do realizador chileno Raul Ruiz (« um telefilme em três episódios, intitulado Manuel na Ilha das Maravilhas/ Manoel dans l’île des Merveilles (1984), e, mais tarde, o filme Les Destins de Manoel(1985).» (cf Sara Reis da Silva in “Vivo numa ilha, ou uma ilha vive em mim”: A novela Os Piratas, de Manuel António Pina”– forma breve, 2013 pp 59-76)

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Boas leituras

Posted by Manuela DLRamos em Março 30, 2015

BOAS COMPANHIAS __ BOAS LEITURAS __ BOAS FÉRIAS

faiscacontaasuahistoria

Imagem: colagem de ilustrações de diversas edições da obra  de Ilse Losa,  Faísca conta a sua história,   

Opinião: É considerada uma obra incontornável na literatura portuguesa para público infantojuvenil. Esgotadíssima, também não se encontra, infeliz e incompreensívelmente contemplada no domínio da Educação Literária das novas metas curriculares do programa de português do EB. Mais uma oportunidade perdida.

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Livro do Dia: Beatriz e o Plátano de Ilse Losa

Posted by Manuela DLRamos em Março 21, 2015

HOJE é o DIA MUNDIAL da ÁRVORE e da FLORESTA e Beatriz e o Plátano  de Ilse Losa é o nosso LIVRO do DIA.
Publicado originalmente em 1976, este livro, que conta a história de uma menina e do que ela é capaz de fazer para salvar o seu amigo plátano, é pioneiro na divulgação dos direitos e deveres da cidadania e no respeito pelo património natural. (Lamentavelmente NÃO faz parte do rol de livros recomendadados no domínio da Educação Literária.)

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Colagem com ilustrações do livro (e fotografias de plátanos). Para conhecer melhor o livro e a sua autora clicar na imagem.

 

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Mais quadras populares para o Dia de S. Valentim

Posted by Manuela DLRamos em Fevereiro 14, 2015

horizonte20«Ó meu amor, não embarques,
Nem vás para o navio;
Olha que as ondas do mar,
Não são as ondas do rio.

Ter coração sem amor,
É ter noite sem luar;
É ter barco no mar alto,
Sem remos p’ra navegar.»
fonte

in Linguagem e cancioneiro popular poveiro de Júlio António Borges.
Póvoa de Varzim : Câmara Municipal, 2008. ISBN 978-972-9146-58-9.
N.º 20 da coleção  “Na Linha do Horizonte – Biblioteca Poveira” (infelizmente esgotado)

Mais sobre este livro aqui

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