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Posts Tagged ‘mar’

Dia Nacional do Mar – livros, leituras e outras explorações

Posted by Manuela DLRamos em Novembro 16, 2012

A propósito do dia* que se comemora hoje: «Viaja até novas profundidades com o Oceano no Google Earth.»

LÊ E OUVE ON LINE ALGUNS LIVROS E POEMAS 

FAVORITOS:

  • A Menina Gotinha de Água  de  Papiniano Carlos  (não deixes de ver e ouvir a ópera)
  • A Menina do Mar de Sophia de Mello Breyner Andresen. Esta versão no youtube é  um audio-livro com a voz de Eunice Munoz e música de Fernando Lopes Graça.  Acessível também  aqui.  Podes seguir o texto lendo-o aqui (em formato pdf)

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OUTROS LIVROS e  HISTÓRIAS  SOLTAS (para leres sozinho, com os teus colegas nos computadores da BE, ou aos teus irmãos mais pequeninos)

>>>> VER MAIS no Biblibeiriz- scoop.it

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POEMAS  (para os mais crescidos…)

ROMANCES POPULARES  E CANTIGAS  (para todos ;-)

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E AINDA, PARA OS MAIS INTERESSADOS:

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* «O Dia nacional do Mar é uma data comemorativa da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (CNUDM), que entrou em vigor a 16 de Novembro de 1994, tendo sido ratificada por Portugal a 14 de Outubro de 1997. Um ano mais tarde, em 1998, o dia 16 de Novembro foi institucionalizado pela Resolução de Conselho de Ministros n.º 83/1998, de 10 de Julho, como o Dia Nacional do Mar.»

Ver Programa das Comemorações na Biblioteca Municipal Rocha Peixoto

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Carta de Pêro Vaz de Caminha

Posted by Manuela DLRamos em Maio 13, 2012

Para conhecer melhor:

Este livro,  intitulado Carta a El-Rei Dom Manuel sobre o achamento do Brasil, de Pêro Vaz de Caminha, adaptada para os mais novos  por João de Melo, com apelativas ilustrações de Carla Nazareth, é uma das obras que faz parte da coleção
Clássicos da literatura portuguesa contados às crianças. Tempo dos mais novos (Série da Helena; Quasi Editora, 2008)

Através dele, os alunos dos 1º e 2º ciclos (e também os outros) podem ficar a conhecer o importante documento de “elevado valor literário e historiográfico” * que, em 1500, Pêro Vaz de Caminha endereçou a D. Manuel I, Rei de Portugal.

NB: Na nossa biblioteca, para além desta adaptação,  existe uma edição em livro (Colecção 120 Anos JN – Grandes Autores Portugueses, #15)


Para saber mais:

Lê o livro digital Brasil, a terra de Vera Cruz, da coleção a Aventura dos Descobrimentos, disponibilizada pelo Instituto Camões.

Vê o vídeo de apresentação deste docmento no canal ensina.rtp

Explora o «site» temático Viagens dos Portugueses da BN onde podes, entre outras coisas;  ver a carta e lê-la em português atual .


*Nota biográfica transcrita da penúltima página: «Pêro Vaz de Caminha (Porto, 1437- Calecut, Índia, 1500) foi Cavaleiro da Casa Real e cidadão do Porto onde exerceu o cargo de mestre da balança da moeda, posição de muita responsabilidade na sua época. Em 1500, embarcou em Lisboa como escrivão da armada de Pedro Álvares Cabral – que tinha como destino a Índia- com a função de fazer o relato da viagem. Foi no percurso dessa viagem que que se deu a descoberta das terras brasileiras, e coube a Pêro Vaz de Caminha escrever uma carta a dar a notícia ao rei D. Manuel I. Esta carta, de elevado valor literário e historiográfico, lançou o seu nome para a posteridade. Seguiu depois para a Índia como feitor e morreu em Calecut num assalto dos mouros à feitoria portuguesa ali instalada»

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A Menina Gotinha de Água – Papiniano Carlos

Posted by Manuela DLRamos em Maio 10, 2012

Um clássico da literatura infantil

Infelizmente esgotada nas suas várias edições é uma das obras recomendadas para a iniciação à educação literária do 2º ano nas novas metas curriculares do português (IEL2).

 

Edições: Portugália Editora,  1963 ; Asa, 1987; Campo das Letras, 1999  (ver esta última edição do livro digitalizado aqui e aqui ; o texto  pode encontrar-se aqui.)

«Nos anos 60, Papiniano Carlos publicou A Menina Gotinha de Água, uma obra de literatura infantil que constitui um dos seus maiores êxitos editoriais e é considerada um título responsável pela renovação deste género literário, nomeadamente no que respeita à sua função na educação das crianças. Livro repetidamente reeditado ao longo dos anos, contou com ilustrações de João Câmara Leme > , João Nunes > e Joana Quental >.» in Página da UP dedicada a Papiniano Carlos
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e ainda

«Eu sou a menina
Gotinha de Água,
gotinha azul do Mar
que foi nuvem no ar,
chuva abençoada,
fonte a cantar,
ribeiro a saltar,
rio a correr,
e que volta
à sua casa no Mar
onde vai descansar,
dormir e sonhar
antes que de novo
torne a ser nuvem no ar,
chuva abençoada,
fonte a brotar,
ribeiro a saltar,
rio a correr
e Mar uma vez mais. »

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A Nau Catrineta que tem muito que contar

Posted by Manuela DLRamos em Janeiro 5, 2012

A Nau Catrineta que tem Muito que Contar de António Torrado, ilustrada por Paula Soares, numa edição escolar da Civilização Editora, foi o livrinho que oferecemos aos “top-leitores” do 1º período. (ver nota para professores)

«Quem lembra a Nau Catrineta
quem a chora e a lastima,
ondas do mar abaixo
ondas do mar acima?

Quem vira costas aos cais
que da espera se arruína,
ondas do mar abaixo
ondas do mar acima?

Quem, de janelas fechadas,
enlutadas, desanima,
ondas do mar abaixo
ondas do mar acima?

Neste silêncio de mais
pelo cais, onde a neblina
apaga esquinas, umbrais,
um velho arrais se aproxima..

A névoa que traz nos olhos
a névoa que o encortina
arranca flocos de névoa,
trovas de pranto em surdina:
“Eu sei da Nau Catrineta
que tem muito que contar,
Foi EI- Rei quem ordenou
que a fossem aparelhar.
O capitão a aparelha
nem mais tinha que esperar,
ao sair da barra fora
tudo era arrebicar. (…)”»
continuar a ler no blogue do Contador de Histórias

Para saber mais:

«A Nau Catrineta é um poema romanceado por um anónimo, relativo às viagens para o Brasil ou para o Oriente. Segundo Almeida Garrett, o romance popular A Nau Catrineta terá sido baseado no episódio sobre o Naufrágio que passou Jorge de Albuquerque Coelho, vindo do Brasil, no ano de 1565, que integra a História Trágico-Marítima. Este poema, que Garrett incluiu no seu Romanceiro  (1843-1851), foi bastante difundido pelos países setentrionais.
Diz a lenda que decorria o ano de 1565 quando saiu de Pernambuco a nau “Santo António” com destino a Lisboa, levando a bordo Jorge de Albuquerque Coelho, filho do fundador daquela cidade. Pouco depois de deixarem terra, avistaram uma embarcação que vinha na sua direção e que identificaram como um navio corsário francês, que pilhava os barcos naquelas paragens. Dado o alerta, pouco adiantou desfraldarem todas as velas, pois o “Santo António” tinha os porões demasiado carregados. A abordagem dos corsários foi rápida e eficaz: a nau foi saqueada com todos os seus haveres e deixada à deriva no mar sob o sol escaldante. Os tripulantes mais fracos ou feridos em combate foram morrendo de sede e de escorbuto e os que iam sobrevivendo não esperavam melhor sorte. O desespero apoderou-se dos marinheiros e um deles cheio de fome tentou arrancar pedaços de carne de um companheiro moribundo. Alertados pelos gemidos do homem, acercaram-se dele todos os sobreviventes, uns, para evitarem a ação desesperada, e outros, para nela participarem. Os ânimos estavam já muito exaltados, quando a voz de Jorge de Albuquerque Coelho se levantou, aconselhando-lhes calma e apelando para a sua dignidade de homens. Os marinheiros serenaram, enquanto a nau continuava à deriva. Por fim, foi avistada terra portuguesa, onde todos foram acolhidos e tratados. Conta-se que, muitos anos depois, Jorge de Albuquerque Coelho, já de idade avançada, se sentava em frente ao mar rodeado de amigos para contar a sua história que começava assim: “Lá vem a nau Catrineta, que tem muito que contar. Ouvi, agora, senhores, uma história de pasmar…”.»

A Nau Catrineta. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2012. [Consult. 2012-01-01]. Disponível na www: <URL: http://www.infopedia.pt/$a-nau-catrineta,2&gt;.

Imagem: tapeçaria de Portalegre reproduzindo “A Nau Catrineta” de Almada Negreiros,  executada a partir dos painéis da Gare Marítima de Alcântara. (Para ver fotos dos painéis pesquisar na Biblioteca de Arte / Fundação Calouste Gulbenkian)

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Notas para professores:

  • O texto de António Torrado não é de leitura fácil, com um vocabulário e construção frásica incomuns. Não se trata de uma adaptação para crianças, simplificada, mas sim de uma versão literária da lenda que narra as desventuras da nau quinhentista e dos seus tripulantes. Não creio que seja de todo apropriado para o 3º ano do 1º ciclo (como talvez por lapso vem aconselhado nas lista do PNL); para este nível etário seria mais apropriada a divertida Nau Mentireta de Luísa Ducla Soares com ilustrações de Manuela Bacelar (livro infelizmente esgotado, do qual possuímos apenas um exemplar e uma versão digitalizada), efetivamente aconselhada para o 2º ano- ver capa e texto aqui)
  • A ler: Nau Catarineta: Da Jornada Marítima à Literatura Infanto-Juvenil (pdf) por Rhea Sílvia Willmer (dissertação de mestrado) Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2009

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«A Lancha Poveira – 20 anos da Fé em Deus» – exposição

Posted by Manuela DLRamos em Outubro 10, 2011

«Há-de a Lancha ser a Escola.
A escola da memória.»   Manuel Lopes

...

Na Biblioteca Escolar continua patente até ao dia 14 de Outubro a exposição itinerante «A Lancha Poveira – 20 anos da Fé em Deus», uma iniciativa da Biblioteca Municipal da Póvoa de Varzim.

Transcreve-se a seguir na íntegra o relato de um dos docentes que assistiu à inauguração da exposição perante uma plateia interessada de alunos do 9º ano:  «A inauguração da exposição fez-se com uma palestra a cargo do Dr. Manuel Costa, Director da Biblioteca Municipal da Póvoa de Varzim.

Este projeto tem como principal propósito contribuir para a preservação da memória do passado piscatório da cidade da Póvoa de Varzim. Foi este contexto que assistiu à conceção da exposição itinerante que percorrerá as Bibliotecas Escolares do concelho, com o fim de promover a cultura do mar, entendendo-se esta como um elemento fundamental na educação e formação das crianças e jovens, desafiando-os para a descoberta deste património e memória, como peças fulcrais da sua identidade enquanto membros da comunidade.»  (Fonte Vinte anos da Lancha Poveira ).

Para saber mais consultar:

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Em baixo: um dos excertos do conhecido filme de Jorge Leitão de Barros, Ala Arriba (1942), em que se pode ver os pescadores a manobrar a lancha poveira.

«Ala-Arriba é uma expressão usada pela comunidade piscatória da Póvoa de Varzim e significa “força (para cima)”. O conceito refere-se à tradicional entre-ajuda numa comunidade, junto da qual tem servido de lema.» ler mais in http://pt.wikipedia.org/wiki/Ala-Arriba

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Dia Nacional do Mar

Posted by Manuela DLRamos em Novembro 16, 2010

Olá jovens cientistas! Para saberem mais sobre este dia vejam o placar da BE do B. Comemorante que a profªJoana preparou e claro não se esqueçam de participar

«Desde 1998 que Portugal comemora o mar no dia 16 de Novembro. Esta data pretende alertar a sociedade para a importância do mar e para os problemas que ameaçam os ecossistemas marinhos.» Continuar a ler no  portal da Naturlink

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A onda do nosso descontentamento

Posted by bibliobeiriz em Março 20, 2010

 Reprodução por Chris Jordan da célebre xilogravura “A grande Onda em Kanagawa” (ca 1830, do mestre japonês Hokusai),  feita com 2,4 milhões peças de plástico, o número de libras (medida de peso equivalente a cerca de meio quilo) de plástico que são deitadas nos oceanos em cada hora. ,

Hoje, uns largos milhares de portugueses vão participar na iniciativa Vamos Limpar Portugal . Pretende este projecto, à semelhança do que aconteceu na Estónia, «libertar o país de uma das maiores chagas da sua paisagem: os depósitos ilegais de entulhos, electrodomésticos, plásticos, pneus e outros testemunhos históricos da falta de civismo.» (ler notícia no Publico).

Quando alguém descarrega um frigorífico velho ou o entulho da sua obra na bouça ali da freguesia ao lado, está a praticar conscientemente um acto condenável e punível por lei.  É um lixo à nossa escala que podemos controlar, erradicar, impedir.

Mas… e o lixo que é produzido  por milhões de gestos quotidianos que fazemos sem pensar?  Os sacos de plástico que são usados, as garrafinhas de água que se tornaram moda, os copos descartáveis para todo o tipo de bebidas, etc., etc., etc? Qual a consequência desde lixo anónimo e aparentemente anódino?

Os números são assustadores, atingindo valores que não conseguimos entender.  Qual o significado de 15 milhões de folhas de papel de escritório (5 minutos de uso de papel); 106 mil latas de alumínio (30 segundos de consumo de enlatados)? (isto apenas nos Estados Unidos); ou 20,500 atuns,o número médio de peixes desta espécie pescados cada 15 minutos?

É neste contexto que  surge o trabalho artístico de Chris Jordan que, impressionado justamente com estas abstrações numéricas, «acredita que o efeito das imagens possa ser diferente e mais impactante do que a referência crua aos números, que surgem em artigos e livros.»   (aqui). 

Nota: a imagem  reproduzida em cima faz parte de “Runnning the Numbers II”, conjunto de obras que integraram uma exposição patente  em Portugal em 2008. Ler no Público- Pavihão do Conhecimento inaugura hoje exposição do fotógrafo Chris Jordan ; no Ciência Hoje- National Geographic Channel traz Chris Jordan e expõe «Running The Numbers» ; PHOTOS: Artist “Runs the Numbers” of Big Ocean Threats- no site do National Geography

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