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Olimpíadas da Escrita com Afonso Cruz

Posted by Manuela DLRamos em Fevereiro 16, 2017

Amanhã, dia 17 de fevereiro, vai decorrer no Diana Bar, na Póvoa de Varzim, a fase final das Olimpíadas da Escrita, em que participarão alunos dos 2º, 3º ciclos e Secundário de todas os estabelecimentos de ensino do Concelho da Póvoa de Varzim.  Este evento integra-se no projeto Escola da Minha Vida, no qual  temos vindo a participar desde o seu lançamento.

A presença de um autor convidado que fala com os alunos, dá o mote da escrita e acompanha o decorrer da prova é sem dúvida um dos atrativos desta grande festa da escrita. Lembramo-nos de Ivo Machado, Valter Hugo Mãe, Manuel Jorge Marmelo, António Mota, João Rios, Raquel Patriarca.

Este ano, vamos ter a presença de Afonso Cruz, autor multifacetado, escritor, ilustrador e músico. E não fiquem tristes, aqueles que o não puderem encontrar no Diana Bar, pois Afonso Cruz deslocar-se-á à nossa escola, juntamente com Marta Bernardes, no dia 24 de fevereiro, sexta-feira à tarde, no âmbito das Correntes d’Escritas.

Podem ler alguns livros deste escritor na nossa biblioteca, nomeadamente todos os da coleção Gramofone (nossos favoritos de longa data). E outros, como A Contradição Humana (que também se pode ler on line no Cata Livros) e Os Livros que devoraram o meu paicolecao_gramofone

Temos vindo a reunir alguns recursos sobre Afonso Cruz no scoop.it da Be. E aqui no Blogue também já escrevemos sobre este autor. Explora-os que vale a pena!

Entretanto, e para aguçar o apetite, fica aqui este vídeo de uma entrevista a AC publicado pela Revista Estante.

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Flores para Ilse Losa

Posted by Manuela DLRamos em Janeiro 6, 2015

na data do seu falecimento  (Porto, 6 de janeiro de 2006)

Curta montagem com imagens de flores recolhidas de ilustrações dos seus livros por:

Ilse Losa aqui no blogue (e na BE)

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“Sophia de Mello Breyner Andresen- O Nome das Coisas”

Posted by Manuela DLRamos em Julho 2, 2014

Excelente documentário sobre a vida e a obra da autora, da autoria de Pedro Clérigo e Carmen Inácio, produzido pela Panavideo para a RTP em 2007.

Inclui, para além de depoimentos de familiares e amigos de Sophia de Mello Breyner Andresen, encenações belíssimas, com cariz aubiográfico, de algumas passagens dos seus contos para crianças.

Disponível também na canal ensina.rtp e no canal vimeo da produtora

 

 

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“A Selecção Nacional do mundo das letras” (ensina.rtp)

Posted by Manuela DLRamos em Junho 26, 2014

«Em pleno Campeonato do Mundo o “RTP Ensina” traz-lhe o onze ideal do mundo das letras portuguesas. (…) » >
selecao_nacional_mundodasletras_ensina

«Esta Seleção Nacional, dos onze da cultura portuguesa, foi desenhada por Rui Tavares para o programa Câmara Clara, de Paula Moura Pinheiro, e, apesar de já ter passado algum tempo, continua muito atual.

Para muitos destes selecionados o tempo apenas confirmou as qualidades.

  • Raphael Bluteau, nascido no século XVII, é responsável pela compilação do primeiro dicionário de língua portuguesa, razão para ser o títular na nossa baliza.
  • Se quer saber porque joga Gil Vicente a ponta-lança, ou Alexandre Herculano a trinco, o melhor mesmo é ver o vídeo e perceber as escolhas deste treinador de gente das letras.
  • Veja em que posições coloca Luís de Camões, Bocage ou Camilo Castelo Branco.
  • Já agora fica a saber que o heterónimo de Fernando Pessoa, Álvaro de Campos e Fernão Mendes Pinto também calçariam as chuteiras nesta equipa. »  (transcrito do site ensina.rtp)

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“Vozes e Rostos da Lusofonia” – Escola Secundária Daniel Sampaio

Posted by Manuela DLRamos em Abril 10, 2014

Inspirador!

História da Língua Portuguesa; antologia de autores lusófonos – realizada para a Semana da Leitura da Escola Secundária Daniel Sampaio.

Via Bibliblogue

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“Sebastião da Gama – O Poeta Beija-Tudo”

Posted by Manuela DLRamos em Março 18, 2014

Para ficarem a conhecer melhor Sebastião da Gama, que homenageamos nesta Semana da Leitura
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Recensão de João Reis Ribeiro
«Documentário interessante, simples e eficaz sobre Sebastião da Gama, a que a sua autora, Joana Fernandes deu o título de “Sebastião da Gama – O Poeta beija-tudo”.
Realizado por Vítor Martinho, o documentário, inicialmente produzido para o canal “Plataforma do Sado”, data de Abril de 2008.

Nas entrevistas e depoimentos recolhidos, constam os nomes de Joana Luísa da Gama, Pedro Lisboa, João Lisboa, Matilde Rosa Araújo, Maria Barroso, Nicolau da Claudina e António Clarinha Romão.
As imagens são povoadas pelo arquivo fotográfico de Sebastião da Gama, pela Arrábida, pelo Museu Sebastião da Gama e por Vila Nogueira de Azeitão.
São pouco mais de doze minutos de evocação e de viagem que valem a pena e constituem uma boa apresentação do Poeta da Arrábida.»
in Blogue da Associação Cultural Sebastião da Gama

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A leitura inspira as crianças

Posted by Manuela DLRamos em Março 16, 2014

e os jovens e os adultos…

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Um fantástico vídeo de promoção da leitura e dos livros, realizado para angariar fundos para a fundação canadiana Indigo Love of Reading Foundation.  Original aqui 

Via Bibliotecas D. Maria II

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“Horizontes da Memória – Nos Passos de Camões” – José Hermano Saraiva

Posted by Manuela DLRamos em Junho 11, 2013

Relembrando Luís de Camões a propósito do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas que se comemorou ontem.

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Jorinda e Joringuel- Irmãos Grimm

Posted by Manuela DLRamos em Maio 30, 2013

O conto que em baixo se transcreve  é o nº 69 da lista dos Contos de fadas para o lar e as crianças (Kinder- und Hausmärchen) dos Irmãos Grimm, título do livro cujo bicentenário se celebra este ano.

Ilustração Stephanie Hannah Martin

«Era uma vez um castelo antigo, no meio de uma densa floresta, onde morava sozinha uma velha que era uma temível bruxa.  De dia, transformava-se em gata ou em coruja e, de noite, retomava regularmente forma humana. Com as suas artes mágicas, atraía animais selvagens e pássaros que depois matava e cozinhava para comer.

Ai de quem se aproximasse do castelo! Num raio de mil passos a toda a volta, a floresta estava embruxada. Quem, distraidamente, ali penetrasse ficaria mudo e quedo, sem se poder mexer, até que a bruxa o quisesse vir libertar. E, se fosse uma rapariga, pior: a bruxa transformava-a em pássaro, fechava-a numa gaiola e levava-a para uma sala do castelo, onde havia já mais de sete mil destas aves.

Ilustração de Bernadette Watts

Ora havia naquele tempo uma linda rapariga chamada Jorinda que amava ternamente um gentil rapaz chamado Joringuel. Estavam noivos e pouco faltava para o dia do casamento. Certa tarde, como estava um tempo magnífico, foram passear para a floresta. O sol brilhava entre as folhas verdes e os pássaros cantavam nos ramos.

De repente, sentiram uma grande tristeza. Olharam em volta: o sol começava a esconder-se atrás dos montes e estavam perdidos. Joringuel avançou uns passos e descobriu, aterrorizado, por entre as árvores, os muros do castelo. Ouviu Jorinda cantar:

– O passarito do anel azul,
(que triste sorte!)
à pomba canta a sua morte
Tristemente canta: tac-tac-uit-uit

Joringuel olhou em redor à procura de Jorinda. E viu-a transformada num rouxinol a cantar ” piu.., piu., piu..” Uma coruja com olhos flamejantes voou em círculo três vezes à volta dela e das três vezes piou: “uúu … uúu… uúu”.

ilustração de Adrienne Segur

Joringuel, transformado em estátua, não podia chorar, nem falar, nem mexer um dedo.
O sol pôs-se por completo. A coruja voou para uma moita e, de súbito, saiu de lá uma velha corcovada, amarela e magra, com olhos vermelhos e um nariz tão adunco que a ponta lhe tocava no queixo.
Murmurando qualquer coisa, pegou no rouxinol e levou-o bem apertado na mão. Joringuel não podia mexer-se nem dizer nada e o rouxinol já ia longe.

Finalmente, a velha voltou e disse em voz surda:
– Salve, Zequiel, a lua brilha no charco. Liberta-o, Zequiel, de imediato.

Então Joringuel ficou livre. Lançou-se aos pés da velha, suplicou-lhe que lhe restituísse a sua querida Jorinda, mas a bruxa jurou-lhe que nunca mais a veria e desapareceu.
Joringuel gritou, chorou e desesperou-se. Em vão.

Depois pôs-se a caminho. Andou, andou, andou. Chegou, por fim, a uma aldeia desconhecida onde ficou a tomar conta das ovelhas. Às vezes ia com o rebanho para perto do castelo, mas nunca se aproximava.

Certa noite sonhou que tinha encontrado uma flor vermelha, cor de sangue, em cujo centro havia uma pérola enorme, lindíssima. No sonho colhia-a e ia ao castelo. Tudo aquilo que com ela tocava ficava desencantado e assim recuperava a sua querida Jorinda.

De manhã, mal acordou, Joringuel começou a procurar por montes e vales a flor do sonho. Procurou sem descanso e, por fim, na madrugada do nono dia, encontrou uma flor vermelha, cor de sangue. Na corola havia uma gota de orvalho, enorme e brilhante como uma pérola magnífica.

Ilustração de Kay Konrad

Ao vê-lo, ficou enraivecida. Gritou, lançou-lhe fel e veneno, mas não pôde aproximar-se dele mais do que dois passos. Joringuel não lhe ligou. Toda a sua atenção estava concentrada nas gaiolas: entre tantos milhares de pássaros, como podia reconhecer a sua Jorinda?
Enquanto os observava, apercebeu-se de que a velha pegara numa gaiola e tentava fugir. Correu atrás dela e tocou-lhe com a flor. A bruxa perdeu as suas artes mágicas e Jorinda lançou-se-lhe nos braços, mais bela do que nunca. Quebrado o encanto, todos os outros pássaros se transformaram em lindas raparigas.

Depois voltou para casa com a sua Jorinda e viveram juntos e felizes por muitos e muitos anos.» (adaptado e corrigido)

in Os mais belos contos de Grimm, Civilização;  fonte:  Jorinda e Joringuel – Porto Editora (atenção à falta do 6º parágrafo em alguns manuais, reproduzindo o erro da edição da Civilização.)

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Em baixo podes deliciar-te com uma versão moderna desta história, ao som da música de Vivaldi. És capaz de descobrir as diferenças entre as duas versões?

  • E ainda:
    • Aprecia aqui  mais duas versões animadas de “Jorinda e Joringuel” e através de uma delas fica a conhecer  a linda canção da Jorinda.

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Os Lusíadas ilustrados por Carlos Alberto Santos

Posted by Manuela DLRamos em Janeiro 4, 2013

CamoesfinalcarlosAlbertoSantos

Luís de Camões lendo o seu poema – Carlos Alberto Santos

Publicado também em Scoop.it - LIVROS e LEITURAS
  • on line Os Lusíadas de Luís de Camões, ilustrados pelo grande pintor/ilustrador Carlos Alberto Santos  (com valiosas anotações de João Manuel Mimoso).

Mais sobre Os Lusíadas e Luís de Camões:

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Papiniano Carlos (1918 – 2012)

Posted by Manuela DLRamos em Dezembro 6, 2012

Homenagem ao autor de  A Menina Gotinha de Água falecido ontem.


Ópera infantil – produções Miso Music Portugal 2011
Ficha técnica:
Miguel Azguime composição libreto sobre texto original de Papiniano Carlos
Paula Azguime concepção, encenação e difusão sonora
Erica Mandillo maestrina e encenação do coro
Ágata Mandillo narradora
Coro Infantil Da Universidade De Lisboa
com Camila Robert como a Menina Gotinha de Água
André Perrotta direcção tecnológica e programação de software
Perseu Mandillo filmagens e tratamento de imagem
Sara Janic figurinos
Miso Studio computer music design

Miguel Azguime – A Menina Gotinha de Água (2011)

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Ontem (ou)vimos estrelas

Posted by Manuela DLRamos em Fevereiro 24, 2012

Literalmente…
Porque o sol entrava indiscreto pelo auditório encenando em contra-luz os escritores; porque estes falaram de modo brilhante das palavras e do seu poder transformador; porque demonstraram de forma clara que os textos não precisam necessariamente de ser complicados para nos tocarem, nos surpreenderem, nos ajudarem a “ler” o mundo, os outros, nós mesmos.

Aqui fica aqui o registo de um desses momentos:
Sandro William Junqueira diz “A propósito de Estrelas” poema de Adília Lopes (in Um Jogo Bastante Perigoso, 1985)


A propósito de estrelas

Não sei se me interessei pelo rapaz
por ele se interessar por estrelas
se me interessei por estrelas por me interessar
pelo rapaz hoje quando penso no rapaz
penso em estrelas e quando penso em estrelas
penso no rapaz como me parece
que me vou ocupar com as estrelas
até ao fim dos meus dias parece-me que
não vou deixar de me interessar pelo rapaz
até ao fim dos meus dias
nunca saberei se me interesso por estrelas
se me interesso por um rapaz que se interessa
por estrelas já não me lembro
se vi primeiro as estrelas
se vi primeiro o rapaz
se quando vi o rapaz vi as estrelas

Adília Lopes
Um Jogo Bastante Perigoso, 1985 (fonte)

(Ler apontamento da profª Gisela Silva e ver mais imagens do evento aqui)

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A Nau Catrineta que tem muito que contar

Posted by Manuela DLRamos em Janeiro 5, 2012

A Nau Catrineta que tem Muito que Contar de António Torrado, ilustrada por Paula Soares, numa edição escolar da Civilização Editora, foi o livrinho que oferecemos aos “top-leitores” do 1º período. (ver nota para professores)

«Quem lembra a Nau Catrineta
quem a chora e a lastima,
ondas do mar abaixo
ondas do mar acima?

Quem vira costas aos cais
que da espera se arruína,
ondas do mar abaixo
ondas do mar acima?

Quem, de janelas fechadas,
enlutadas, desanima,
ondas do mar abaixo
ondas do mar acima?

Neste silêncio de mais
pelo cais, onde a neblina
apaga esquinas, umbrais,
um velho arrais se aproxima..

A névoa que traz nos olhos
a névoa que o encortina
arranca flocos de névoa,
trovas de pranto em surdina:
“Eu sei da Nau Catrineta
que tem muito que contar,
Foi EI- Rei quem ordenou
que a fossem aparelhar.
O capitão a aparelha
nem mais tinha que esperar,
ao sair da barra fora
tudo era arrebicar. (…)”»
continuar a ler no blogue do Contador de Histórias

Para saber mais:

«A Nau Catrineta é um poema romanceado por um anónimo, relativo às viagens para o Brasil ou para o Oriente. Segundo Almeida Garrett, o romance popular A Nau Catrineta terá sido baseado no episódio sobre o Naufrágio que passou Jorge de Albuquerque Coelho, vindo do Brasil, no ano de 1565, que integra a História Trágico-Marítima. Este poema, que Garrett incluiu no seu Romanceiro  (1843-1851), foi bastante difundido pelos países setentrionais.
Diz a lenda que decorria o ano de 1565 quando saiu de Pernambuco a nau “Santo António” com destino a Lisboa, levando a bordo Jorge de Albuquerque Coelho, filho do fundador daquela cidade. Pouco depois de deixarem terra, avistaram uma embarcação que vinha na sua direção e que identificaram como um navio corsário francês, que pilhava os barcos naquelas paragens. Dado o alerta, pouco adiantou desfraldarem todas as velas, pois o “Santo António” tinha os porões demasiado carregados. A abordagem dos corsários foi rápida e eficaz: a nau foi saqueada com todos os seus haveres e deixada à deriva no mar sob o sol escaldante. Os tripulantes mais fracos ou feridos em combate foram morrendo de sede e de escorbuto e os que iam sobrevivendo não esperavam melhor sorte. O desespero apoderou-se dos marinheiros e um deles cheio de fome tentou arrancar pedaços de carne de um companheiro moribundo. Alertados pelos gemidos do homem, acercaram-se dele todos os sobreviventes, uns, para evitarem a ação desesperada, e outros, para nela participarem. Os ânimos estavam já muito exaltados, quando a voz de Jorge de Albuquerque Coelho se levantou, aconselhando-lhes calma e apelando para a sua dignidade de homens. Os marinheiros serenaram, enquanto a nau continuava à deriva. Por fim, foi avistada terra portuguesa, onde todos foram acolhidos e tratados. Conta-se que, muitos anos depois, Jorge de Albuquerque Coelho, já de idade avançada, se sentava em frente ao mar rodeado de amigos para contar a sua história que começava assim: “Lá vem a nau Catrineta, que tem muito que contar. Ouvi, agora, senhores, uma história de pasmar…”.»

A Nau Catrineta. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2012. [Consult. 2012-01-01]. Disponível na www: <URL: http://www.infopedia.pt/$a-nau-catrineta,2&gt;.

Imagem: tapeçaria de Portalegre reproduzindo “A Nau Catrineta” de Almada Negreiros,  executada a partir dos painéis da Gare Marítima de Alcântara. (Para ver fotos dos painéis pesquisar na Biblioteca de Arte / Fundação Calouste Gulbenkian)

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Notas para professores:

  • O texto de António Torrado não é de leitura fácil, com um vocabulário e construção frásica incomuns. Não se trata de uma adaptação para crianças, simplificada, mas sim de uma versão literária da lenda que narra as desventuras da nau quinhentista e dos seus tripulantes. Não creio que seja de todo apropriado para o 3º ano do 1º ciclo (como talvez por lapso vem aconselhado nas lista do PNL); para este nível etário seria mais apropriada a divertida Nau Mentireta de Luísa Ducla Soares com ilustrações de Manuela Bacelar (livro infelizmente esgotado, do qual possuímos apenas um exemplar e uma versão digitalizada), efetivamente aconselhada para o 2º ano- ver capa e texto aqui)
  • A ler: Nau Catarineta: Da Jornada Marítima à Literatura Infanto-Juvenil (pdf) por Rhea Sílvia Willmer (dissertação de mestrado) Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2009

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900- História de um Rei

Posted by bibliobeiriz em Setembro 19, 2011

ANDAMOS A LER:   900 – História de um Rei.Afonso Henriques 1109-2009 de Pedro Seromenho , editado pela OperaOmnia.

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Home: o Mundo é a nossa Casa

Posted by bibliobeiriz em Junho 7, 2009

homefnacCom dois dias de atraso, assinalamos o Dia Mundial do Ambiente, com apontadores sobre HOME, o filme do momento, de Yann Arthus-Bertrand,  fotógrafo, jornalista/repórter e controverso militante ecologista francês (ver aqui) tornado célebre pelas suas extraordinárias fotografias aéreas:  as suas paisagens “vues du ciel”.

Em 2005  funda a associação GoodPlanet , cujo objectivo primordial é colocar “a ecologia e o ambiente no coração das consciências” (” l’écologie et l’environnement au coeur des consciences”).

É justamente isso que pretendem o autor e a sua equipa com o filme agora lançado (clicar na imagem ou aqui ) no dia Mundial do Ambiente, como se pode ler numa página do jornal Público que se associou à comemoração da efeméride e trancreveu as palavras de Yan Arthus-Bertrand:  «”Vivemos tempos excepcionais. Os cientistas dizem-nos que temos dez anos para alterar a forma como vivemos, para evitar o esgotamento dos recursos naturais e a catastrófica evolução do clima terrestre.” comenta Yann Arthus-Bertrand, o realizador, em comunicado divulgado no site do Programa das Nações Unidas para o Ambiente (Pnua). Em causa está o frágil equilíbrio do planeta, ameaçado por aquecimento global, espécies em perigo, esgotamento de recursos naturais. O filme é visto por este fotógrafo como um caderno de viagens, que mostra paisagens captadas de cima. “O documentário apela para uma nova consciência, convidando o espectador a parar por um momento e olhar para o nosso planeta, para os seus tesouros e beleza…”». (ler mais aqui)

YouTube- canal do “homeproject”   / versão em português

Ver todas as entradas sobre o AMBIENTE no blogue

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